O Mendigo e a Condessa

ATENÇÂO
Essa é um RPG baseado em uma Fanfic da serie The Elder Scrolls, não tendo nenhum vinculo com a historia original dos games.

Algumas imagens usadas foram encontradas no Google imagens. Caso tenha alguma imagem sua no vídeo é só me chamar que daremos seus créditos. All images used in the were found on Google images. If I have any image of you in, just call me and we'll give you your credits.

COPYRIGHT FAIR USE NOTICE, Title 17, US Code (Sections 107-118 of the copyright law): 
All media in this video is used for purpose of review & commentary under terms of fair use. 
All footage, music & images used belong to their respective companies. 
DISCLAIMER - I do not own the anime, music, artwork or the lyrics. 
All rights reserved to their respective owners!!! 
This video is not meant to infringe any of the copyrights. 
This is for promote




Antes de ler querido Leitor, 
Eu lhe peço lhe desculpas pelos erros de ortografia, 
pois os dados obtidos aqui são traduzidos de diversas fanbases de The Elder Scrolls espalhadas pelo mundo, e as vezes elas estão fora de contexto.






(R.P.G - Role Play Game)
O MENDIGO E A CONDESSA






Atualizado em JANEIRO de 2026






INTRODUÇÂO
Isto É um Jogo de Roleplaying Game (R.P.G)
A Historia de um jogo tem olhar e sentimento próprio que nos é contada desta forma. 
Ela tem elementos míticos que falam ao coração. 
Épica em grande escala. E divertida .. 


The Elder Scrolls é uma série de videojogos do gênero role-playing de ação em mundo aberto, produzidos principalmente pelos estúdios Bethesda Game Studios e publicados pela Bethesda Softworks, originada e lançada exclusivamente para PC - The Elder Scrolls rapidamente conquistou a todos pelas qualidades e inovações., a série principal tem atualmente um total de cinco títulos: Arena, II: Daggerfall, III: Morrowind, IV: Oblivion e V: Skyrim. O título mais recente, The Elder Scrolls Online é um massive multiplayer online role-playing (MMORPG) produzido pela ZeniMax Online Studios. A série é conhecida por ter uma jogabilidade, que da muita liberdade ao jogador, ela foi a primeira a introduzir, até antes da ROCKSTAR GAMES, o mundo aberto em jogos eletrônicos, a serie ficou famosa pelos seus mundos fictícios ricamente detalhados. especialmente nos três últimos jogos da serie; Morrowind, Oblivion e Skyrim ganharam vários prémios atribuídos por múltiplas publicações ao longo de 20 anos. E Já foram vendidas mundialmente mais de 40 milhões de cópias.


ROTEIRO
Elder Scrolls ou Pergaminhos Antigos são artefatos de origem desconhecida, sendo simultaneamente arquivos de eventos históricos, passados e futuros. As profecias e seus heróis são interdependentes; mas um não pode existir sem o outro. Eles também são conhecidos como os pergaminhos das "Aedric Prophecies" ou Profecias Aedricas, sugerindo que podem ter sido criados por humanos ou elfos inspirados pelos Aedras. Sem nenhum auxílio tecnológico ou mágico, Elder Scrolls não podem ser lidos sem efeitos colaterais extremos, entre os quais a cegueira e loucura. Geralmente considerado sagrado, e por pouco vistas com ceticismo, os rolos são vergonhosamente associados com atos bizarros de força mágica ou anormal. Mais comumente, os pergaminhos são famosos por suas profecias impecáveis.

Esse universo utópico é localizado em um sistema chamado Mundus, e esse sistema mais utópico ainda tem estrela, ou melhor estrelas, um sistema onde os planetas são tão próximos que até difícil de imaginar como eles não se chocam, que segundo a crença local, sistema é o reino mortal do finito, oposto ao reino do infinito, e no centro dele está o planeta Nirn.


PLANETA NIRN
Nirn que fica exatamente no centro de um sistema solar chamado de Mundus, Nirn é um planeta rochoso um pouco menor que a nossa Terra, nesse planeta utópico tem lua, ou melhor luas. 


Nirn significa na palavra humana "mundano" e na palavra élfica, "atlelas" ou terra comum.


O Planeta Nirn é um mundo extradimensional que onde localizam, segundo os locais, de os reinos mortal (humano) e etéreo (élfico). Neste planeta existem continentes localizados sobre o mar meridional, e entre eles está Tamriel, dizem as antigas profecias, que existe uma extensão paralela, chamada de reino de Oblivion (talvez, outro plano físico ou uma outra dimensão) embora isso não esteja confirmado, por ter sido apenas uma divagação vinda de um boletim chamado Amanhecer Mítico, embora fisicamente falando, há indícios claros de invasores agressivos chamados pelos locais de Daedras (Demônios) vindos desse outro plano físico de Nirn, seres poderosos e maus, responsáveis por diversas mortes e desastres. 

Os Aedras (Anjos) são o seu exato oposto e distintos aos Daedra, que criaram mundos dentro de si mesmos, e da Magna Ge, Magnus e seus seguidores, que se retiraram da criação antes que estivesse completa. Segundo alguns dizem, os Aedra são seres celestiais que ajudam as pessoas contra os Daedras, criados por Deus quando este criou o sol e as estrelas.

Embora Tamriel seja o mais conhecido lugar deste mundo, mas ele não é o mais importante. 

Ao norte há o continente gelado de Atmora, de onde os Atmoranos vieram conquistar o continente de Tamriel, a milhões de anos atrás. Atmora, na língua élfica significa “Floresta Anciã”. A oeste de do continente de Tamriel está o continente submerso de Yokuda. A leste do continente de Tamriel há o continente Akavir, que significa “Terra dos Dragões, era lar de quatro grandes grupos: Kamal, Tsaesci, Tang Mo, e Ka Po' Tun. Foi uma vez o lar dos Akaviri, uma raça de homens e, mais notavelmente, dragões, mas um povo conhecido por Tsaesci podem ter levado dragões e homens a extinção em Akavir, e é desconhecido o que realmente aconteceu. Antes dos Akaviri tornarem-se extintos, tinham lançado múltiplas invasões em Tamriel no passado distante. Embora uma linhagem Tsaesci tenha governado Tamriel por um tempo, até substituída pela Dinastia Septim de governantes. Abaixo de Alinor, ao sul do continente de Tamriel, está a distante e quente Pyandonea, o lar dos Maormer ou Elfos Tropicais.

Em termos de tamanho, Tamriel é continente bem grande com cerca de 51 milhões de km² divididos em sete grandes províncias, sem contar as Ilhas Summerset.

Cyrodill - 12 milhões de km²
Skyrim - 10 milhões de km²
Hard Rock - 5 milhões de km²
Hammefell - 11 milhões de Km²
Morrowind -  6 milhões de km²
Argonia -  4 milhões de Km²
Valenwood - 4 milhões de km²


DEUS, O UNICO E VERDADEIRO DEUS
As influências das histórias arquivadas dos Elder Scrolls jamais podem ser subestimadas, pois a muito tempo, antes da historia ser contada, os Scrolls criados por sacerdotes, dculto aos ancestrais, adorando apenas, o "Um" o único e verdadeiro Deus, o criador de todas as coisas.

Isaías 45:18: "Porque assim diz o SENHOR, criador dos céus, o Deus que formou a terra e a fez; ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas para que fosse habitada: Eu sou o SENHOR, e não há outro"


Qualquer pessoa de fato digna, é capaz de interpretar o conteúdo dos Elder Scrolls, e usar seu conhecimento na prática. Os que não têm capacidade veem apenas gravuras e runas desconhecias,. A visão sobre o conteúdo divino tem um preço alto que atinge o leitor que não é digno com cegueira que aumenta gradualmente, e ao mesmo tempo, concedendo-lhes uma visão TORPE da realidade. 

Uma vez que as profecias contida em um Elder Scroll é promulgada, o texto do pergaminho torna-se fixo. Após esse tempo, os leitores irão ingerir com a mesma mensagem divina, um documento histórico que declara a verdade inequívoca. Os estudiosos não podem discutir o viés de um Elder Scroll, e os conteúdos dos pergaminhos, uma vez solidificado, não pode ser alterado por qualquer outra magia por mais poderosa que ela seja. Sabe-se que os eventos contidos nestes pergaminhos sagrados alteram o linearidade do tempo. 

Os outros ditos "deuses" de Tamriel temem os Elder Scrolls, que segundo membros do the cult of the Ancestor ou culto dos ancestrais, todos os deuses de Tamriel, são apenas seres poderosos e oportunistas que queriam ter poder sobre as pessoas comuns, portanto são todos Falsos Deuses.

Pela antiga tradição do The Cult of the Ancestor somente os considerados "dignos por Deus", podem ler os pergaminhos normalmente, até membros jovens do culto, que cuidam do presbítero gradualmente perdem a visão parcialmente. Pois a perda total de visão para um Elder Scroll é descrita como;

"Um preço que um pecador jamais poderá pagar"

Dragonborn é capaz de ler o Elder Scroll sem perda de visão e sem enlouquecer, os efeitos não são duradouros. Ao ler um Elder Scroll. Mas No caso de um Dragonborn legitimo, esses padrões tem forma de escritas compreensivas, e mapas que pode identificar localizações e o proposito do que o leitor está procurando, Tiber Septin que teve a benção de ser um dragonborn, a sua dinastia foi abençoada com séculos de paz e prosperidade, mas pelo simples fato das pessoas de ate hoje o adorarem com um "deus", considerado um grande pecado pelo culto dos ancestrais, toda a terra de Tamriel está sofrendo diversas aflições atualmente. 

Em última análise, um leitor desqualificado enlouquece, tendo é deixado privado de sua visão, removido de seu direito de ler os pergaminhos sagrados para sempre. 



CAPITULO 1
A decadência do Glorioso Imperio de Tamriel



Primeira ERA
Os Ayleids (High Elfos selvagens), estabeleceram o primeiro império em Tamriel, dominando a região de Cyrodiil e escravizando os humanos ancestrais (Nedes) por séculos, conhecidos por sua arquitetura, e a adoração aos Daedras com muita crueldade. Império Alessiano. Fundado por Alessia após a sua vitória na revolta contra os Ayleids estabelecendo assim, o primeiro governo humano em Cyrodiil, sempre lembrada por sua imensa bondade, Alessia é conhecida como Santa, tinha a sua inspiração na sua religião, baseada no culto aos ancestrais.

Alessia nasceu escrava em uma das muitas tribos humanas de Cyrodiil crescendo em Sardavar Leed, conhecida naquele tempo como Sard. Assim como todos os humanos de Cyrodiil na Primeira Era,  escrava dos Ayleids. Depois de um dia duro de trabalho escravo, com a ajuda de um Aedra, Alessia esbara em um pergaminho, e não um pergaminho comum, era um Elder Scrolls, suas letras antes ilegíveis, foram ficaram claras, a mensagem diretamente para ela dizia assim;

"Filha de Akatosh, eu sou te enviou, liberte o meu povo, com a minha benção" 

Por inspiração divina, Alessia orou para Deus que a ajudasse a libertar seu povo dos Ayleids veneradores dos Daedras. 


"Senhor Deus,
tu tens sido o nosso refúgio,
de geração em geração.
Antes que os montes nascessem,
ou que tu formasses a terra e o mundo,
mesmo de eternidade em eternidade,
tu és o meu Deus."

As súplicas de Alessia foram atendidas quando ela recebeu as três visões na colina Sancre Tor em Cyrodiil, uma que ela seria Livre, a outra que ganharia uma exercito e a terceira que derrotasse os Ayleids. 

Estando Livre, Alessia estabeleceu uma cidade de Cyrodiil e lá começou uma rebelião contra seus senhores. 

Em 1E do ano 242. a segunda visão de Alessia se tornou realidade, e caminhando até seu acampamento coberto em sangue Aylêidico; seu campeão havia chegado; Pelinal Listranívea. 

A PRIMEIRA GUERRA SANTA
Com o ímpeto crescendo, as forças humanas e aliadas tomaram o controle de Cyrodiil a leste do Níben, alianças com Skyrim e Ayleid rebeldes, mas tarde serão conhecidos como Altmers,, as forças Alessianas com ajuda dos Aedras cercaram a Torre Ouro-Branco. 

Com aliados hesitando para atacar, Pelinal Listranívea invade a torre sozinho e aniquila o Rei Feiticeiro Umaril o Desplumado em uma luta épica.


Enfim a terceira visão se torna realidade; Alessia e seus aliados seguiram com o resto do exército capturando toda a cidadela. E Lentamente, e sem dúvidas, os Ayleids e os Daedras foram sendo expulsos de todo o pais de Cyrodiil; Os Daedras voltaram para Oblivion, e muitos Ayleids acabaram se tornaram refugiados, fugindo para a Floresta de Valen. Com a captura da Torre Ouro-Branco em 1E do ano 243, Alessia declarou-se como a primeira Imperatriz do novo Império de Cyrodiil, recebendo o Amuleto de Reis do próprio Dragão Akatosh como prova de sua reivindicação. 

Imperatriz Alessia
com o primeiro amuleto dos reis em seu peito


Um dos primeiros desafios do novo Império foi estabelecer a sua religião oficial, O Culto dos Ancestrais,  de um culto bem antigo de Tamriel tendo ela como sacerdotisa, o culto ao Deus Único é aceitável tanto pelo povo de Cyrodiil, mas seus aliados, os Altmers acostumado com um panteão de deuses, e os Nords, que se opunham a qualquer divindade élfica, mas tarde, os Nords adorarão apenas a divindade Talos. O panteão Altmer inclui vários Aedras que não são mais considerados "parte de Nirn". Isso inclui Magnus, cuja retirada criou a magia, e Jode e Jone, cuja a sua morte, segundo os Altmers criaram as luas gêmeas do planeta.

Como um acordo pela paz, e a preservação a liberdade de Culto, Santa Alessia estabeleceu também o Culto aos Oito Divinos, os quais incorporaram elementos de ambas religiões Aldmeri e Nórdicas. 

A sua cultura conquistava a todos inclinada à literatura, filosofia, artes, e religião, destacando o "the Cult of Ancestors" considerado uma verdadeira evolução as suas próprias tradições ancestrais, motivando extensamente o uso os livros comuns por todas as raças de Tamriel.

E assim, os humanos do Vale de Nibenay, é de onde que a sociedade imperial realmente começa, surge numa grande pradaria no Lago Rumare no centro de Tamriel visto como a alma de Cyrodiil, este povo famoso por sua bondade para com os inimigos derrotados, tolerância com qualquer raça e grande capacidade administrativa crescia. 

No Vale, as tribos Cyro-Nórdicas de Skyrim se uniram aos Nedes e aprenderam a sua autossuficiência, que os diferenciou culturalmente e economicamente para sempre. Nessa época, Cyrodiil com a adição de novas tribos humanas e de diversas raças, como, Elfos, Argonianos e Kajiths, suas fileiras logo formariam diversas tropas fortes para criarem um exército, liderados pelos Magos de Batalha. Doutrinas foram promulgadas, esses Magos se tornaram o corpo governante, mas foram mais tarde substituídos pelo Sacerdócio do primeiro imperio. As Terras Centrais onde fica o Vale de Nibenay considerado o celeiro de Cyrodiil. O Reino do lado, chamado Colovia era em grande parte era infértil com exceção do Reino de Skingrad, famoso por seus vinhos e tomates. A agricultura precária com fazendas e assentamentos isolados espalhados, a maior parte da população vivia perto da costa. 

A cultura se adaptou grandemente a essa nova reforma.

 O PRIMEIRO IMPERIO
Santa Alessia, a fundadora do Primeiro Império de Cyrodilic tinha o sangue do Dragão Akatosh, imbuindo em toda linhagem de Alessia unida com o próprio coração de Akatosh, iniciando o elo sagrado que manterão as Chamas do Dragão acesas mantendo a influência de Oblivion (e os demônios daedras) bem longe e banida do mundo de Nirn, contanto essa tarefa, a aqueles nascidos do Sangue do Dragão, "Dragonborns" .

Santa Alessia

Em 1E do ano 372. A cerca de sua morte, é dito que "Santa" Alessia havia sido enterrada nas catacumbas abaixo de Sancre Tor, mais tarde se tornou tradição entre os Reis de Cyrodiil, desde Reman Cyrodiil e seus sucessores enterrados ali também abaixo daquela cidade, entretanto, dizem alguns que na verdade, o corpo de Alessia esta sepultado no Templo do "Um" na Cidade Imperial de Cyrodiil.

Em 1E do ano 808. Pessoas de pele escura chamadas de Redguards vieram para tomar e morar nas terras com o nome; Hammerfell em 1E 808 porque a sua região de origem, Yokuda era em sua maioria inabitada para seres humanos, alguns dizem que um tsunami gigante engoliu a ilha ficando submersa, a verdadeira causa dessa imigração ainda está sendo debatida. 

O SEGUNDO IMPERIO
Em 1E do ano 1070. Durante o declínio do antigo Império, o Oeste de Colovia e o Leste de Nibenay foram separados, arroz e têxteis eram as principais exportações, armaduras de couro, açúcar lunar e seda ancestral também, mas devido ao crescente apreço por cultos a animais tornou a agricultura e a pecuária quase impossíveis, matando as pessoas de fome, o recém criado segundo imperio ou imperio remano. Onde mercadores de Cyrodiil lembrados de que detinham o verdadeiro poder ajudaram a formar em Tamriel, o coração de um Império multi-racial, espalhando a cultura por toda parte.



O segundo Império ou império Remano estabelecido após a queda do primeiro, durou até o fim da segunda Era.



Segunda ERA
Em 2E do ano 1. Cyrodiil; porém, trata-se de um centro comercial frágil, isso durou pouco, conforme o segundo imperio crescia e se tornava rico, a cidade crescia junto, seus ricos habitantes apreciavam trajes típicos, tapeçarias, tatuagens, marcas, eventos, festas e cerimônias bem elaboradas,.


Hammerfell é o lar dos (HUMANOS) os Guardas Vermelhos; Rocha Alta é o lar dos (HUMANOS) os Bretões;  Skyrim é o lar dos (HUMANOS) os Nórdicos; Cyrodiil é o lar dos (HUMANOS) os Imperiais. Pântano Negro é o lar dos (BESTIAIS LAGARTOS) os Argonianos;; Elsweyr é o lar dos (BESTIAIS FELINOS) os Khajiit. Rocha Alta é o lar dos (ORCS) os Orsimer,  que na verdade, residem em diversos assentamentos espalhados por toda Tamriel e, em algum momento  não conhecido da história, os mesmos Orcs formaram um reino conhecido como Orsinium. Ilha Summerset é o lar dos (ALTOS ELFOS) os Altmer,; Valenwood é o lar dos (ELFOS da Floresta) os Bosmer. E Morrowind é o lar dos (ELFOS NEGROS) os Dunmer..


Em 2E do ano 454. Para a agricultura, O Segundo imperio nunca empregou escravos, comum em outras culturas, mas sim trabalhadores remunerados em seus campos, muitos viravam até proprietários de grandes fazendas. Acima dos agricultores está a nobreza mercantil, nobres mercadores que espalhavam seus produtos por toda Tamriel. E depois os sacerdotes dos templos, e acima destes, está a aristocracia dos Magos de Batalha. Tendo o poder supremo concedido ao Imperador.

Em 2E do ano 567. Os Guardas Vermelhos de Hammerfell, um povo muito orgulhoso, disciplinado e guerreiro, concordaram a contragosto em se unir aos Orcs, mas graças à astúcia dos Bretões, cuja perspicácia política e econômica torna o Primeiro Pacto de Daggerfall aparentemente possível. Mais na região norte de Hammerfell, a lealdade ao Pacto era mista. O Rei Fahara'jad convocou os filhos e filhas leais dos Alik'r para apoiarem o Pacto, oferecendo-lhes a oportunidade de viver fora de seu lar no deserto. O rei Fahara'jad também prometeu proteção a todos os navios mercantes, bem como às suas tripulações, em troca que fossem leais ao Pacto. Da mesma forma, os navios que navegavam sob a bandeira do Primeiro Domínio Aldmeri ou do Pacto Ebonheart, ou navios tripulados por reinos leais a essas Alianças, podiam ser atacados e saqueados, com grandes recompensas sendo oferecidas.

O Primeiro Aldimeri Dominion no centro, ao lado de representantes do
primeiro pacto de Daggefall e do pacto de Ebonheart em 2E 578

O segundo imperio estava se fragmentando, devido a essas 3 poderosas alianças, e apesar das lutas internas e externas, o Primeiro Pacto Daggerfall acreditava que somente ele poderia fornecer a liderança forte e o plano de prosperidade que o Segundo Império precisa para sobreviver. Assim como o Pacto de Ebonheart, o de Daggerfall também uniu as raças que eram comumente conhecidas como inimigas: os Bretões, Orcs e Guardas Vermelhos. Devido a eventos em Cyrodiil e na própria High Rock, rotas comerciais que serviam como principal fonte de renda foram interrompidas. Isso causou muita pobreza e sofrimento e, por fim, forçou o povo da Baía de Iliac e das áreas circundantes a se unirem, estando sob uma única bandeira. O primeiro Pacto de Daggerfall também afirmava que o segundo imperio ou Império Remano continuava vivo, porque seus membros permaneciam fiéis à primazia do comércio, aos princípios da liberdade e à adoração dos Oito Divinos, seguida em grande parte pelo dois primeiros reinos do Pacto de Daggerfall. O comércio de artesanatos dos orc e dos bretões tornou o pacto de Daggefall uma GRANDE potência econômica, com uma força militar poderosa, tanto a dos Guardas Vermelhos e dos guerreiros Orcs, tornando-os militarmente reconhecidos e temidos. 

Os governantes do Pacto ansiavam por retornar a um Segundo Império de Tamriel com prosperidade econômica, lei e a justiça. O Primeiro Pacto, bom pelo ao menos Hard Rock e Hammerfell acreditavam que a única maneira de garantir o futuro era que um Imperador nobre e justo se sentasse no trono, e que garantir isso era o dever deles, o Pacto pretendia instalar um Grande Conselho que incluiria membros de todos os reinos.

Em 2E do ano 724. Em Hammerfell, a casa do Dragão, que mas tarde seria conhecida como a Casa Dragonborn, se opuseram ao Primeiro Pacto, alegando que o Guardas Vermelhos estarem perdendo seus costumes tradicionais em favor dele, e por terem feito aliança com o povo Orc, afirmando que o Alto Rei de Hard Rock , Cruzain Harlock estava usando este "pretexto" do pacto para se tornar um novo Imperador. Dúvida surgiu no povo comum de Hammerfell que associou a divindade Orsimer de Mauloch a Malooc, Rei da Horda, antigo inimigo do povo da Guarda Vermelha. E Assim, os Guardas esperavam que, demonstrando honra e força, os Orcs pudessem ser convertidos à veneração dos Oito Divinos. Zombar também não era incomum, e com esse comportamento ocorrendo até mesmo dentro da Guarda de Wayrest, e apesar das punições existentes para tal ato. Uma crença comum entre a população Breton e Guarda Vermelha que sempre foram povos irmãos, eles preferiam que apenas os Orcs lutassem contra seus inimigos e morressem no processo, em vez de apenas saquearem fazendas. Da mesma forma, Orcs realmente nunca confiam em ninguém, muito menos nos Redguards e nos Bretons, e não sabemos ao certo o porque o primeiro pacto se desfez, provavelmente a falta de confiança entre eles deve ter sido um fator.

Em 2E do ano 874. A longa e sangrenta conquista militar de toda Tamriel estava finalmente chegando ao fim, no futuro ela garantirá de vez a fundação do Terceiro Grande imperio formado, grato pela ajuda do grande General Talos, que segundo ele mesmo, seus esforções ajudaram a criar uma grande utopia, dizendo; 
"Criei um reino onde finalmente todas as raças coexistirão sem conflitos étnicos"

Mas em um determinado tempo da historia no final da segunda era, todos os reinos de Tamriel precisavam enfrentar o retorno do dragão lendário conhecido apenas como "o Devorador de Mundos", depois de se acreditar que os dragões haviam sido extintos, 

O TERCEIRO IMPERIO
Surgindo neste final de era, logo após a vitória "mesmo sendo parcial" sobre o maligno dragão negro, e graças a Tiber, um abençoado com sangue de Akatosh. Tiber Septim que popularizou tanto sua própria herança Akaviri, que acabou virando "símbolo imperial" sendo o próprio Dragão Akaviri, orgulhosos de sua herança todos os imperiais a, demonstram em todo o seu território, com estandartes, diversas estatuas, que vai desde a recém-nomeada, Cidade Imperial, as províncias até os vilarejos remotos.


Em 2E do ano 896. A nomeação da nova Capital Imperial, a Cidade, Cyrodiil que cresceu tanto que naturalmente acabou se tornou a nova capital imperial, a cidade da Torre branca, ou o lar da Torre de Ouro Branco, agora é o principal centro político e cultural de Tamriel. A sua cultura eclodiu, juntamente com a sua competente organização, e sendo bem protegida suas poderosas legiões garantindo a lei e a ordem, sua conquista é comparada aos dias de gloria do Império de Tamriel. E além disso, os adeptos do culto dos Ancestrais que eram perseguidos por lembrarem de apenas "Um" único Deus. E como a sua fundadora, era Santa Alessia, os adoradores do culto se esconderam nesta cidade, reaparecendo apenas quando o próprio General Tiber Septim, e que também era um adorador do culto, prometeu segurança para os adeptos cultuarem sua "fé" em paz.


 A nomeação de Cyrodiil, como a nova Capital de Tamriel se deveu por causa desses fatores abaixo;

A Conquista de Tiber Septim (Talos): 
Tiber Septim, que era governante de Falkreath e, posteriormente, de Cyrodiil, venceu sua campanha militar e política para unificar todas as províncias de Tamriel. Ele acabou com o "Interregnum" — o longo período sem um imperador legítimo — alem de ter fundado o Terceiro Império.

O Uso do Numidium: 
Tiber Septim utilizou o Numidium (que é um golem gigante de 40m conhecido como "Brass God" ou "God of Brass") para subjugar os reinos, incluindo primeiro aldmeri dominion, os Altmer ou Altos Elfos de Summerset Isle, consolidando o seu poder absoluto.

Fim da Potentado Akaviri: 
O fim da Segunda Era também marcou o colapso definitivo do "Potentado Akaviri", que governou durante algum tempo após a queda da Dinastia Reman, terminando com o assassinato de Savirien-Chorak e seus herdeiros por volta de 2E 430, lançando toda Tamriel em séculos de guerras regionais,e a criação de pactos antes da ascensão de Tiber Septim.

Transição para a Terceira Era: 
Com a unificação completa, Tiber Septim declarou-se imperador absoluto, e decretou o fim da Segunda Era e o início da Terceira Era (3E), inaugurando uma nova fase de paz e estabilidade.




Terceira ERA
A terceira era ou a era Septim, é a era onde de fato começa o reinado do primeiro imperador de Tamriel que de fato consegui Unificar Todo o continente sob seu domínio. 

Em 3E do ano 1. A era Tiber Septim I, estabeleceu a sua poderosa dinastia que durará séculos, a 3 era é considerada uma era duradoura de paz consolidando sua influência com o apoio do Conselho dos Anciãos para administração e com a Legião Imperial, exército multi-racial, para defender suas fronteiras e manter a lei e a ordem, aceitando recrutas de todas as províncias. Assim, muitos habitantes de Cyrodiil se tornaram mercadores natos, permitindo que com o tempo, suas terras tornassem as mais ricas de todo o continente. 

Tiber Septim I em sua armadura Dragonborn lendária

Tiber governou pacificamente pelos próximos 38 anos, que foram considerados um período justo, piedoso e pacífico para todos, de servos a soberanos, conhecido como a Era de Ouro. 

Em 3E do ano 36. Sancre Tor foi corrompido por um mal desconhecido, e o velho Rei Tiber enviou quatro, dos maiores agentes dos Blades, Alain, Valdemar, Rielus e Casnar, para investigar o que havia acontecido ao local sagrado. No entanto, descobriu-se que era obra do antigo Mago de Batalha Imperial, Zurin Arctus (conhecido como o Rei Subterrâneo), que, em um ato de vingança, amaldiçoou os 4 Blades com a não-morte, apenas para guardar a ruína para sempre. Mas primeiro Grão-Mestre dos Blades selou as ruínas para impedir que qualquer outro caísse sob a poderosa magia do Rei Subterrâneo. 

Tiber morreu em paz na sua cama em 3E 38 e foi sucedido por seu neto, Pelagius

Em 3E do ano 50. Mas e o culto aos ancestrais que protegido pelo próprio Tiber Septim, ainda era a religião dominante em Cyrodiil entretanto, com a morte do rei, Pelagius ordenou a adição plena e "obrigatória" ao culto de Talos (pois, seu avó Tiber Septim que no pós morte segundo dizem virou a divindade conhecida apenas como talos) e ao panteão de deuses agora conhecido como os Nove Divinos, o imperador criminalizou completamente o culto dos Ancestrais "punindo com a morte" seus adeptos nunca mais foram vistos até a o inicio da quarta era, assim teve-se no inicio a "grande decadência" do imperio, pois seguiam diversos cultos como; o Culto da Mariposa Ancestral, o Culto de Heries, o Culto do Imperador Zero, e o Culto a Talos ou culto a Tiber Septim, todos estopins para novos conflitos. 

Os governantes legítimos do Império de Tamriel, pela tradição têm sido apenas os Nascidos do Dragão, considerados os sucessores de Alessia, Reman Cyrodiil e seus futuros herdeiros. De fato, o título é associado ao próprio Tiber Septim I, por uso notável do thu'um em suas primeiras conquistas, um "Dragonborn" legitimo. Os verdadeiros governantes de Tamriel, aprovados, ao usarem o Amuleto dos Reis, acendendo as Chamas do Dragão para manterem os malditos daedras bem longe. Além disso, todos os governantes desfrutavam da proteção e do serviço das Lâminas, os antigos descendentes da Guarda Akaviri, que sempre seguem, o "matador de dragões supremo".

Em 3E do ano 63. Depois de alguns anos, o terceiro reinado ficou muito marcado pelos tumultos ocasionados por vários assassinatos entre os sucessores diretos da família Septim, muitos provocados por uma pessoa; Potema Septim, ou Rainha Loba, a filha de Pelagius Septim II e Quintilla.

A Rainha loba é uma das poucas figuras históricas, além dos Daedras que foram vistas por diversos estudiosos como pessoa "inequivocamente malvada".

Potema Septim

Em 3E do ano 87. Casou com o Alto Rei de Solitude que era bem mais velho que ela pra poder herdar a sua fortuna. Matou as esposas do Rei e seus filhos e convenceu seu marido que outro herdeiro dele era ilegítimo, pra que o filho dela Uriel III fosse o único herdeiro dele. 

Com inveja das conquistas do irmão, comandante e imperador notável, armou a morte do marido em batalha e fez Uriel III ser o Alto Rei de Skyrim pouca idade na verdade, mas era ela quem mandava. Falando que o irmão era ilegítimo e não merecia ser Imperador de Tamriel, falhou. DEPOIS, alegou que o herdeiro era ilegítimo, mas falhou de novo. Entrou em guerra por causa disso. A do Diamante Vermelho aconteceu por causa dessas picuinhas com o seu  próprio irmão.

Em 3E do ano 120. Seus esforços para reivindicar o Trono de Rubi resultaram na grande Guerra do Diamante Vermelho, uma guerra civil longa e horrível que devasta, o quarto Império, transformando-o em uma "terra de morte". A maior parte da família Imperial da dinastia Septim foi morta, a fome se espalhou e a guerra civil só terminou com a morte de Potema e de sua linhagem. 

Mas suas ações no campo de batalha cimentaram sua reputação como uma das necromantes mais cruéis e notáveis ​​da história.

Depois da morte do filho em uma guerra que ela mesmo provocou, POTEMA ENLOUQUECE. Primeira coisa que ela fez? Vendeu as almas das tropas caídas pros daedras pra virarem seus zumbis pessoais. Mesmo no leito de morte, se recusou a se render mesmo depois que o território dela basicamente não tinha tropas vivas, só zumbis.

E mesmo depois da sua morte, Potema virou um espírito maligno, assombrando Pelagius III, o deixando Louco, esse foi o último presente dela pro Império..

Após a morte de Pelagius, a linhagem Septim passou para a prima de Pelagius, Kintyra e seus herdeiros, todos descendentes diretos do irmão de Tiber Septim, Agnoritha linhagem retorna à de Tiber Septim, já que Uriel Septim VII era um descendente direto. 

O QUARTO IMPERIO
E depois da Guerra, as coisas se acalmaram em Tamriel, e assim Uriel Septim VII, o filho de Pelagius IV, sobe ao poder em 3E do ano 188. Mas em 3E do ano 189, o mago de batalha de Uriel VII, Jagar Tharn, trai o rei e o aprisiona em uma dimensão de sua criação, ficando lá por mais de 175 anos, no Simulacro Austral, uma região de Oblivion, onde a linha do tempo gira bem devagar, Jagar Tharn, um mestiço élfico com uma longa vida, governou Tamriel no lugar de Uriel se passando por ele, mas incompetente, Jagar não mostrou ter o conhecimento de governo. Antes de Tharn definitivamente quase destruir o Império, foi desmascarado e morto pelo Blades, nesta dimensão para Uriel só se passou dez anos, resgatado do Simulacro em uma Distorção, localizada no Oeste de Vvardenfell, restaurado ao trono em 3E do ano 365, e quando saiu, Uriel VII viu um mundo totalmente diferente. 

Uriel Septim VII

Uriel Septim VII, de aproximadamente 65 anos, reinou até 3E do ano 433. Neste tempo, Uriel novamente une o Império pela primeira vez em séculos e séculos. O Quarto Império de Tamriel mesmo nesses tempos difíceis estava mais perto da total unidade, do até no reinado de seu pai, Pelagius VI. 


A ETERNA LUTA DO BEM CONTRA O MAL
Em 3E do ano 433. Mas um homem mau chamado, Cameron e seus seguidores mataram a sangue frio o seu próprio imperador Uriel Septim VII. Gerando a conhecida A Crise de "Oblivion"  quando os portões do inferno começaram a se abrir por toda Tamriel.. 

O corpo de Uriel Septim VII




No passado da primeira era,, Antes de Alessia fechar os portões e mantê-los fechados, os Malditos Daedras tinham muito mais acesso e presença em Tamriel. Consequentemente, houve mais incursões de Oblivion em Tamriel, devido aos Ayleids (Elfos antigos) que convocaram e barganharam eventualmente com os Daedras para controlar, subjugar e torturar os homens. Eles por muitos séculos eram um império gigante que usava os Daedras para governar toda Tamriel, a ferro e sangue. Santa Alessia a rainha escrava inspirada por Deus, liderou a Guerra Santa contra os Ayleids, com a ajuda da encarnação física de Shor. A partir daí, Alessia com sangue de Akatosh nas veias conseguiu limitar seriamente o tráfego dos demônios entre Oblivion e Tamriel, tornando mais difícil para os príncipes Daedricos se intrometerem em Tamriel. Essa obrigação precisava e muito dos descendentes de Alessia com o sangue de akatosh para usar o amuleto dos reis para que os fogos de dragão fossem acesos para manter fechados os portões de Oblivion permanentemente.

Em 3E do ano 434. E mesmo roubando o amuleto dos Reis, eventualmente o desgraçado ajudou os daedras a reabrir os portões para que o lider daedrico Dagon (conhecido como o príncipe da destruição) pudesse invadir Tamriel com as suas tropas. A cidade de Kvatch, foi a primeira a mergulhar na escuridão, com Hard Rock, Hammerfell e Skyrim que resistiram bravamente às hordas Daédricas. Mas foi nas Ilhas Summerset foram que fizeram a grande resistência; nas batalhas que se seguiu, Feiticeiros e Arqueiros Altmer mataram tantos demonios Daedras que escalaram muralhas sobre montes de seus mortos. O lar natal dos Elfos, as Ilhas Summerset mergulharam na anarquia, Altos Elfos que também resistiram bravamente às hordas Daédricas. Foi lá nas ilhas que a batalha se seguiu,... 

Um dos portões de Oblivion

Mas não foi o suficiente, porém, e a Torre de Cristal caiu, despedaçada pelas máquinas de guerra Daédricas. Os Refugiados massacrados aos milhares. Aqueles que fugiram de barco, descobriram que os Daedras liderados pelo Rei Demônio, o Vampiro Samodayc, haviam conjurado magia de tempestade para impedir a fuga, muitos foram abatidos nos cais e nas docas. Alguns foram forçados a entrar no mar revolto para escapar, mas poucos conseguiram.

Rei Demônio Daedrico Samodayc

Naqueles momentos finais desse desespero, os Daedras não desapareceram por completo de Tamriel.


Daedras aos milhões saíram pelos portões que surgiram por toda Tamriel, destruindo cidades e paisagens. Kvatch, província de Cyrodiil destruída, Ald'ruhn em Morrowind foi seriamente danificada, geralmente, todo o mundo sangrou, exceto os Argonianos. O seu Hist, ou a arvore da vida, envia bravos guerreiros em frenesi para realmente invadirem o reino de Oblivion, o dano foi tão alto que força o príncipe Dagon a fechar os portões em Black Marsh porque ele e suas tropas estavam levando uma surra dos Valentes Argonianos.

Martin Septim

Mas ainda tinha muitos Daedras em Tamirel, mas foi o grande Heroi Martin Septim, que terminou a Crise do Oblivion, e fechando os portões—o amuleto estava perdido, mas Martin virando momentaneamente o proprio Akatosh se sacrificou selando praticamente as entradas para o oblivion, e demorara milhares de anos para os daedras terem a força necessária para tentarem invadir Tamriel novamente. 

Tiber Septim foi o fundador da Dinastia Septim que governou Tamriel durante toda a Terceira Era até a sua linhagem se extinguir de fato com Martin Septim. 

Em 3E do ano 435. Mas - e sem mais bons herdeiros—a Dinastia Septim praticamente estava condenada. O Império se recuperou dos atos, porque o sacrifício de Martim Septim selou a fenda que havia sido aberta pelo Lord Daedrico Mehrunes Dagon de Oblivion, tentando invadir Tamriel. 

Ocato Septim


O Alto Conselheiro da raça Altmer, Ocato Septim se tornou imperador quando nenhum herdeiro legitimo pode ser encontrado para substituir Martin Septim. Ocato era um membro da família Septim fora da sucessão real, mas fez um bom governo, mantendo o Império intacto pelos anos tumultuosos depois da Crise do Oblivion, mas misteriosamente em 3E do ano 455 Ocato morreu, dizem que foi assassinado e isso inicia o Interregno da Coroa-Tormenta, que durou sete anoso seu filho Ocato Septim II,  jovem demais para manter o imperio unido, com suas politicas frouxas, se espalhando lentamente como uma praga em todas as nove províncias habitadas pelos seus povos e suas raças e costumes distintos. Em resumo, mesmo com a clara decadência do governo Imperial, ainda era a grande força política e militar que, apesar de seus altos e baixos, e diversos conflitos internos, o imperio ainda tinha unidade e paz, baseando-se mais em diplomacia, comércio e uma forte estrutura militar. 


O QUINTO IMPERIO
Em 3E do ano 487. Este foi o ano que também marcou o fim da dinastia Septim para sempre, pois uma brecha foi dada, ela se deu para o oportunista Titus Mede, o Rei da região de Colovia que ao matar o ultimo filho da dinastia Septim, aplica um tipo de golpe de estado, aproveitando que a cidade Imperial estava com a defesa fraca devido a grave crise do Oblivion, e com menos de mil homens, toma a capital e se declara imperador

Mas seu reinado durou pouco até o final de 3E do ano 488, Titus Medes I foi morto pela organização de assassinos chamada Dark Brotherhood por vingança, e isso só serviu para incentivar ainda mais a vontade dos Aldmeri Dominion de conquistar tudo e todos.

O Primeiro Aldmeri Dominion, surgiu em 2E do ano 570, era uma poderosa aliança entre Altos Elfos, Khajiits e Elfos da Floresta, conhecida apenas como Dominion, sucedido pelo "Segundo Aldmeri Dominion", agora como a maior ameaça ao estilo mult-racial de toda Tamriel, liderada pelos Lords Altos Elfos ou High Elf Lord, No segundo Aldmeri, sua visão de sociedade, superioridade racial são extremante narcisistas, considerando-se como "deuses" em relação a outras raças, devido a sua extraordinária longevidade, acham no direito de governar todas as outras para sempre.
 
Em 3E do ano 490. O Segundo Aldmeri Dominion, sugere aos fracos lideres imperiais, que pela "paz", banissem o culto a Talos em todo o imperio; que na teoria "deles é claro" traia a paz a toda Tamriel, mas bem longe da realidade, o que de fato aconteceu na prática, a província de Skyrim e partes de Cyrodiil declararam publicamente a independência do imperio alegando intolerância religiosa, que os levou a uma custosa guerra civil que se espalhou, durando mais de 10 anos até 4E do ano 500, o final da primeira guerra civil na província de Skyrim definiu o início da Quarta Era.



Quarta ERA
Em 4E do ano 1. Primeira Guerra civil de Skyrim termina com o tratado do Concordato da Neve Branca. Durante esse tempo, O Alto Rei Hrolfdir e seu filho Igmund Hrolfdir buscaram a ajuda imperial para expulsar os invasores Reachmen. Em troca de sua ajuda, eles prometeram que novamente dariam liberdade ao culto a Talos em Skyrim - ato que havia sido recentemente proibido por causa do acordo entre o imperio e do Segundo Aldmeri Dominio. 

O Rei concorda com o imperio e marcha com sua milícia armada até os portões da cidade de Markarth. Outros atribuem que tais atos, embora a ordem direta do Rei Hrolfdir de executar todos na cidade, tenha sido anulada pela família Sangue-de-Prata, deixando questionável o quanto de autoridade, aquele rei detinha em seu próprio território.

Em 4E do ano 175. Ulfric, lider da facção Stormcloaks toma a cidade Markarth de assalto usando o poder de seu *Thu'um, oficiais Reachmen foram sumariamente mortos, mesmo depois de se renderem, mulheres torturadas para revelar os nomes dos demais guerreiros Reachmen que fugiram da cidade; e qualquer pessoa, Reachmen, Nords ou qualquer outra raça que vivesse na cidade, executada na hora.

*Ulfric Stormcloak não é um Dragonborn. Diferente de Dovahkiin, Ulfric não absorve as almas de dragão, e não sabe falar na língua deles, mas porque ele tinha o grito??. o grito Unrelenting Force (Fus Ro Dah) isso porque treinou com os Barbabrás (Greybeards) em High Hrothgar durante quase 10 anos quando era mais jovem, antes da Primeira Guerra Civil. Ele foi criado para ser um deles, mas deixou o treinamento. Aqui estão os detalhes principais sobre Ulfric e a "Voz" ou Thu'um Embora os Barbabrás sigam o caminho da passividade, treinaram Ulfric, que aprendeu o Unrelenting Force (Força Implacável) e Disarm (Desarmar). 

Em 4E do ano 201. Ulfric aprendeu a utilizar a "Voz" através de anos de dedicação e prática. Usando o grito Unrelenting Force para derrubar o Alto Rei Torygg durante o duelo e tomar o seu lugar no trono, o grito que o deixou vulnerável para que ele o matasse com sua espada pelas costas. O uso da Voz no duelo é considerado por muitos como um ato de traição ou covardia, pois ele usou um poder antigo para garantir uma vitória fácil, enquanto o Império via isso como um "assassinato" para iniciar uma rebelião. Supostamente, Ulfric tinha a saúde mental fragilizada, ordenou a morte de comerciantes, fazendeiros, idosos e qualquer criança com idade suficiente, sem motivos, alegando que eram inúteis para empunhar uma espada, e isso que na visão dele, se recusaram a lutar contra os Reachmen, que tivessem falhado no chamado para lutar ao seu lado, alguns na corte de Markarth afirmando que os atos loucos e cruéis do novo rei no Incidente, deixaram claro que o Rei Ulfric I não era amigo de ninguém. 


O Alto Rei Ulfric I volta a permitir o culto livre a Talos a toda Skyrim. Mas quando a Legião Imperial chegou para restaurar a ordem, o Rei Ulfric recusou-lhes a entrada, mesmo com o imperio concordasse com ele em permitir o culto livre a Talos. Mas Com o caos reinando nas ruas e relatos de mortes aumentando a cada dia, o Quinto Império não teve escolha, invadiu Skyrim com 3 legiões, o conselho estava com medo do acordo de paz com o Segundo Domínio Aldmeri ter falhado, o conselho dos anciões imperiais acabaram em não conceder ao Alto rei Ulfric I e seus homens um novo direito ao culto gerando assim, a nova revolta generalizada em Skyrim.


CAPITULO 2
Novos Tempos
 

Nossa historia se inicia durante o termino da segunda guerra civil de Skyrim contra o quinto imperio, ainda mais longa que a primeira, com um alto custo ao quinto império de Tamriel com SKYRIM dividida, HAMMERFELL e ARGONIA declararam-se independentes da atual dinastia Mede, além disso, forças militares do Segundo Aldmeri Dominion, estavam sem oposição nenhuma no norte e no sudeste de Tamriel, pois as legiões imperiais fracas e sem efetivos devido a longa segunda guerra civil, estava sem recursos necessários para deter no momento o Aldmeri dominion que exigiu ainda mais concessões de terras, para aumentar seu "domínio" nas terras de Solsteeim no norte, Valenwood no sul, e no leste Anerquina e Pelletine no pais de Elsweyr . 

O novo imperador da dinastia, Titus Mede II, assumiu o trono em 178 da quarta era, 206 anos após a morte do seu tetravó, pois o conselho dos anciões e súditos achavam que a atual dinastia era fraca demais para o cargo em questão, mostrado por suas politicas quando ele ainda era primeiro-ministro que premiram ainda mais o enfraquecimento do imperio de Tamriel na então dinastia Mede, e devido a isso, as províncias imperais acabaram por optar por uma entre essas quatro opções;

Titus Mede II


1-Permanecer leal ao imperio e lutar ao lado dele contra o dominion, como as demais províncias.

2-Declarar independência do imperio e se tornar neutro, como Argonia.

3-Declarar independência do imperio e lutar sozinho contra o dominion, como Hammerfell.

4-Declarar independência do imperio e se aliar ao dominion, como Skyrim.

Com o retorno dos dragões junto com o seu chefe (boss), o devorador de mundos, o Dragão Alduin em 4E do ano 201 na província rebelde de Skyrim, um ano depois, nascerá a suposta heroína, uma nova descendente "Dragonborn", que não surgia desde o fim da dinastia Septim.

"Mas um dia surgirá, quando as mentiras do dragão sombrio forem silenciadas para sempre e então! A justa Skyrim estará livre da boca suja de Alduin! Dragonborn é o salvador dos homens!"―Música Dragonborn

Estes acontecimentos foram descritos em um Elder Scrolls lidos pelo próprio Uriel Septim VII a tempos atrás, nele tinha o aviso para o cumprimento da profecia Akaviri, conhecida popularmente como a Profecia do Dragonborn, e este Último dragonborn terá que restaurar o equilíbrio em toda Tamriel, terá que aprender a dominar o thu'um para derrotar os dragões, e o seu mestre, o poderoso Dragão Alduin. Ele ou ela em breve terá que ser convocado pelos Barbas Cinzentas para o seu treinamento sagrado para derrotar o poderoso Dragão devorador de mundos.

Dragão Alduin


A INVASÂO DOS HIGH ELF A SKYRIM
Em 4E do ano 203. , Liderados pela heroina Luthien Lemuel aproveitando o momento da fragilidade das defesas de Skyrim,  ela inicia a sua campanha de invasão pelo mar ao norte,.. 


E Por necessidade, fragilizados pela guerra civil, os moradores locais não tinham força, e assim Skyrim acabou por ser conquistada facilmente pelo Segundo Altmeri Dominion.

Lúthien, a temida Heroína Élfica conhecida também por sua incrível beleza


A conquista de Skyrim por Luthien, desencadeia um conflito entre tropas do quinto império e dos Altmeri Dominion na região dominada pelo clã Stormcloaks que resultou em derrota para os imperiais, e depois dessa batalha, foi assinado o tratado de trégua, o então chamado de "White-Gold Tower Treated " ou Tratado da Torre Ouro Branco.


Em 4E do ano 204. A assinatura deste tratado beneficia apenas os Altmers com a adição de novas terras, inclusive Skyrim, esse tratado que na visão dos Lordes Élficos, demostrou a real fragilidade do atual governo da dinastia Mede no trono do imperio de Tamriel.
 

Em uma Skyrim, parcialmente dominada, com a metade ainda governada pelo seu velho High King. Dito isso, e então chamaram o rei Ulfric pra resolver a questão daquela invasão com o mensageiro na sua frente, dizendo isto ao enviado Thalmor;

"Eu só ajudo o Dominio contra o Imperio se permitirem novamente o culto à Talos aqui na minha terra" Rei Ulfric Stormcloak I

Mensageiro Thalmor em Skyrim
 
O Segundo Aldmeri Dominion fingiram em aceitaram a oferta de Ulfric, foi uma manobra, manipulando o velho e sanil Rei Ulfric, aproveitado que Skyrim tinha uma grande presença significante das tropas do Dominion - cultuar Talos - ainda era proibido, mas por uma lei que o próprio "inimigo" impôs ao imperio,. Um novo incidente teve-se na cidade de Markarth, os Thalmor ficaram sabendo que ali naquela cidade ainda tinha muita gente cultuando Talos, mandou seus inquisidores matarem quase todos naquela cidade, com mais de 5.000 pessoas pereceram neste dia, os Nords são conhecidos pela sua coragem no campo de batalha, mas este incidente foi tão terrível e bizarro, fez o clã predominante, os Stormcloaks e todo o resto de Skyrim ficassem com medo das tropas Thalmors, apontando os dedos pro velho Rei Ulfric, considerando criminoso, o Rei foi morto pelo inquisidores.

O Rei Ulfric I foi executado em 4E 205 em Markarth.
"Eu luto pelos homens que segurei em meus braços, morrendo em terra estrangeira! Eu luto por suas esposas e filhos, cujos nomes eu ouvi sussurrou em seu último suspiro. Eu luto por nós poucos que vieram para casa, apenas para encontrar nosso país cheio de estranhos vestindo rostos familiares. Eu luto pelo meu povo empobrecido para pagar as dívidas de um Império fraco para governá-los, mas marca os criminosos por quererem se governar! Eu lutar para que todas as lutas que eu já fiz não serem por nada! Eu luto... porque devo."― Ulfric Stormcloak I

Os THALMOR, os verdadeiros mestres do Dominion
Os Thalmor"s  uma poderosa facção extremista de Altos Elfos (conhecidos como Altmer) que lidera, todo o Domínio Aldmeri, politicamente e militarmente que buscam a supremacia élfica em toda Tamriel, erradicando a influencia humana. 


"Antes que minha mente entorpecida pudesse compreender o tumulto que consumiu minha amada Ilha Summerset, antes que eu pudesse formular a pergunta "como?", eles estavam lá, gotejando veneno adocicado em nossos ouvidos: os Thalmor. Foram eles que nos salvaram, alegavam, realizando magias profundas e sutis. Foram seus esforços, seus sacrifícios, que livraram os Altmer da extinção. Oh, como fomos tolos. Queríamos tanto alguém a quem agradecer por pôr fim às nossas tribulações, que prodigalizamos nossa gratidão ao primeiro que se apresentou para reivindicar a glória. Com esse simples ato de gratidão, permitimos que uma podridão vil se infiltrasse em nossa terra natal, corrompendo nossa outrora nobre e distinta civilização".— Lady Lathenil de Sunhold

Surgiram como um partido político nas ilhas de Summerset, os Thalmors ganham poder após a Crise de Oblivion, alegando terem fechado os portões sozinhos, habilidosos em magia arcana, governam com mão de ferro, as Ilhas Summerset como inquisidores, caçando adoradores de Talos e os Blades sob os termos do Concordado de Ouro Branco, um tratado fantoche que eles mesmos impuseram ao fraco imperador Titus Mede II. 


Os Thalmors acreditam que TODOS os High Elf são uma raça superior desejando restaurar o domínio élfico em toda Tamriel, e apagar TODA a história humana. Eles Vêem a divindade Talos (o dragonborn Tiber Septim) como ameaça, considerando uma abominação aos seus deuses, o que levou à proibição de seu culto, eles são a espinha dorsal do Domínio Aldmeri, que controla toda Summerset, Skyrim, Solstheim, Valenwood, partes de Stromcloak e Elsweyr. Como Altos Elfos que são, naturalmente talentosos com magia arcana, utilizando feitiços poderosos com suas armaduras élficas negras. São vistos perseguindo ativamente os adoradores de Talos e a ordem Blade, usando o tratado de paz como pretexto. 

Os Aldmeri Dominion, quer tornar todas as Raças, ESCRAVAS, e não tolerará nenhum um culto a um deus, que é a imagem e semelhança de um ser humano.

Caso aconteça, e vai acontecer, a grande guerra com o Aldmeri dominion, o primeiro passo dele naturalmente seria invadir Cyrodiil e, em seguida o reino independente de Hammerfell,. eles não conseguiriam se defender de novo, pois o atual Império aceitou o Acordo White-Gold. Hammerfell vê isso como traição do atual imperador, os Red Guards que declararam a sua independência para sozinhos continuarem a guerra ,, não relevante aos planos do Dominion para a dominação total de toda Tamriel, derrota-los seria apenas uma questão de tempo. 

MORROWIND
A Terra anteriormente chamada Resdayn, Veloth, Dwemereth, Dunmereth, e agora "Morrowind" nas últimas Eras. Localizado no nordeste de Tamriel, o pais de Morrowind é um lugar alienígena em relação ao resto deste mundo. A quarta província sobreviveu milagrosamente ao Ano Vermelho, a grande catástrofe natural, da erupção do vulcão da terra vermelha.

Nerevarine

Quando o grande herói de Morrowind retornou reencarnado em 3E do ano 427,  O dummer foi até a cidade de Vivec vendo o grande cometa congelado acima daquela cidade, indo até o seu senhor. Ele perguntou pessoalmente ao falso deus Vivec, se por "gentileza" poderia remover o cometa.. 

Vivec disse; "Eu mesmo teria feito isso se quisesse, Hortator tolo. Vou mantê-lo lá com a sua última intenção intacta, para que, se o amor do povo desta cidade por mim desaparecer, ela também desaparecerá, eu sou o poder que impede a sua destruição.’

Nerevar responde: ‘O amor somente está sob sua vontade?.’

Vivec sorriu e disse, "Hortator tolo, e tu? havia se tornado um Ministro da Verdade?".

Com a queda do Cometa na crosta terrestre da cidade onde Vivec era adorado tendo o mesmo nome que ele,(que ironia) o impacto gerou uma grande explosão direto na placa tectônica que despertou do vulcão, com outra explosão 10 vezes maior, parte do céu escurecido por furiosas tempestades de cinzas expelidas da Montanha Vermelha,.. 


A explosão do maior vulcão do continente de Tamriel, gerou um tsunami que varreu todo o mar dos fantasmas (Sea of Ghosts), ao Leste, e a ilha Solstheim ao Oeste, ilhas pequenas foram perdidas, milhares morreram, o enorme vulcão com mais de 5000m fez com que metade daquela província fosse destruída,. Nerevar e Vivec sucumbem a explosão, a cidade que tem o seu nome, sofreu danos severos, mas por incrível que pareça ficou de pé.. 

"Todos os falsos Deuses, são a pura imagem da arrogância desmedida"_ Nerevarine

Dizem alguns que, Nevervar sobreviveu após o ocorrido, partindo em uma expedição rumo a antiga terra de Akatosh, e de onde nunca mais foi visto desde então. Vvardenfell, é a provincia imperial onde se localiza a terra de Morrowind, seu centro, a Montanha Vermelha. 


A flora e a fauna, é bem diferente aqui em relação a Tamriel,  formas de plantas sobrevivem à queda regular de cinzas, Os Dunmers, e demais sobreviventes de outras raças cuidam de rebanhos, especialmente os insetos gigantes Netch, especialmente para transporte sobre os rios de Lava, sendo possível observa-los montando estes insetos extremamente grandes, pairando em cada cidade,  quando se visita Morrowind, mais da metade do seu território "derretido" é gerado pela atividade vulcânica que cria rios de lava regularmente. 


Grande parte da sua paisagem é montanhosa, devido ao vulcão eternamente ativo, em parte, ela bem parecida em relação a sua vizinha Skyrim, execto que um é frio e o outro é quente.  


Durante séculos, Dunmers das Grandes Casas de Morrowind tinham o péssimo hábito de invadir o Pântano Negro para capturar Argonianos e escravizá-los. Isso gerou um grande ressentimento generalizado na população Argoniana, revoltas tornaram-se bastante comuns em Morrowind, particularmente perto do fim da Terceira Era,. Coincidentemente, exércitos Argonianos vindo do Pântano Negro foram avisados ​​depois da iminente Crise de Oblivion, reunidos pelo Hist e, portanto, preparados antes da abertura dos Portões. 

Em 4E do ano 6. Os Argonianos invadiram Morrowind com força, devastando a metade sul da província. Pouco se sabe sobre o curso dessa invasão, exceto que Mournhold foi saqueada e destruída, a Casa Redoran consegue deter o avanço Argoniano pelo pais. As forças Argonianas conseguiram chegar até a cidade de Tel Vos, e devastaram as terras da Casa Telvanni. Da mesma forma, a Cidade de Vivec , foi reivindicada pelas forças Argonianas. 

Em 4E do ano 100. Naquela baía, Argonianos realizam ali seus rituais normalmente, se estabeleceram por alguns anos, mas foram expulsos de lá provavelmente quando o Dragão Umbriel sobrevoou aquela região. 


Em 4E do ano 150. As poucas guarnições da Legião Imperial que permaneceram isoladas pela erupção da Montanha Vermelha e foram insuficientes para defender Morrowind durante a invasão argoniana. Finalmente conseguiram retomam aquela região, se estabelecendo ali.

Em 4E do ano 205. Devido a tudo isso, teve-se a criação de um Reinado em Morrowind,  aprovada pelo conselho e pelo atual imperador, essa medida necessária para ajudar o seu não tão grande imperio em uma futura Guerra contra o Altmeri Dominion, este rei serviria como um mero representante imperial neste pais que resistia as investidas do dominion, um rei titular empossado depois do primeiro Armistício, iniciando rapidamente a reconstrução desse pais. 

Pois, a guerra contra o Segundo Aldmeri Dominion estava se aproximando.

Uma militar do então, Reino de Morrowind realizando a patrulha da noite

O Rei de Morrowind, figura decorativa do que um governante ativo, possuindo uma variedade de poderes no seu governo. Seus decretos geralmente abrangem questões locais de comércio, assentamentos, e policiamento provincial, em alguns casos mais abrangentes, a proibição do comércio de escravos e a reestruturação do Grande Conselho. 


Historicamente falando, o rei  de morrowind era mais um fantoche do imperador, o atual rei, era um Bretão chamado Delcio da antiga casa Dragonborn que como tinha muito pouco poder, com a maior parte dada sobre o Grande Conselho e as Grandes Casas. 

Um dragão depois de séculos atacando a cidade de Caldera-Morrowind
em 4E do ano 206

O Templo e o Tribunal tinham uma grande influência, o Rei era um homem doente, deixava seu afazeres reais ao cargo daquela que tinha acabado de derrotar aquele mesmo dragão vermelhosua única filha a condessa da cidade de Caldeira, Mirrian Dragonborn.

A Maga de Batalha,
Condessa Mirrian Dragonborn


Segundo a antiga tradição, um Dragonborn legitimo representa o quão valoroso o ser humano deve ser, antigamente acreditam que representam o fim de todos os inimigos e a perpetuação da paz. Contos também falam de Dragonborns antigos que foram grandes e poderosos Matadores de Dragões que ajudaram na criação da sociedade, uma crença que as Lâminas da Antiga Era, eram a razão pela qual a Guarda Dragão Akaviri veio a servir o mais famoso e um Dragonborn conhecido, Reman Cyrodiil. 


Concidentemente as historias contidas nos Elder Scrolls, são mais como profecias que ditam o presente e o futuro, com Heróis que muitas das vezes, saem do anonimato para os livros de historia. As dinastias de antigos Imperadores de Cyrodiil, e posteriormente do imperio de Tamriel, levaram à crença comum de que o sangue de dragão era hereditário, alguns vindos da linhagem da antiga casa Dragonborn, embora outras da dinastia Septim, como é uma bênção individual, mas não se saiba como ou por que era de fato concedida. 

A PROFECIA DO DRAGONBORN
"Os antigos dragões de Tamriel possuíam a habilidade inata de aprender e projetar sua Voz. Eles também são capazes de absorver o poder de seus irmãos mortos. Alguns mortais da nossa casa nascem com habilidades semelhantes — se isso é uma dádiva ou uma maldição, tem sido motivo de debate ao longo dos séculos. O que você já aprendeu em poucos dias levou anos para ser alcançado, mesmo pelos mais talentosos. Alguns acreditam em nossa casa que humanos e elfos, os verdadeiros Nascidos do Dragão são enviados ao mundo por Deus, em momentos de grande necessidade."― Arngei, membro da casa Dragonborn.

A CASA DRAGONBORN
Os nascidos desta nobre e antiga casa, os também chamados de Dovahkiin na Língua dos Dragões, são indivíduos humanos e elfos com o corpo mortal, mas com o sangue e a alma de um Dragão. A profecia da Casa diz, que um membro é escolhido por Deus em tempos de grande necessidade para restaurar a ordem e o equilíbrio no mundo, alguns membros antigos desta casa, embora falta provas cabíveis, que afirmam o antigo imperador Tiber Septim I, era um filho perdido da casa Dragonborn e notoriamente digno de ser o segundo usuário depois de Alessia do amuleto dos reis.

Mirriam da casa Dragonborn

Não se sabe como um Nascido do Dragão é escolhido por Deus. 
Não se sabe ainda se os "Nascidos do Dragão" eram de fato ser apenas da Casa Dragonborn, não se sabe também se todos Nascidos são capazes de usar o Amuleto dos Reis e acender as Chamas do Dragão, não se sabe, se o nascido sabe usar o "grito" ou ler um Elder Scrolls, ou até falar a lingua dos Dragões, tudo e "incerto" na vida de um nascido do Dragão, mas a verdade é, que são o conjunto dos atos de um Dragonborn que define claramente, ser um sinal das bênçãos de Deus para o continente de Tamriel. 

Em 4E do ano 207. E como tudo na vida "quase sempre" coisas nunca começam de maneira casual, teve-se o ato mais improvável de todos nos arredores das minas de Balmora, que mudará o mundo, dado entre o Mendigo e a Condessa mudando o destino de todos, o encontro entre o RedGuard, Danil Maxximus, conheceu ao acaso aquela linda mulher Bretã de cabelos vermelhos, que o aborda pedindo informação sobre o lugar, e que futuramente seria a sua esposa, e herdeira da casa, Mirrian Dragonborn.

Mirrian Dragonborn e Danil Maxximus


O relacionamento entre Mirriam e Danil era feliz até o seu primeiro ano, quando um maldito nobre, com quem a princesa teria feito amizade por pena, disse que ela havia se envolvido em uma conspiração por causa do seu envolvimento como o red guard, o Conde Sven, alegava que livraria a casa Real de Morrowind de uma extrema vergonha, pois nenhuma Nórdica ou Bretã casaria com Danil por conta de sua pele preta, e nenhuma Elfa Negra o teria por conta de sua ascendência estrangeira e, foi o conde que armou uma cilada para Danil para captura-lo e vendê-lo como escravo em Rihad, mentiria para Mirriam que já estava gravida de Danil, dizendo que seu companheiro partiu e que tinha voltado para sua terra em Hammerfield.     

“Que farei sem minha Mirrian?” 

Disse o pobre redguard chorando e tremendo, trazido como um escravo inocente, vivendo em um estábulo perto de Rihad, 

Mas um menino Argoniano, chamado de Straw, disse que deveria escapar se desse valor à sua virtude, mas que ele seria como o seu protetor, Danil concordou com o plano; e naquela mesma noite disfarçados, o par de escravos escapou para a cidade mais próxima chamada Passo Branco

Após alguns dias lá, arrumaram trabalho como guardas de uma caravana de mercadores desonrados. A caravana indo ao leste pelas estradas secundárias numa mendaz tentativa para evadir dos impostos de ordeiros cobradores nas estradas imperiais. Então o par evadiu da perseguição até que alcançaram a cidade próxima, onde cessaram suas viagens. 

Eles se sentiam seguros em Fendal, mais próxima à Morrowind, até Danil tomar coragem para voltar no ano de 208 da quarta era para reencontrar Mirrian Dragonborn, explicando a ela exatamente o que houve, o conde nunca mais foi visto, gratos pelo argoniano que Salvou Danil, Mirriam e seu marido Danil se dedicam seus dias, para acabar de fato com TODA a escravidão dos mesmos Argonianos no Reino de Morrowind.

A PRIMEIRA GERAÇÂO DA CASA DRAGONBORN
Em 4E do ano 209. A filha de Danil e Mirrian, nasceu saldável no Forte de Almalexia que hoje pertence ao Reino de Morrowind. Criada em todo o luxo e segurança dignos da nobreza até a idade de cinco anos.,  Titus Mede II, o então Imperador, segundo ele, que os decadentes governantes de Morrowind  se curvassem as suas reformas imperiais. Confiante, o idoso rei de morrowind em seus últimos momentos de vida respeitosamente recusa a proposta do imperador Titus Mede II, iniciando assim as animosidades e a resistência contra o decadente quinto imperio desta dinastia. 

"Você é o Nascido do Dragão. As regras não se aplicam a você. Você pode gritar como os dragões... sem treinamento, por instinto inato." — Ulfric Stormcloak

Nos próximos anos, Kumiko crescerá graciosa e inteligente, com um temperamento doce, e uma alegria que seus todos amam. Sua aparência levemente mestiça, sendo filha de um redguard com uma bretã, a Kumiko Dragonborn se distingue das garotas de sua idade por sua forte empatia pelas florestas e campos, costumava escapar de seus afazeres para treinar com a espada. Danil e Mirriam criam sua filha Kumiko como uma verdadeira princesa guerreiro para que ela fosse apropriadamente educada com um proposito maior, alem dela ser mais uma "herdeira do Dragão", ensinando-a com virtudes da obediência, discrição, lealdade e piedade ensinados e passados da Casa Dragonborn a séculos, instiladas em sua personalidade, característica física marcante entre os herdeiros do Dragão, seus olhos emitem uma cor alaranjada visível até no escuro. 

"Enquanto o Sangue do Dragão correr forte em seus governantes, a glória do Império se estenderá por anos ininterruptos." da liturgia Chamas do Dragão 

Em 4E do ano 210. A Grande Guerra começa quando o então atual Imperador Titus Mede II, aconselhado pelos lideres de outras Províncias Imperiais, Inclusive o rei de Morrowind, se recusa a ceder as novas exigências do Domínio Altmeri, que entre outras coisas, queria que o imperador concedesse, ENORMES porções de terra, incluindo o sul de Cyrodiil, e o Norte de Morrowind. Não atendidos, os Thalmor com um exercito enorme de 400.000 soldados, invadiram e ocuparam partes de Hammerfell, Argonia, Morrowind e partes de Cyrodiil, unido todos de Tamriel contra o Aldmeri Dominion, iniciando, a Grande Guerra.


Os redguards valentes até o fim, na sua luta heroica de 1 ano para expulsar o Dominion de suas terras, as forças Thalmors  foram expulsas de Hammerfell em 211 da quarta era. A noticia da primeira grande derrota do dominion, deu animo ao império e aos demais reinos que ainda combatiam o poderoso imperio Altmeri, e estavam perdendo ate então.


Em 4E do ano 212. O rei de Morrowind, Delcio faleceu de causas naturais e, naturalmente, a sua filha Mirrian Dragonborn, assumiu o trono como nova Rainha do Reino de Morrowind.

A Rainha Mirrian da Casa Dragonborn


O MASSACRE DA CASA HLAALU
Em 4E do ano 213. como seu primeiro decreto Real que pune até com a morte, aqueles que insistem em praticam escravidão no reino de Morrowind, como a casa Hlaalu, que desafiou publicamente as ordens da Rainha Mirrian alegando que "lideres estrangeiros" nunca terão o direito de interferem em seus assuntos pessoais e culturais,.. 


..E assim pra servir de exemplo; a Rainha pessoalmente promove um verdadeiro massacre na cidade de Balmora e regiões, eliminando mais ou menos 66 pessoas, quase todos os membros dessa casa num único dia. 


Isso pois seu pai, seguindo recomendações do imperador, o antigo rei fazia aquela "vista grossa" a esse velho costume das casas nobres de morrowind, a Rainha quis com este ato, mostrou a todos que governaria de forma diferente..

A Rainha Mirrian que se apaixonou pelo plebeu Red Guard estava sem obstáculos para se casar com aquele "mendigo" que conheceu nas minas de Balmora, transformando seu companheiro, de um mero mendigo, um guerreiro forte e habilidoso, seu fiel parceiro nas batalhas, mas tarde investigando a arvore genealogia de Danil, descobriu-se que tanto seu pai, como o seu avo eram reis do reino de Hammerfell com o titulo emérito de Carl Maxximus Dragonborn sendo membros antigos da Casa do Dragão naquele pais.

O Cavaleiro e Conde
Danil Maxximus Dragonborn

Danil Maxximus, agora também com o nome "Dragonborn", não podia ser o rei, e foi nomeado, Conde tendo seu feudo, Charconegro, Caldeira na pequena cidade central de Morrowind. Em resumo, A Rainha Mirriam e seu marido, o conde Danil, estavam cumprindo como parte da profecia dragonborn, sendo perfeitos para tomarem lugar legítimo como membros do destino criando uma nova classe dominante em Tamriel.


Muitos redguards em Hammerfield possuem um enorme rancor contra o Imperador Titus Mede II, afirmando que o primeiro acordo a séculos atrás com os Thalmor foi um grande erro,.e sabendo disto, Rainha Mirrian, sem o imperador Titus Mede II saber é claro, envia do seu mais valoroso general, o seu marido o conde, Danil Maxximus Dragonborn, negociar uma aliança secreta entre O reino de Morrowind e o reino de Hammerfell.

E além disso, a rainha de fato consegue abolir a escravidão, embora não totalmente, a nota é de agradecimento formal, e pedido de aliança mutua vindos do reino de Argonia, finalmente foram aceitos de imediato, selando a paz entre Argonia e o novo governo do Reino de Morrowind..


Como segunda medida do seu reinado, a Rainha transfere da antiga capital, as ruinas de Mourhold, para a reconstruída Ebonheart, sido parcialmente destruída durante o grande colapso do Vulcão e da invasão de Argonia, e fazendo dela a nova capital do Reino de Morrowind.
 

Mirrian uma "dragonborn" com forte temperamento, essa primeira medida, contrariou totalmente o poder do tribunal que até tentou uma breve resistência, mas foi em vão, assim a rainha consegue renomear outra cidade como a nova capital do reino..


Como outra medida polemica, a rainha abole um velho costume, sobre o casamento, ser apenas valido, com uso de certos amuletos, e ser apenas entre membros da nobreza.


Mas, nem todos os indivíduos elfos eram preconceituosos, principalmente entre os Altmeri que pelas "graças a Deus" não são todos iguais aos Thalmor, que conforme seus planos de superioridade racial finalmente revelados a todo povo élfico, muitos não concordavam, a ditadura da Rainha foi implantada em Summerset, High elfos e Bosners fugiam de seus domínios regulamente. 

"O Domínio Aldmeri governado pelos Thalmor's, são uma cabala Altmer de ladrões e assassinos dedicada à supremacia élfica e nada mais." _Luthien Lemuel

Em 4E do ano 215. O Reino de Skyrim, agora finalmente independente de fato, conseguiu expulsar os Thamor's de seu gelado território, contando com a força de seu novo High King Ulfric II, o filho de Ulfric I, o reino contava também com ajuda do Reino de Morrowind..


Incluindo ex-soldados se aliaram aos seus inimigos, com Luthien Lemuel que conquistou muitas das terras que estão em nome do dominion,


Arrependida em ter lutado com eles, pois na visão da Heroína, A Facção Thalmor se revela como piores que os Demônios Draedas, eles são um bando de elfos opressores que dominam o pobre povo de Summerset.

Lúthien, Traiu os Thalmors ajudando Skyrim pedindo asilo em Morrowind.

Em 4E do ano 216. A Rainha de Morrowind, Mirrian Dragonborn pelo seu novo decreto real.. uma total independência ao imperio, que sem forças para retalhar e sem dinheiro nos seus cofres, o fraco imperador politicamente e militarmente nada fez para evita-la.

O imperio em total desvantagem na Guerra em relação aos Thalmor em questão de recursos e poderio militar, estava bem perto da sua aniquilação, restava apenas a Região de Cyrodill e Hard Rock, demais Reinos acabaram por se tornarem independentes, tinham recursos em sobra e forças militares fortes, Hammerfell, Skyrim, Morrowind e até Argonia estavam bem melhores que o atual imperio da dinastia Mede. 

A Rainha de Morrowind, Mirrian Maxximus Dragonborn conversando com uma nobre Aldmeri


Durante à Crise de Oblivion, as Chamas do Dragão se apagaram.
O último dragonborn da linhagem Septim, se sacrificou junto com o Amuleto dos Reis para restaurar permanentemente a barreira liminar para deter os Daedras. E assim, a linhagem dos Nascidos do Dragão que por pura ganancia da dinastia Mede tinha sido abruptamente interrompida por meio de diversos assassinatos no final da Terceira Era e o inicio da Quarta era, que posteriormente usurpou o controle do Império de Tamriel, e seus governantes não possuíam nenhuma característica dos Nascidos do Dragão, e deve ser por isso que e breve, eles terão o seu fim.




CAPITULO 3
Tempo de Guerra




A INVESTIDA DA RAINHA ELFICA
Em 4E do ano 218. Os Thamor lançam a invasão de grande escala dessa vez com 800.000 soldados. O objetivo e tomar o controle total da zona central de Tamriel. A maioria dos exércitos dominion invadiram o núcleo do quinto imperio com força, que incluía até a rainha ..Lady Ayrenn Arannelya e suas forças divididas em duas, uma direto para Cyrodiil Ocidental, atravessando a região de Valenwood, e outra, evitando Anvil e Kvatch cruzando Argonia pelo leste. 

A Filha da Rainha Hidellith, a criadora do primeiro dominion aldmeri na segunda era,, Ayrenn Nascida em 2E 555, é a sua filha mais amada, uma Elfa bela, inteligente e aventureira. Que Desapareceu jovem com 200 anos de idade e seu irmão Naemon passou  ser nomeado herdeiro do trono , , *200 anos para um high elf essa idade representa a adolescência de um ser humano de 14 anos, Vivendo num total de até 800 anos


Ayrenn retorna 727 anos depois para clamar seu direito de sangue. Seu retorno inesperado durante a crise de Oblivion em 3E 433 e sua coroação repentina durante a crise a tornaram uma "Rainha Imprevisível", quebrando tradições e desafiando novamente o status quo dos Altmers por séculos. 


Somente em 4E do ano 20, a rainha consegue o poder com seu "Segundo Altmeri Dominion" uniu as Ilhas Summerset, Valenwood e Elsweyr, formando novamente a poderosa aliança do Aldmeri seguindo o legado de sua mãe  e "segundo ela" esta aliança contra a corrupção dos homens. Durante seus anos de desaparecida, viajou por Tamriel, aprendendo sobre outras raças e as corrupções do continente, que moldou a visão de uma governança élfica absoluta.


Em 4E do ano 219. Batalhas navais foram travadas no Lago Rumare e ao longo do Niben, entre a marinha imperial não teve chance, contra a marinha dos exércitos do dominion que consolidaram os seus ganhos enquanto continuavam avançando mais adentro. A única cidade que resistiu bravamente foi Hegathe, mas acabou caindo dias depois, a liderança militar Dominion envia todas as suas forças e recursos disponíveis para uma segunda invasão a Cyrodiil, essa foi até chegar na Cidade Imperial. As muralhas foram quebradas, liderados pelo Khajith, o General Koa'tha, entraram naquela cidade, a mando de sua rainha. 

O Palácio Imperial e, a Torre Ouro Branco saqueados e parcialmente destruídos, a população civil foi gravemente afetada. Eventualmente, a luta tornou-se muito mais para o outrora grande Império pudesse aguentar. Com as legiões Imperiais praticamente destruídas na segunda Batalha do Anel Vermelho e, Titus Mede II executado pelas mãos da própria rainha Arannelya, e assim, o glorioso Império de Tamriel, "parcialmente" deixa de existir.

O saque da Rainha Élfica a Cidade Imperial em 4E 219


Em 4E do ano 220. As cidades da  região de Cyrodiil, Bravil e Anvil caíram para as forças dos Aldmeri Dominion facilmente. 


Ao mesmo tempo, surgem forças combinadas dos reinos de Morrowind, Argonia, Skyrim, Hammerfell e Hard Rock, que se adentram com suas forças combinadas para dentro de Cyrodiil pelo mar do sul. Violentos confrontos entre a Marinha da recém criada Aliança e a poderosa Marinha do Aldmeri Domínio ocorreram no Lago Rumare com uma vitória parcial desta nova aliança conhecida por todos como;   Aliança Dragonborn. 

Aliança Dragonborn

Nos próximos anos, a aliança dragonborn será a única força contra os Aldmeri dominion, que mudou seus objetivos militares, tomar apenas a Cidade Imperial, para tomar a região de Cyrodiil, a derrubada da dinastia Mede foi um bonus, e isso fez com que os reinos por medo reforçassem as fronteiras devido a ameaça e poderio militar do Domnion.

Todas as raças unidas novamente com o único objetivo, derrubar o dominion para sempre

Em 4E do ano 221. Enquanto a Rainha Élfica realizava varias investidas em diversos lugares de Tamriel, O general Danil, em sua pátria, Morrowind, cuidava da defesa daquele Reino contra as hordas dos Thalmors tentando invadir diariamente, o velho redguard estava ao lado de sua jovem filha de 13 anos, Kumiko Dragonborn.

Kumiko e seu pai Danil, em patrulha do vilarejo de Senda Neen.

Kumiko Dragonborn com 13 anos de idade

Em 4E do ano 222. Os exércitos dos Altmeri ou Aldmeri Dominion conquistam o reino de Argonia, milhares de refugiados fogem para Morrowind, porque a Rainha Mirriam tinha abolido a escravidão dos mesmos a tempos atrás, e ao mesmo tempo reforçando ainda mais suas fronteiras, temendo uma invasão do poderoso dominion ao Reino de Morrowind.


O sucesso da invasão da Rainha Élfica em Cyrodiil surpreende toda Tamriel, e assim o seu Domínio e os Thalmors. Inicialmente decidem partir para a dominação total de Tamriel, o plano era que as Forças Armadas do Domínio tomassem Hammerfell e Cyrodiil, com invasões a Morrownd apenas uma distração. O Domínio avançou profundamente em Cyrodiil e arredores, conquistou poderosas cidades, Anvil e Bravil com facilidade, rainha Ayrenn concluiu que ninguém seria pareô para a sua perfeita e imparável maquina militar do Dominio Aldmeri. 

Bandeira Imperial do Segundo Aldmeri Dominion

O poderoso exército do agora imperio do Segundo Aldmeri Domínio conhece e utiliza a clássica formação de falange, usada anteriormente pela extinta legião imperial, e foi com esta tática que a dinastia de Tiber Septim com suas legiões dominaram Tamriel por séculos. 


Soldados do Domínio são conhecidos por usar uma combinação de truques, subterfúgios e magia. Cada raça dominion é conhecida por usar uma variedade de táticas diferentes em combate. As armas e armaduras do Exército são padronizadas para todas as tropas e desvios das normas não são aceitáveis. O design das armaduras e das armas são belas e elegantes

Os Bosmer conhecidos por atacar de diferentes lados usando arcos e flechas para derrotar seus oponentes. Os Khajiit se desarmados, esses guerreiros usarão seus instintos ferozes, e suas garras afiadas como navalhas para rasgar armaduras leves e médias, e até o corpo dos oponentes, foram observados em combates tanto a sua ferocidade, quanto a inteligência, usando até suas caudas para segurar facas e armas de arremesso, e usando-as com precisão mortal. Os Altos Elfos conhecidos em combate por usar muita magia arcana para obter a vantagem nas batalhas seja por buffs ou por magias elementais; as forças da Aliança Dragonborn são instruídas a encurtar a distância para evitarem serem mortas por magia Élfica de tiros a distancia.

O SEXTO IMPERIO 
Em 4E do ano 225. Mesmo com anunciado e prenunciado colapso do Ultimo Império de Tamriel, províncias nunca reafirmaram de fato suas independências, conquistas eram divididas entre os vencedores da Aliança Dragonborno consenso geral dessa aliança militar de ex-províncias imperiais falou alto, cogitaram que um "novo" imperio sucederia o ultimo Império da dinastia Mede, e obviamente se Titus Mede II e sua general Vittoria Vici estivessem fazendo seu trabalho sem medo de iniciar uma guerra em grande escala, contaria além da força individual dos Nords, ambas as potências lutando juntas, contra o poderoso Altmeri mesmo com sua maestria na magia arcana Thalmor, perderiam esta guerra.

Lideres de Skyrim, Argonia e Hammerfell, 
assinam o acordo dragonborn em Morrowind, para a a criação do sexto imperio de Tamriel

A falta de clamantes legítimos pelo Trono de Ruby finalmente fora sanada, será iniciada a partir da dinastia dragonborn, vinda da primeira rainha do reino de Morrowind e agora a nova imperatriz do então sexto imperio de Tamriel, Mirriam Dragonbon I.

Imperatriz Mirriam Dragonborn I

A aliança criada a partir da crença de que no Reino de Morrowind, vindo da casa dragonborn, viria aquele ou aquela que uniria novamente as raças de Tamriel em um único imperio como fez o dragonborn Tiber Septim no passado. Assim o novo Império de Tamriel, que agora de forma bem diferente do anterior governado por sucessores legítimos "nascidos do Dragão" e não uma sucessão de fingidores que viriam a se tornar imperadores apenas por conquista, como foi com na antiga dinastia Mede.

Um Nascido do Dragão (ou Dovahkiin na Língua dos Dragões) é um mortal abençoado com o Sangue e a alma de Akatosh, nome significa chefe dos Dragões Divinos. Algumas fontes afirmam que Nascidos do Dragão tem fragmentos da alma de Akatosh e compartilham esse status até com o dragão Alduin e possivelmente com toda a espécie dracônica. Aqueles com essa "bênção" possuem aptidão extraordinária no uso do Thu'um, capazes de absorver o conhecimento diretamente de dragões mortos. Essa habilidade especialmente em um ser humano gera medo e ódio nos dragões, pois a remoção de alma rompe sua imortalidade e os torna facilmente alcançáveis. O primeiro Nascido do Dragão,  foi Miraak , um sacerdote elfico, com sangue de dragão na Era Merética que usou o Thu'um em uma revolta contra seus mestres Dragões. No entanto, o título é frequentemente associado aos "Imperadores Nascidos do Dragão" de Tamriel.

A imperatriz e sua filha e também sua sucessora, a princesa Kumiko Dragonborn

Em 4E do ano 226. Especialmente este "novo" Império finalmente e somente agora estava recuperando territorios perdidos na Grande Guerra contra o segundo Aldmeri Dominion, agora estava tendendo a depender mais de voluntários individuais vindos da aliança dragonborn, mas do que de outros impérios anteriores, isso iria mudar em breve. 

O embate das Rainhas das duas superpotências que decidirá o futuro de Tamriel

Pois, a própria Legião imperial foi gradualmente substituída pelo 
Exercito Imperial de Tamriel. 


O novo Exercito imperial de Tamriel for formado em Morrowind em 4E 227, sendo a fusão da antiga Legião imperial e o Exercito misto da Aliança Dragonborn que deu lugar a este novo Exercito surgindo ainda mais forte e treinado que os anteriores. 


O componente principal do exercito imperial ainda é infantaria pesada, formada por soldados que lutam a pé, armados com lança e espada, protegidos por uma armadura escura segmentada.

 
Já os arqueiros usam capacetes e armaduras também escuras e um escudo retangular convexo, já os soldados de elite e os centuriões, usam um capacete de aço Élfico Valiriano, sendo que o mais utilizado neste período é o novo modelo imperial chamado gálico.

O aço valiriano é escuro como fumo e possuem ondulações no aço dobrado sobre si várias e várias vezes. São leves, mais fortes, e bem mais resistentes e muito mais bem mais afiadas que as melhores espadas de aços forjados em todos os castelos de Tamriel, já que nenhum artifício é necessário para manter o gume desse aço, uma espada deste nunca perde o seu corte, mesmo estando bastante danificada ou até quebrada. Pois segundo os Altmers e Khajjits de Elsweyr, , o aço valiriano não existe em nenhum lugar do planeta como matéria prima, ou seja, ele não é achado em minas como um minério especial mágico que possui propriedades especiais,. Pois a forja do Aço valiriano é um segredo Élfico bem guardado a séculos, dizem que ele é possivelmente forjado com fogo de Dragão nas forjas da cidade de Valíria, além da sua fabricação envolver feitiços. 

Os templários, os primeiros voluntários na linha de frente, com espadas de aço Valiriano

Desde sempre, há um negócio "secreto" entre os nobres imperiais e Valíria sobre a aquisição de aço valiriano, mas só após a instalação do posto mais avançado pelo mar ocidental de Tamriel, uma pequena ilha que ficou conhecida como Pedra do Dragão, que essas negociações se expandiram, mas não o suficiente para todos os senhores e reis que o desejavam. Mesmo as casas menores e empobrecidas de Elsweyr são extremamente ligadas as suas armas de aço valiriano e não ousam vendê-las, mesmo com propostas muito generosas. Até mesmo após a unificação dos Reinos pelo Tiber Septin I, a história do aço valiriano e do Imperio de Tamriel estão alinhadas, já que os símbolos da realeza, sua coroa e sua espada lendária conhecida como Blackfyre, são feitas 100% de aço valiriano, assim como a espada da Rainha Visenya Targ, a Irmã Negra. Como era o costume da Antiga Valíria, após a morte do Rei Aegon III, o Conquistador, cremado com fogo de pira e do seu próprio dragão Vhagar. A sua Blackfyre estava junto do rei dragonborn na ocasião, mas quando a chama se extinguiu, seu filho o Príncipe Maegor retirou a lâmina intacta que levemente enegrecida dos restos mortais de seu pai, o que comprovou a resistência e a fama do aço valiriano até ao fogo de dragão. Depois disso, a Blackfyre foi passada de geração em geração para os herdeiros de Tamriel, até Titus Mede I, o Indígno, entregá-la a espada lendária Rainha Élfica como parte das compensações. 


Por mais que ainda haja milhares de espadas de aço valiriano no mundo, existem apenas duas mil duzentos e vinte e sete armas dessas em Tamriel, de acordo com o livro Inventários do Arquimeistre Thurgood. A história recente de Elsweyr está intimamente ligada às lâminas Valirianas, antes da Guerra da Conquista, elas são relíquias preciosas de casas nobres de Elsweyr, cada uma com seus próprios nomes e histórias célebres. 

O exercito imperial de Tamriel é organizado em seus diversos grupos de até 10 centúrias comandadas por um general, e uma centúria (são batalhões com até 1.000 soldados ou mais), normalmente comandada pelos centuriões.


Na primeira linha de combate de uma centúria, ficam os soldados mais fortes e resistentes, os chamados de Tropa de choque;



Os guerreiros jovens, (hastados) formam a segunda linha de combate da Centúria e entravam em ação para dar suporte as tropas de choque. 


Na terceira linha, os arqueiros e, os magos de batalha, comandados pelos centuriões mais experientes que entravam na briga nos momentos decisivos;


E ainda, como parte da infantaria principal, os Centuriões, usam as suas bandeiras imperiais e sinalizam, no meio do caos da batalha, o sinal para as tropas mais fortes entrarem na batalha. 


Os Templários, que eventualmente, são divididos em grupamentos de dez para cada Centúria, sua força garante a limpeza do campo de batalha, e depois de "limparem" o caminho, orienta os centuriões, que juntos vão avançando até conquistarem seus objetivos militares.


A infantaria principal do exercito imperial de Tamriel e organizada em grupos de 10 centúrias cada uma em forma de xadrez, as suas tropas intercaladas em manípulos com quantidade determinada de soldados. 

Choque Imperial (soldado de 1° Classe) 

Infante Imperial (soldado de 1° Classe) 

Suporte Imperial (soldado de 1° Classe) 

Arqueiro Imperial ou Mago de Batalha Imperial  (soldado de 2° classe) 

Centurião Imperial Masculino

Centurião Imperial Feminino

Comandante Centurião Imperial 

 Centurião Imperial de Elite

Templário Imperial

General Imperial

Com uma nova infantaria, com arqueiros e magos de batalha dedicados, o sexto imperio de Tamriel conta agora com um exercito enorme de 2.000,000 milhões de indivíduos,..


Uma nova estrutura foi feita com aprimoramentos de armas e equipamentos, além de uma nova classificação surgindo ainda mais rigorosa na disciplina e na flexibilidade da tropa.

 
Recriando um novo exercito especialista, com soldados capazes de lutar em ambientes diversos do continente de Tamriel.


Todas as raças que agora, foram totalmente agregadas ao novo exercito imperial, com cada individuo podendo ser bem mais especialista do que outros exércitos. 


Por exemplo; Argônianos, Redguards e Bretões na marinha por causa de sua aptidão para combater em praias e até debaixo d'água, além da maestria em navegação, respectivamente, Khadits, Altmers e Bosmers, como arqueiros e magos de longa distancia notáveis, e por ultimo os Nords e os Orcs como ótimas tropas de choque com sua natural força, agindo com qualidade na defesa, e com ataques excepcionais.


Consul General. Comanda todo do exército imperial. Este, em geral, é acompanhado por uma guarda de honra de até 10 templários experientes;
General.  Comanda até dez centúrias também por rodizio. Este, em geral, é acompanhado de 10 soldados, seus melhores ajudantes de campo;
Tribunos(Centuriões de elite ou Templários Imperiais): os tribunos militares, cabendo a cada um, o comando de até quatro centúrias por rodízio;
Centuriões. (oficiais subalternos): Cada centurião comanda uma centúria (batalhão). Apenas o comandante Centurião é considerado superior (prior) a cada centurião comum que é normalmente é o chefe de até quatro centúrias, por exemplo; comandante centurião comanda, um centurião da centúria direita (ala direita), um centurião da centúria esquerda (ala esquerda); um centurião da centúria dianteira (ala frontal), e um centurião da centúria de traz (ala da retaguarda).
Suboficiais. Divididos entre os soldados como: Optiones (ajudantes de tropa), signíferos (alferes de arquearia), campidoctores (instrutores mágicos). Esses suboficiais em geral, dispõe de comando dirigindo apenas aos serviços gerais. 
Soldados rasos. Tem duas graduações distintas: soldados de primeira classe, immunes (infantes, suporte e tropa de choque), e os de segunda classe, munifices (arqueiros e magos).


Estandarte do Sexto Imperio 


Os primeiros Templários,
o Consul general Danil Dragonborn e sua filha a General Kumiko Dragronborn.

Em 4E do ano 227. Teve-se a reconquista das terras que antes eram antigo Império da dinastia Mede, em sucessivas vitorias, que custou ao Thalmors, partes de Argonia, Skyrim e toda a sagrada terra de Cyrodiil. 

"Força e Honra", O lema principal do Exercito Imperial de Tamriel 

Partes da Legião Imperial e do Conselho Ancião, sobreviveram o caos da invasão Cruel da Rainha Élfica que ajudam a reforçar ainda mais as novas tropas do exercito imperial de Tamriel ajudado pelas suas forças disciplinadas, e das forças que faziam parte da resistência de Cyrodiil, ..


O sexto imperio ressurgiu recuperando territórios do Domínio Altmeri rapidamente, em parte por causa de sua Rainha Thalmor ser arrogante como é, não foi bem cautelosa com este "novo" inimigo para novamente tentar retomar Cyrodiil, Solitude e Skyrim, ao mesmo tempo, mas foi em vão, perdendo ainda mais tropas e recursos, que custarão muito caro para economia do seu Altmeri Dominion. 


A região permaneceu por séculos como o bastião da cultura Imperial, dificultaram a vida dos invasores Altmer para conquista-los por completo que em algum anos, ficaram sem suprimentos e foram se esvaindo aos poucos.

A imperatriz Mirriam Dragonborn com sua tática racional abrangendo de verdade, diferentes raças em suas fileiras, com mulheres e homens trabalhando juntos em todas as funções, pegou de surpresa os arrogantes Altmeri que finalmente tiveram este grande revés na Grande Guerra. Além disso, a rainha Ayrenn Arannelya com sua natural arrogância não aceitou bem a situação atual, o que ela mesmo considera ser apenas um pequeno revés. 


A posição do Dominio neste momento é mais precária do que a sua arrogante Rainha pensava originalmente. Eles que controlavam grandes partes de Hammerfell, Skyrim e a maior parte da terra que era do antigo Império, não tiveram o sucesso esperado, pois o Dominio falhou na coisa mais importante em uma invasão, o "apoio do povo" a maior parte de Tamriel os odeia, até entre os próprios Altmers. Embora o novo Império ainda esteja se recuperando da guerra, a luta contra os Aldmeri Dominion pode estar chegando ao fim.

A infantaria lutando em Argonia contra a Peste e o Dominion 

Os Thalmor ainda têm ótimos recursos mágicos e de inteligência que são excelentes, mas você não consegue tomar e manter territórios só com espiões e tropas de reconhecimento. Pra isso precisa de muitos soldados no chão. 

O avanço da infantaria na fronteira entre Argonia e Cyrodiil

A infantaria combatendo inimigos nas montanhas de Cyrodiil

A infantaria abatendo inimigos no território de Elsweyr

O Novo Império também conta com recursos mágicos limitados, e mesmo que seus magos de batalha ainda não sejam tão bons quanto os magos arcanos Thalmor, trabalham como parte de um todo "um Exercito" integrado no campo de batalha, a disciplina é algo que raramente vejo ser mencionado quando se discute um exército vitorioso, e como a história ilustra, a disciplina de um exercito no campo de batalha é vitalmente importante. 

A infantaria adentrando no território inimigo de Valenwood

Após a conquista, A infantaria imperial descansando em um porto de Morrowind

Em 4E do ano 230. E foi assim que neste ano, o exercito imperial de Tamriel inverteu a sua siuação, agora era o inimigo que estava quase sem oposição ao sul, retomando em menos de 1 ano, os territórios de Valenwood e Elsweyr em nome do sexto imperio de Tamriel.



Dentre a infantaria da primeira classe, um casal interracial se destacou pela sua sintonia em combate, as vezes ambos pareciam ser um no campo de batalha, o soldado Guarda Vermelha (redguard), o irmão de Danil Maxximus Dragonborn, Mico Maxximus e a Soldado (a) Altmer, a irmã de Luthien LemuelMonet Lemuel. 


A aceitação social varia drasticamente em culturas como a dos Altmeri por exemplo, para eles manter a pureza da linhagem é crucial para sua raça, casamentos inter-raciais geralmente são malvistos, porque são um verdadeiro tabu em sua terra natal, Summerset, já em outras regiões de Tamriel, como na capital Cyrrodiil, casamentos assim são bem comuns, em algumas partes de Skyrim, Morrowind e Hammerfell a discriminação ainda existe, mas, casamentos interraciais estão se tornando comuns nestas regiões também. 


Pois existe compatibilidade genética entre Humanos e Elfos, conhecida por (Men e Mer), onde Todas as raças élficas (Altmer, Dunmer e Bosmer)  e da raça humana (Nords, Imperials, Bretons e Redguards) podem gerar descendentes férteis. De acordo com o livro "Notes on Racial Phylogeny", a prole geralmente assume a raça da mãe, com algumas características do pai. A raça Bretã, por exemplo, surgiu a milhares de anos da miscigenação prolongada entre Nedes (humanos) e os Altmer (elfos).

O casal mais famoso entre os Soldados, o Redguard Mico e sua namorada Altmer Monet

Danil Maxximus Dragonborn, Rei de Morrowind, e cônsul general do exercito, marido da imperatriz Mirriam I Dragonborn, ambos conversando se perguntam?, com a vitória na Guerra contra os Thalmors, qual a probabilidade de um novo casamento na família dragonborn?

O CASAMENTO ENTRE O SOLDADO E A LADY
Em 4E do ano 231. Casamento que parou a província de Morrowind, os soberanos de Tamriel aproveitam o sucesso desse casal entre suas tropas desse famoso casal, abrindo uma grande oportunidade para a soberania imperial e obter através desse casamento politico, é a consolidação de acordos e tratados provinciais entre Valenwood, Hammefell. Uma garantia para a realização deste casamento politico, e que Lord e Lady eventualmente governariam sobre a autoridade imperial esses dois condados sob comodato imperial. 


A cerimonia realizada em posse do Amuleto de Mara dado por uma Sacertodiza Altmer chamada Eilonwy. Em uma bela cerimonia, ela enfatizou as tradições Altmers sobre os casamentos que valorizam o amor. 

Como evidenciado por uma citação da própria Eilonwy;
"É importante notar que nós os verdadeiros Altmers (não os Thalmors) não ligamos para anatomia ou raça. Nós realmente achamos essas diferenças coisas pequenas, físicas, mortais. A diferença entre um Altmer e um Dunmer não é fisiológica, é filosófica e espiritual, não estamos procriando por apenas aparência, estamos procriando por perfeição espiritual, da qual a aparência física é apenas uma mera reflexão. Talvez pareça bobagem, mas o amor é a coisa mais importante de toda a criação". 

A Cerimonia de Casamento, ao estilo Altmeri


"O nosso amor pode florescer mesmo nas mais profundas tundras das zonas dilaceradas pela guerra"_ Monet Lemuel Dragonborn 

Monet vestida de noiva 

Mas este casamento tem um ponto de vista controverso, no caso do imperio perder a guerra. Supondo, o soldado Mico Maxximus Dragonborn foi convencido pela imperatriz, a se casar com sua namorada Monet, apenas depois de deixar de ser soldado, virou lord para se tornar um representante Imperial na província de Hammerfell..

O Lord e a Lady,no seu escritório imperial de Morrowind

Pessoalmente, a imperatriz e seu cônsul, fizeram esta aposta neste casamento para garantir o futuro pois eles acham de verdade que Mico Maxximus Dragonborn é realmente apaixonado por Monet Lemuel, isso nunca resultará por razões óbvias, o puro prolongamento dos novos herdeiros do Sangue de Akatosh, depois da dinastia Septim. 


Por outro lado, ambos lendo as antigas legendas imperiais sobre casamentos políticos, pareceu haver um mecanismo estabelecido para fazer um Lord ou uma Lady do Imperio renunciar seu casamento por qualquer motivo, então talvez, caso isso acontecer, um dos lados terá que renunciar e ir morar com o cônjuge do outro lado.



O FIM DO DEVORADOR DE MUNDOS
Em 4E do ano 232. A Imperatriz Mirriam Dragonborn I em posse de um "novo" Amuleto dos Reis com alguns de seus templários e outros aliados Nords, como o dragonborn de Skyrim, Dovahkinn Dragonborn, depois uma árdua batalha finalmente derrotam o poderoso Dragão Alduin nas montanhas geladas de Skyrim.

A batalha final contra Alduin

Alduin reapareceu em 4E 201 durante a segunda Guerra Civil em Skyrim, que Stormcloaks e os Imperiais da dinastia Mede estavam novamente brigando pela província, Dovahkiin estava tentando atravessar a fronteira para Cyrodiil fugindo da guerra, para ser capturado por uma patrulha imperial o azar que eles estava junto de muitos soldados Stormcloaks, incluindo seu líder o velho rei, Ulfric Stormcloak e Lokir, um ladrão de cavalos azarado. Depois que foram escoltados para Helgen pelos imperiais, a sentença de execução deveria ser executada, foi quando Alduin apareceu e atacou do nada, destruindo tudo pelo caminho. 


Na confusão, Dovkahiin escapa através da Helgen Keep com Ralof, um soldado Stormcloak e Hadvar, um soldado imperial. Eles fugiram para Riverwood, onde membros das suas famílias de ambos os soldados viviam exatamente lá, e foi no mesmo lugar em 4E 228 que ultimo dragonborn Dovahkiin, reforjou um novo amuleto dos Reis, e treinou a futura dragonborn imperatriz Mirrian especialmente para usar o amuleto para derrotar o Dragão Alduin e ao mesmo tempo, preparar sua próxima herdeira para as naturais responsabilidades de uma lider com o sangue dos dragonborn.

Alduin atacando a dragonborn com fúria

Após ser derrotado pelo próprio ataque, rebatido pela portadora do Amuleto dos Reis, Alduin foi literalmente "destruído" de dentro para fora...

O poderoso dragão sendo devorado por dentro pelas suas próprias chamas

Mas sua alma não foi absorvida pela Dragonborn Mirrian, como acontecia com outros dragões derrotados por ela normalmente, pois Alduin ainda é a entidade draconiana mais poderosa do mundo, a própria manifestação do fim dos tempos.

A dragonborn Miriam tentando em vão absorver a alma do cadáver do poderoso Alduin

Com o Fim da Crise do Dragão, provocada por Alduin o "Devorador de Mundos", impedido o poderoso dragão de cumprir seu destino de destruir a realidade, encerrando "por enquanto" a principal ameaça que pairava sobre Tamriel. Embora a ameaça principal seja neutralizada, dragões menores e sem nome continuam a aparecer aleatoriamente pelo mundo, mas agora com a família dragonborn a caçá-los, absorvendo suas almas. A derrota final do poderoso Alduin solidifica o papel do ultimo dragonborn Dovahkiin como herói profetizado pois ele ensinou bem a sua sucessora a usar com perfeição amuleto que derrotou Alduin. O seu destino foi sua aposentadoria, até porque ele treinou sua sucessora Mirriam Dragonborn para isso, ela ainda é jovem, disse ele; 

"Ela (Mirriam) continuará as minhas aventuras, assumindo o seu papel político de imperatriz, iniciando assim, uma nova linhagem de novos imperadores nascidos do dragão"._ Mestre Dovahkiin


Com a morte de Alduin, a grande ameaça a toda existência do mundo, gera um certo estado de "normalidade" se esquecendo do conflito entre o novo Império e os Aldmeri Dominion, com a guerra aos poucos voltando a ser o foco principal de toda Tamriel. 

A imperatriz Mirriam I, mandou esculpir estatuas de Alduin por toda Tamriel em comemoração sobre o seu grande feito 


"O mundo físico é armadilha, não deixe sua mente se prender a ele" _um antigo ditado Altmer.


NOVA ECONOMIA IMPERIAL
Medidas foram implementadas pelo governo da dinastia Dragonborn afim de melhorar a economia de toda Tamriel afetada pela guerra, esta medida funcionará em caráter emergencial.
 
Nova Moeda Imperial de Tamriel, chamada Coin of Coins 


Banco Imperial de Tamriel
Essa ideia é antiga, com a volatilidade típica, a maioria das pessoas hesitaria em guardar suas riquezas (e suas moedas de ouro) em qualquer lugar fora de sua casa, castelo ou fortaleza. Mas caso, o Banco oferecesse vantagens, isso mudaria, porém, a verdadeira motivação para criação do Banco Imperial de Tamriel, é que seria uma organização que pode operar através das fronteiras de cada província, essas instituições financeiras, exercidas pela nobreza de uma determinada região, no caso dos Lordes Imperiais, com a criação uma nova moeda de ouro de alto valor chamada "Moeda das Moedas", que serviria para facilitar o comercio de especiarias mais valiosas dentro do imperio, exemplo;

Moeda de ouro imperial, valor normal - 1G -- valor de mercado - 2G 
Moeda Coin of Coins, valor normal - 100.000G -- valor de mercado - 102.000G 

O imperio é uma potência econômica, e com o Banco Imperial de Tamriel, teria um controle completo, sobre os preços de vários produtos (armas e armaduras sendo um grande exemplo). Embora, comerciantes das províncias podem variar preços de seus produtos e se aproximarem das taxas bancarias, já que elas não serão obrigatórias, criando um atalho para comerciantes gananciosos tentarem obter melhor acesso a novas mercadorias, o Banco Imperial de Tamriel, realizará empréstimos a juros de mercado, garantindo benefícios aos mercadores, em troca, os comerciantes locais, exigindo novas mercadorias, dando mais liberdade para os mercadores espalharem novamente a influência Imperial em todo continente de Tamriel. É natural que se usam muito a moeda imperial, que é bem aceita em quase todo lugar de Tamriel, exceto nas regiões onde os Aldmeri Dominion ainda tem influencia. 

Nova Moeda Imperial comum


Fora das regiões centrais, e da capital imperial, o ouro puro é relativamente raro para se manter e o seu valor de mercado, ainda é muito caro para o povo comum, principalmente em relação a coleta de Impostos e aos dízimos. Mas felizmente existem as moedas imperiais cunhadas em ouro puro, e ainda existem várias minas de ouro de propriedade direta do Imperio de Tamriel, garantindo sua produção, e assim, as moedas mantem seu valor perpetuamente. 

Nova Regra sobre os Impostos
Agora será por meio de mensageiros que viram a cada colheita e estação, para cada cidade ou vilarejo como um serviço próprio de mensageiros Imperiais para ajudar o povo com isso, eles que agora serão os responsáveis pela nova taxação que só se aplicaria a àqueles que possuem propriedades, ficando a partir de agora, isento de impostos, todos os demais camponeses do imperio.

Proprietário de Comercio -100G, a cada estação
Proprietário de Fazenda - 250G, a cada colheita
Proprietário de Castelo - 500G, a cada estação



CAPITULO 4
O segundo Pacto de Daggerfall 


Originalmente, o primeiro Pacto de Daggerfall era um tratado feito pelos reinos de High Rock, Hammerfell e Orsinium após a invasão fracassada de Durcorach Black Drake em 2E do ano 541. Os termos do tratado eram que se High Rock fosse atacado por um exército externo, todos os reinos protegeriam e os outros reinos dentro, o primeiro Daggerfall estabelecido em 2E 567 para acabar com a pobreza e o sofrimento dos reinos causados por rotas comerciais minguantes, que por sua vez foram causadas pelas muitas guerras acontecendo, como a King Ranser's War feita enquanto um considerado inimigo de um aliado estava sentado no Ruby Throne ou Trono de Rubi.

Em 4E do ano 232. No Trono de Rubi, Mirriam e Danil foram líderes de sucesso que alcançaram até um certo nível de unidade dentro do Sexto Império e que talvez, isso jamais poderá ser igualado por séculos, neste curto reinado. moderno e progressivo. O povo do sexto imperio agora propenso a adotar novas crenças e cultos, uma liderança forte, o sexto imperio de Tamriel estava excessivo e urbanizado, com pessoas orgulhosas e com um senso pragmático de vestimenta e conduta. As selvas ao redor agora se espalham por toda a bacia hidrográfica desde Morrowind, que vai até o rio central em Argonia ate a bacia de Cyrodiil, onde os arrozais aos montes dispostos em fileiras. Camponeses trabalham felizes em todos os setores,. 


A nobreza agora os valorizam - juntamente com sua ancestralidade, com seus santuários crescendo a poucos passos. As pessoas usam as suas sedas em rituais sagrados, graças ao aumento gradual do "culto aos ancestrais" com máximo respeito e muito significado religioso. 

E então houve esta insurreição chamada de, segundo Pacto de Daggerfall. E Em resposta a esta nova crise, a imperatriz Mirriam I dispensou todo o Conselho Ancião, permitindo somente aqueles que lhe pagassem a ela, certa taxa em ouro para voltarem a suas cadeiras. Enquanto essa tática trouxe alguma prosperidade para o exercito por um tempo,  acabou por selar o destino da dragonborn para sempre, gerando o evento sangrento em Cyrodiil que chocará toda Tamriel.

O segundo pacto sendo assinado em Cumberland em 4E do ano 232


A imperatriz Mirriam I considerada a salvadora de Tamriel e a segunda dragonborn de historia que derrotou o destruidor Alduin, mesmo com um amuleto dos Reis improvisado. A atual imperatriz tinha fortes opositores dentro e fora do sexto imperio entre eles estão, o atual Rei de Hammerfell, Drocavax Timeriz usurpando do trono do pai de Danil e Mico, expulsando toda a Dinastia Dragonborn de lá e o Rei de Hard Rock, Emeric IV outro rei que simultaneamente fez o mesmo que seu colega, expulsando a casa dragonborn de Hard Rock se uniram aos Lideres Tribais Orcs de Orsinium para juntos, derrubarem a imperatriz Bretã, e a desculpa deles, a Rainha não é da dinastia Septim, e portanto na visão deles, ela é uma "usurpadora".



Mas, a verdadeira causa foi para defender uma reedificação de Orsinium que em 4E do ano 131., tornou-se um território Imperial, embora isso tenha sido possível com a morte com seu antigo Rei Savirien-Chorak. Os lideres tribais recentemente pediram além da sua anexação ao sexto imperio, que lhes concedesse um status de Reino semelhante aos outros. 

Mas o cônsul, Danil Maxximus Dragonborn famoso por seu ódio pela aquela espécie, como Tiber Septim I , que também odiava bastante os Orcs durante o primeiro pacto na segunda era, Danil então influenciou sua esposa imperatriz Miriam I não dar uma boa resposta aos High beastfolks de Orsinium, gerando a atual crise.

Danil sempre se referia aos Orcs, como a escoria de Tamriel

"O exercito imperial de Tamriel não permitirá que o Segundo Pacto de Daggerfall estabeleça outra dinastia sangrenta de tiranos igual a dinastia Mede. Vez após vez ao longo da história, exércitos inimigos marcharam da borda de Tamriel para conquistar seu centro, desfrutando de um breve momento de poder antes de deslizar para a discórdia e decadência inevitáveis. É hora de quebrar esse ciclo destrutivo de uma vez por todas. Precisamos derrotar os inimigos do imperio, depor seus reis e seus sucessores para uma nova era em Tamriel, onde mentes sábias prevalecerão" _Danil Maxximus Dragonborn.

UNIDOS CONTRA O IMPERIO?
Em 4E do ano 234. O Segundo Aldmeri Domínio e o Segundo Pacto Daggerfall, neste ano secretamente fizeram um acordo se unindo militarmente, e como outros já disseram, ambos estão expressamente interessados em estabelecer controle sobre toda Tamriel, embora de formas diferentes. O Domínio essencialmente quer começar uma nova Era Merética, e o Segundo Pacto de Daggerfall, diferente do primeiro, quer a nova era de reinos independentes, que por sua vez, foi formado mais por necessidade, e que na verdade membros preferiam ser deixados em paz, desejos dessa estranha aliança tornou isso insustentável. É enfatizado também repetidamente as nações do Pacto não se dá bem com o atual Aldmeri Dominion, mas quando a alternativa é ser conquistado por uma poderosa dragonborn que derrotou Alduin, estão bastante dispostos a se aturarem na maior parte do tempo.

Em grande expectativa, os objetivos das partes são exatamente o oposto. 

O Segundo Pacto quer, especificamente, garantir o colapso total, completo e irreversível do Sexto Império e trazer uma nova era de estados-nação iguais. O rei Emeric de Cumberland quer se tornar o novo Rei do pais de Cyrodiil restabelecendo suas fronteiras até Hard Rock. E os objetivos do Segundo Altmeri Dominion é ter o domínio sobre toda Tamriel. 

MISSÂO DIPLOMÀTICA EM SKYRIM
Em 4E do ano 235. E, agora falando sério, A Imperatriz Mirriam I, muito por necessidade estratégica envia seu cunhado, o Lord de Hammerfell e a sua esposa, a Lady de Valenwood, para a missão diplomática no reino gelado de Skyrim.


Monet sendo uma Aldmer, sua aparência élfica dificultava missão, pois muitos Nords ainda lembram do massacre dos Thalmors a anos atrás durante a sua invasão, 


Devido a isso, a soberana, Imperatriz Mirrian I e seu Consul já esperavam este tipo de reação nas pessoas, na verdade, eles só queriam saber quem ainda era Leal ao sexto imperio, antes de enviar as suas tropas para atravessarem Skyrim, para lutarem contra o Segundo Pacto de Daggerfall.


Quanto às outras regiões, Velhas Províncias como Morrowind e Hammerfell não têm o mesmo incentivo ao livre comércio que Skyrim, garantindo a lealdade ao sexto império que parece ser o motivo pelo qual Skyrim sendo a mais rica, ainda está mais decadente do que o reinos de Morrowind e de Hammerfell.


Menos comércio significa menos receita, menos impostos e casualmente menos infraestrutura, o interior de Skyrim na região de Falkreath tem algum prestígio estratégico militar, mas é bem difícil de alcançar, estando na parte Glacial de Skyrim longe de qualquer porto, portanto, pouca importância comercial, pequenos comerciantes que não podem comprar navios, como algum comércio interno dentro de Skyrim, e a cidade de Markarth atualmente instável devido a grande presença dos Stormcloacks.


Para obterem mais apoio dos lords Nords leais nesta região e em troca, queriam garantias que o imperio enviasse algumas tropas para os ajudarem a derrubarem os Stormcloaks, que depois da morte do Rei Ulfric I pelos Thalmor, estavam sem liderança causando problemas em algumas cidades dessa região de Skyrim. 


Toda Skyrim conta um exercito forte e organizado, e estando na vanguarda de toda Tamriel, e mesmo depois de duas guerras civis, os Nords, tanto territorialmente quanto em recursos humanos, são extremamente importantes para o sexto "Império dos Homens".


Nords em geral è, do tipo que felizmente, são um povo muito sincero, a metade do povo nórdico deixou bem claro que é leal ao imperio por causa da Dragonborn, mas as muitas rebeliões em Skyrim nas dinastias Septim, Reman e Mede, deixaram metade daquele povo desacreditado e desconfiado do sexto imperio de Tamriel.


Mico e Monet entendem que aqueles que são contra, verem o imperio de Tamriel voltando a mandar neles é a principal causa da relutância daquelas pessoas, e isso estava dificultando as coisas diplomaticamente, tendo muito cuidado para evitarem qualquer incidente.



Mico e Monet segundo o relato deles, os locais se dividiram, uns eram hospitaleiros e outros eram geralmente hostis com eles durante a sua travessia de 21 dias viajando pelo Reino de Skyrim até chegar a sua capital Solitude..


SOLITUDE
A capital do reino de Skyrim, definitivamente dada pelo sexto imperio, Solitude, uma grande cidade de estilo imperial com porto importante, grande quartel-general do exercito Imperial e o lar do Blue Palace, embora historicamente falando, Skyrim tinha a antiga capital, a cidade de Winterhold, que sofreu uma grande destruição perdendo seu status durante as guerras civis, com a cidade de Solitude assumindo a proeminência política e econômica, da atual Skyrim, especialmente para o Sexto imperio de Tamriel.








ATENÇÂO
Imagens Fortes, recomendamos cautela ao leitor






O TERRIVEL MASSACRE DE CYRODIIL
Na noite do dia 23 do ano 4E 236. Miriam Dragongorn e Danil Dragonborn  durante uma festa de aniversario na Torre do Ouro Branco, foram emboscados dentro do palácio com mais de 200 atacantes travestidos de tropas nórdicas rebeldes, os chamados; Stormcloacks. 

Um Atacante foi morto logo na entrada


E que tiveram a entrada facilitada supostamente por um membro do Conselho, a escolta real do exercito imperial de Tamriel contava com apenas 30 guardas que foram rapidamente derrotados pelos atacantes nas ruas de Cyrodiil. 

A batalha foi brutal até o fim


E com Cyrodiil central perturbada pelo sangrento ataque, gerando pânico na maior parte de seus habitantes que se espalhou gerando lutas pelas ruas ao redor ..


Depois de uma luta acirrada pela sobrevivência que durou a noite toda nas cercanias do palácio, pela manhã mesmo lutando valentemente ate o fim matando mais de cem soldados. A dragonborn imperatriz Mirriam I e seu Marido, o Consul Danil exaustos, foram capturados e sumariamente executados com requintes de crueldade explicita no pátio externo, com seus membros decapitados.

Danil Maxximus Dragonborn

Mirrian Maxximus Dragonborn


"O bairro antigo ao lado do palácio está cheio de sangue e completamente destruído"
"Sim. Pode muito bem ser aquele tumulto mais cedo. O Bairro Antigo Foi isolado enquanto o que restava do Exercito Imperial revistavam as casas em busca dos 'Assassinos da Coroa'. 
"Conte-me sobre o casal de Reis assassinado lá na frente."
"O nome deles eram Danil, pobre Homem, e a sua esposa, a bela bretã, Mirrian I. a nossa Imperatriz"  
"A Imperatriz, a mesma que derrotou Alduim em Skyrim, é serio?!
" Sim, Eles estavam em pedaços. Uma Lastima. Os soberanos foram muito queridos por aqui durante um tempo". Pelo ao menos sua família escapou pois estavam acampada fora da cidade.
"E o Amuleto dos Reis, estava com eles também?"
"Creio que não, provavelmente, os soberanos devem ter o escondido bem" 
"O conselheiro Richton foi longe demais dessa vez." 
"Sim, ele é louco"
"O que aconteceu com os demais atacantes, eles eram stormcloacks mesmo?" 
"Claro que não, provavelmente mercenários pagos, alguns tão baixinhos, que pareciam mais bretões que os altos e fortes Nords, Além disso, tão fracos que se tivessem 100 deles, talvez os soberanos ainda estivessem vivos, e os que não conseguiram fugir, foram mortos depois". 
"E os que fugiram. Foram mortos até a sua última resistência?. 
"Sim, o Governador tinha mas tropas escondidas, talvez vindas do próprio Pacto, feito o cerco a cidade, e segundo alguns, ele mesmo os matou."
"Onde está Richton agora?"
"Ele também desapareceu com medo da reação das pessoas talvez. Alguns dizem que ele retornou à Província Imperial de Hard Rock. Outros dizem, que o Governador esta na cidade, e o seu exercito privado bem pago e alimentado, mantendo também a princesa nas Catacumbas abaixo do Palácio. Cyrodill agora Nada além de uma cidade fantasma."
(Diálogo entre os habitantes da cidade)

Os lideres do Pacto de Daggerfall declararam-se como "Autores do Massacre" tomando-a Cyrodiil com 60.000 mercenários, fazendo dela uma "cidade livre", atraindo marinheiros, contrabandistas, e piratas, criando um corredor que divide o imperio, este corredor com uma vasta terra entre Skyrim e Hammerfell e muito mais pra uma "terra sem lei" . 


A torre de ouro branco antes bela como a luz, agora volto nas trevas 


A Região agora é dominada por centenas de facções de Raças diferentes, divididas por bairro. com partes na cidade - Pequena Morrowind, Pequena Skyrim, Pequena Hammerfell etc. O resto da população estava perdido na selva ou nas montanhas ao norte e leste, enquanto outros fugiram para a Floresta Negra, ao sul. Os mais ricos, em maioria Nibenenses, foram terras em Colovia ocidental, perto das cidades de Kvatch e Bigorna, bem longe e mais perto de Skyrim e Hammerfell. Entretanto, acabou não sendo uma boa ideia..

A capital imperial em completo caos


Pois os lideres do pacto que adoram os Daedras em vez de Shezarr, se agarram fortemente às tradições de rituais antigos de sangue, matança e brutalidade. Criando uma região de terras altas e planícies habitada por pessoas violentas sedentas de sangue, estoicas e sem honra, .. 

Culto aos demônios daedras realizado pelo pacto de daggerfall



A MORTE DA IMPERATIZ ECOA COMO UM TROVÂO POR TODA TAMRIEL
Quando, o conhecido dragonborn, o Nord Dovkahiin soube da morte de sua aprendiz Bretã em Cyrodiil, lamentou profundamente, dizem os boatos em Skyrim que foi ao alto monte, gritando seus lamentos por 3 dias e 3 noites..

O lamento de Dovkahiin


Segundo a lenda, os Dragonborns são usados de varias formas, seja um mensageiro ou guia, e no melhor dos casos, uma arma que salva o mundo, no pior, causar a sua própria destruição, além de muitos outros cenários. Os seus guias não dizem o que o escolhido deve fazer ou quem ele pode ser, nem mesmo para matar um dragão poderosos como Alduin, ou seguir o caminho da voz. Mesmo se o escolhido "escolher" cumprir a profecia considerando seguir seus caminhos, não existem garantias que eles o ajudarão. 

Assim como os anteriores Dragonborns que existiram ao longo da história, como Reman Cyrodiil, Tiber Septim e Miraak, o Dragonborn tem a capacidade de consumir a alma de um dragão morto e absorver seu conhecimento e o seu poder, permitindo-lhes aprender palavras de poder instantaneamente, embora, aparentemente, nem Reman nem Tiber já mataram um dragão e absorveram sua alma. Diz-se que as Lâminas sempre os guiaram, protegeram e serviram, isso foi até os Thalmor eliminarem um a um, durante a dinastia Mede.

Então, isso levanta a grande questão. 
Que significa de fato ser um Dragonborn? 

Se tirar todas as historias, os títulos, expectativas e profecias, o que sobra? 
Tudo o que tem é aprender magia de dragão mais rápido e a vontade de ter o poder?. 
Além disso, o que mais há? O que um Dragonborn realmente "faz" no mundo? 
Como  "é" ser de fato um Dragonborn?

Segundo as lendas, e as historias descritas nos Elder Scrolls, o Dragonborn é um ser que tem o livre arbítrio, ou seja, ele ou ela podem um ser puro mal um dia, ou um ser puro bem no dia seguinte e ainda assim ele ou ela será o escolhido da profecia, independentemente, ou não um Dragonborn em sua essência pura,  é o escolhido que tem um pedaço de Akatosh dentro se si, mas o que realmente define, um dragonborn de verdade?..

Uriel Septim VII, um grande imperador, e o dragonborn portador do amuleto dos reis, leitor dos Elders Scrolls pouco fez durante a vida para evitar a invasão dos daedras


Além de suas qualidades são seus feitos, e é isso lhe define de qualquer outro Dragonborn na história, é isso que os separam e definem qualquer dragonborn que apenas sucumbiu ávido por poder.  Realmente não importa o quanto ele ou ela sejam poderosos, se são habilidosos em matar dragões, ou no uso do amuleto dos reis ou do Thi"hum, é que se espera mesmo de um Dragonborn de fato em termos de predestinação, é sem duvida o seu caráter

Uriel Septim VII, e Martin Septim eram dragonborns legitimos, mas cada um dos filhos "legítimos" de Uriel não eram Dragonborns certificados. Se estendermos essa lógica, desde Alessia até agora, no entanto, isso significaria, em essência, que TODO nobre de Cyrodiil, e a maioria dos nobres de High Rock, Morrowind, Skyrim, Hammerfell e das ilhas Summerset seriam potencialmente Dragonborns certificados, considerando a enorme desejabilidade de casamentos entre as casas nobres com a família Imperial.

E na visão de Dovkahiin, que realmente um dragonborn representa? 
.. Esperança ...


A SEGUNDA GERAÇÂO DA CASA DRAGONBORN
Em 4E do ano 237.A morte do Consul e da Imperatriz de Tamriel deixou novamente o trono de Rubi e todo o Imperio de Tamriel no aperto, depois da assinatura do "acordo de paz" com o segundo Pacto de Daggerfall, o conselho dos anciões em parte tênue e satisfeito coroa a nova imperatriz na torre, a única filha do casal assassinado, Kumiko Dragonborn II. 

Kumiko Dragonborn,
A herdeira "sangue do dragão" do trono de Rubi presa em uma masmorra da torre


A VOLTA DA ALIANÇA DRAGONBORN
A nova sucessão foi contestada pelo irmão de Danil Maxximus Dragonborn, o atual Rei de Morrowind Mico Maxximus Dragonborn, alegando ter provas cabíveis que foram eles (o conselho dos anciões) que deram o golpe de estado e que são eles que governavam nos bastidores, com a princesa Kumiko sendo uma mera fantoche, e na verdade uma "refém" aprisionada. 

Rei Mico Maxximus Dragonborn e a Rainha Monet Lemuel Dragonborn


E com essa declaração e contestação publica, o Reino de Morrowind imediatamente torna-se uma província rebelde imperial, que pode levar o sexto imperio a uma nova guerra civil. 


As forças Imperiais teriam que invadir por terra muitas léguas de território de Skyrim até chegar em Morrowind com passagens de montanhas de gelo ou por mar ao longo da costa sul colocando os rebeldes em uma pequena vantagem desde o início. 
Os defensores têm um claro cenário. E o Mar dos Fantasmas também não será uma navegação amigável. O exército rebelde não será dizimado. 


Sua obrigação é apenas defender, até porque os Reinos de Morrowind e Skyrim, com seu alto Rei, declara recentemente o apoio ao Rei Mico de Morrowind com sua reivindicação. Mesmo com a ajuda, o Morrowind e Skyrim mal sobreviveram à última guerra contra o Domínio, que obviamente está planejando retomar as hostilidades em algum momento;

Uma nova Aliança Dragonborn?


"Há paz agora, e continuará enquanto atender às nossas necessidades. Mas não se engane meu amigo, esta é uma paz forjada por necessidade entre nações de igual força. É mais como a calma entre tempestades. E a próxima tempestade, eu acho, será muito mais mortal do que a última." - Rei Ulfrid II de Skyrim conversando com o Rei Mico em Morrowind


Reinos independentes enfraqueceria substancialmente o Sexto Império de Tamriel ainda mais, aceleraria o cronograma para a retomada das hostilidades dadas pelo Aldmeri Domínio. Com base nos eventos da última grande guerra, duvido que o Sexto Império, sem o apoio de Skyrim e Morrowind pudesse sobreviver ao próximo ataque da Rainha Élfica, sozinho contra um forte adversário em suas fronteiras, controlando novamente os recursos da maior parte de Tamriel, determinado a impor o domínio élfico sobre todo o continente. 

Skyrim e Morrowind querem ter uma chance de sobreviverem relativamente intactos, precisam urgentemente ficar ao lado do Sexto Império Imperio de Tamriel, mas pra isso, vão ter que tirar o Conselho dos Anciões do Poder.

Enquanto isso, agentes Thalmor, e os seus esquadrões, depois da morte da imperatriz., que estão em toda a parte de Tamriel realizando espionagem, assassinatos e sabotagem, mas geralmente estão em cautela com Skyrim/Morrowind agora a Aliança Dragonborn, os Thalmor estando sob ordens da Rainha Élfica estão prevendo uma nova guerra civil em Tamriel, estando a postos para ver qual lado vai cair primeiro, pois o Domínio Aldmeri, recentemente se declarou inimigo do Segundo Pacto de Dagerfall após as exigências dos Thalmor ter sido rejeitada.

Agentes Thamors tentando Coagir o Rei Ulfrid II, a desistir da Aliança Dragonborm


Os Thalmor deixam claro suas opiniões sobre os Nords, os Dunmers e os Redguards: 
"Dunmers, Nords e Reds são todos sujos. Com o tempo, suas raças serão erradicadas."


Em 4E do ano 238.A megalópole Cyrodiil "abandonada" ainda o centro do continente de Tamriel, e além disso, é um território bastante estratégico e muito disputado entre; O sexto Imperio/Pacto, os Thamors e a Aliança DeagonbornE os condados de Leyawiin e Bravil, que eram pertencentes a Cyrodiil, se separaram, justo quando Segundo Pacto de Daggerfall invadiu novamente com um novo exército de mercenários para conquistar toda a Cidade Imperial. 


O conselho dos Anciões era o governante máximo do sexto imperio de Tamriel, outrora em franca decadência, se "venderam" ao adoradores dos daedras do segundo pacto de Daggerfall, e agora a região da antiga capital imperial, está na verdade em completa anarquização com bandidos em todos os lugares. 

A Aliança Dragonborn enviou espiões a região para obterem informações sobre as defesas da cidade e do paradeiro de Kumiko Dragonborn..

Em 4E do ano 239. A Cidade é atacada de supressa por tropas da Aliança Dragonborn na Segunda Batalha do Sangue Vermelho, resultando na destruição de todas as forças do Segundo Pacto de Dagerfall na região, mas e os Aldmeri Dominion ?, estrategicamente falando, não se meteram na batalha, mas se aliaram aos Necromantes de Cyrodiil.


E embora a Aliança Dragonborn tenham saído vitoriosa desta batalha, lideres sentiram-se incapazes, devido ao não aparecimento da princesa Kumiko, e sem ela, a reinvindicação do Rei de Morrowind para derrubar o conselho e colocar sua sobrinha no Trono de Rubi foi adiada, e assim os espiões da aliança continuaram a sua grande aventura para encontrar a princesa perdida na região de Cyrodiil. 


É com grande uso de espiões, sendo crucial estrategicamente pois Cyrodiil é o maior pais do continente, é de onde ainda ocorre várias disputas por, cidades, castelos, pontos estratégicos, e o mais importante, e nas Ruinas Aedrias é onde se encontra os pergaminhos sagrados ancestrais, Elder Scrolls.


KUMIKO È RESGATADA PELA ALIANÇA
Em 4E do ano 240. Kumiko passou alguns anos presa em uma Caverna perto das ruinas da cidade de Krath controlada por magos necromantes adoradores dos Daedras, ela tendo sido enviada para lá pelo Conselho dos Anciões no ano 237, depois da morte de seus pais, ficando presa por 3 anos, até o seu eventual resgate no ano 240 pela Aliança liderada pelo seu Tio, o Rei de Morrowind Mico Maxximus Dragonborn.


A Atual Imperatriz de Tamriel diz que pouco se sabe sobre a sua experiência enquanto presa. 


Ela diz que não se lembra de nada além de uma sequência interminável de pesadelos, tanto acordada quanto dormindo em uma gruta escura cheia de ratos. Ela parecia tanto relutante, e incapaz de descrever a experiência com maiores detalhes.


Ela explica que acreditava estar sonhando e não tinha noção da passagem do tempo naquele lugar. Publicamente, a imperatriz alega não ter memória nítida dos sonhos e pesadelos de seu aprisionamento, durante as entrevistas que formaram a base da sua biografia.


Mas, Kumiko Dragonborn relatou alguns detalhes particulares ao seu tio sobre os pesadelos que teve e os descrevia como semelhantes aos pesadelos que quando Uriel Septim VII estava preso no mundo de Oblivion, ela dizia que fragmentos desses sonhos, descreviam um mundo tão perfeitamente que ela parecia estar lá, e um deles, viu um tipo de reunião entre os lideres daedras planeando alguma coisa nova para invadirem Tamriel novamente. 

E dessa vez destrui-la para sempre. 


Com o coração do Império e o Ocidente solidamente integrados, Kumiko pôde voltar toda a sua atenção para o leste — para Morrowind.

A imperatriz Kumiko reinando o imperio de Tamriel de Morrowind, diferente de Uriel Septim VII não abandonou a agressiva intimidação militar, mas investiu também em acomodação diplomática, passando a confiar mais na manipulação clandestina usando seus espiões nos bastidores, principalmente da Aliança Dragonborn, fazendo dela sua força de elite pessoal. 


Duas conquistas ocorreram no período pós-aprisionamento. 

A primeira foi no Oeste que transformou a região da Baía de Iliac, antes um amontoado caótico de pequenos reinos em guerra devido ao segundo pacto de Daggerfall, em condados modernos, pacíficos e bem organizados, localizados em Hammerfell, Sentinel, Wayrest e Orsinium. 


A segunda foi a total colonização de Vvardenfell, Morrowind é a sua terra natal, a retomada foi orquestrada pelas habilidosas maquinações do seu tio, o Rei de Morrowind e da sua Rainha-Mãe, de quem a Imperatriz Kumiko considera como a sua própria mãe. 


A Altmer Monet Lemuel Dragonborn com astucia diplomática aproximou os reino de Altmeri (não os Thalmors) e de Skyrim e de Morrowind pertos da esfera de influência imperial por completo, fazendo seus rivais, os Thalmors e sua rainha Ayrenn Arannelya perderem o muito de seu poder.


O Sexto Império entra em um breve período de paz e prosperidade comparável aos primeiros anos do reinado de Uriel Septim VII. 

A capital imperial ainda está sem ver um imperador(a) no trono de Rubi devido aos últimos eventos, assim a Aliança Dragonborm enviou a Cyrodiil um dos seus melhores agentes, uma Altmer, chamada Miruel Dragonborn, e sim ela é uma descendente da antiga família Dragonborn em Summerset, mas não tem (ou será que tem?) o sangue de Akatosh nas veias, exatamente como sua "parente" humana a imperatriz, Kumiko Dragonborn. 

A Casa Dragonborn, a grande família que a pouco tempo, governava toda Tamriel

Cyrodiil foi novamente reunificada, o conselho dos anciões perdeu definitivamente seu poder, e neste momento, toda a região está sendo reconstruída pelo Exercito Imperial de Tamriel, com um governo provisório na região para coordenar os condados ao redor. 

A bela espiã Miruel da Casa Dragonborn


Mesmo com Miruel Dragonborn ajudando na administração e na reconstrução, o restante do  sexto imperio de Tamriel sofrerá em breve...

A Condessa Muriel Administrando a Capital Imperial


A fúria da Rainha Élfica, capaz de gerar um enorme derramamento de sangue no continente e principalmente no pais de Cyrodiil, sofrendo de constantes invasões pelos Thalmors ao sul, e lá, suas tropas barbaras cometendo inúmeras atrocidades contra a população sulista praticamente indefesa. 



DRAGONBORNS DRAGÔES 
Além disso como sabemos, a única maneira de um Dragonborn realmente parar um Dragão é mata-lo com um "grito", ou segurando a sua alma com o seu Thu'uh, ou amuleto dos Reis ou até se tornar amigo dele. 

Miruel Dragonborn e seu dragão negro Adravir


Miruel Dragonborn: Ei dragão negro, eu quero descobrir o que significa ser uma Dragonborn de verdade.

Adravir: "Estamos aqui para guiar os escolhidos de Akatosh nessa busca, assim como os Barbados buscam guiar os do Sangue de Dragão que vieram antes de você."

Miruel Dragonborn: "Quer dizer que eu sou a única Dragonborn? e Kumiko, e o resto da minha família?"

Adravir: "Você não é a primeira e nem será a ultima. Houve e Haverá muitos seres do Sangue de Dragão desde que nosso grande senhor Akatosh concedeu esse maravilhoso dom à Humanidade e aos Elfos. Se você é a única Dragonborn Legitima desta era... isso não cabe a nós saber. Você não é a única que foi revelada até agora. Isso é tudo que posso dizer....." : mas Quando você grita,e  fala na língua dos dragões. Assim, seu Sangue de Dragão te dá uma habilidade inata para aprender mais sobre as Palavras de Poder.


Miruel Dragonborn: "Aaah… ! Sossedov los mul

Adravir: "Então. O Sangue de Dragão corre forte em você. Faz tempo que não tenho o prazer de falar com um da minha própria espécie."Mas você chegou aqui, até mim. Não é uma tarefa fácil para um joor… mortal. Mesmo para um Dovah Sos. Sangue de Dragão. O que você quer de mim?"

Miruel Dragonborn: "Por direito de nascimento, obedeça -me. Eu sou uma Dragonborn."

Adravir: "Ah! Faz muito tempo desde que encontrei uma heroína do sangue de dragão tão petulante como voce, apenas impulsionada pelo seu destino."

 
Só existe um tipo de Dragonborn verdadeiro, é alguém que tem o sangue de dragão nas veias. Independente de sua Raça ou origem, É isso descrito num trecho do Livro do Dragonborn;

"Aqueles abençoados por Akatosh com o sangue de dragão ficaram conhecidos simplesmente como, Dragonborn".

Mas se imaginarmos o status da grande Casa Dragonborn apenas como secundário, devido ao enorme poder da família Septim por séculos, isso ajudaria, mas não muito. No entanto, a história soa numa linha direta de Imperadores da linhagem Septim, no entanto, funcionaria mais como a um mito, mas na pratica?. 

Então... é inconsistente e provavelmente mal pensado. 

Talvez pudéssemos especular que reais descendentes - Dragonborn - só florescem em contato com o amuleto dos reis e sua relação pessoal com os dragões de Tamriel. Talvez seja isso que está mais implícito. E que a maioria dos descendentes da linhagem Septim nunca de fato transmitiam essa característica. 

Durnehviir

De fato, os dragões não podem morrer, embora poucos saibam o que significa "matar um dragão".,durante a historia recente, em Skyrim vimos alguns dragões aliados das pessoas, como Durnehviir ajudando o Dragonborn e Nords a vencer a guerra contra o Dragão Alduin. 

Não existe ser com o sangue de dragão sem alma e vice-versa. Os termos são intercambiáveis, o sangue de Akatosk, ou seja a parte mais enfatizada no discurso relacionado a ser um Dragonborn. 

Tiber Septim I um dragonborn nato também tinha o controle de certos dragões, mas com a ambição de querer ser um deus o cegou até o próprio Tiber traí seus amigos Draconianos mandando seus lâminas atrás neles, muitos morreram, alguns se esconderam, alguns caíram porque estavam lutando contra o segundo imperio. A maioria dos dragões sobreviventes, desde aquela época, se ressente com Ódio pelos Humanos e Elfos, Embora, aparentemente, os dragões foram extintos, agora temos certeza que a raça dos imortais NÂO estavam extinta. Mas de acordo com o livro, a terra dos dragões, apenas dragões vermelhos e negros foram massacrados. 

A RAINHA DE CYRODIIL
Em 4E do ano 241.Enquanto a Imperatriz Kumiko Dragonborn I governava o sexto imperio de Morrowind, ainda por sentir receio, e por motivos óbvios, de ir morar na capital, deixando a sua prima Altmer Miruel Dragonbong, governar a região em seu lugar como a nova Rainha do reino de Cyrodiil.


O trabalho da Rainha Miruel, é governar Cyrodiil em nome da imperatriz Kumiko, mas esta tendo diversos problemas com os governantes Locais, pois alguns desses Condes Reais, além de não aprovarem as exigências da atual Rainha, estão bastante desconfiados de Miruel, devido a sua rápida ascensão ao poder, a temem como uma futura usurpadora do Trono de Rubi.


É bastante comum em uma linhagem real que todos os herdeiros restantes tenham direito ao trono, que todas suas reivindicações sejam tênues para que seus pretendentes ilegítimos, tenham muito poder, ou legítimos, com escolha popular para o trono, até alguns independente do que sejam são capazes de fabricar falsas reivindicações de legitimidade. 


Isso geralmente resulta em conflito, como as duas guerras civis loucas de três ou mais lados que aconteceu após a Crise de Oblivion, seguida pelo colapso/fragmentação do reino de Tamriel, gerando uma invasão externa pelos Thalmors, e que por si só teve muitos resultados negativos, com um único governo instável de uma ditadura gerada pela dinastia Mede. 


Aliais os Mede conseguiram o penúltimo resultado, superando um general que provavelmente teria sido o último da dinastia Septim. Como uma família conselheira dos imperadores por várias gerações, é bem provável que os Mede provavelmente tenham algumas filhas e primas como mães e que talvez tenham filhos ilegítimos em sua linhagem de algum lugar, mas não mais do que qualquer outra família nobre, como os da Casa Dragonborn por exemplo, que até bem pouco tempo era uma casa menor e sem importância. E Nesta nova era, futuros descendentes diretos da linhagem Dragonborn provavelmente irão surgir espalhados nas famílias governantes de Morrowind, Hammerfiell, Valenwood, High Rock, Solitude e Windhelm.


Mas a atitude de não governar o imperio pela capital, está colocando na cabeça do povo e da nobreza de Tamriel que Kumiko Dragonborn seja uma governante fraca demais para um cargo tão importante. Mas ainda nenhum deles reivindicou o Trono de Rubi por respeito a atual imperatriz, filha daquela soberana que foi assassinada brutalmente junto do seu marido pelo conselho dos anciões.


Ainda..

O reino Altmeri regido desde dominio imperial, foi derrubado em 4E do ano 22, dado pela própria ex-rainha Avenn que queria re-tomar o poder perdido a 400 anos atrás, nesta nova revolução muitos morreram, a linhagem élfica da casa Dragonborn praticamente exterminada, apenas uma pessoa escapa, Miruel Dragonborn, que sobreviveu escondida em um navio mercante dado com destino a cidade de Anvil, na região sul de Cyrodiil, 


O golpe de estado na realeza Altmer foi dado e orquestrado pelo partido político nacionalista popularmente conhecido como Thalmor, desde então governa as ilhas com o seu segundo Altmeri Domínio com ferro e sangue. O partido leva o nome do governante do Primeiro Domínio, Aldmeri. Mas de 220 anos esperando a oportunidade de se vingar da Rainha Élfica, Miruel organizou e financiou, parte do exercito e a marinha imperial na região de Cyroddil auxiliada pelos condes locais, em que a própria Rainha pessoalmente "persuadiu" e instrui-os a enviar suprimentos a Anvil, fazendo dela, a sua base logística para a nova frota naval imperial, construída visando um único objetivo, Invadir e Conquistar toda Summerset. 

Base naval imperial de Anvil



A INVASÂO A SUMMERSET
"As Ilhas Summerset são terras verdejantes, agradáveis e férteis, parques florestais e antigas torres e mansões. Assentamentos pequenos e isolados, dominada pela sede de poder do mago ou senhor da guerra local. As ilhas possuem poucos portos naturais de boa qualidade, nativos são pouco receptivos a estrangeiros, de modo que a antiga e cavalheiresca cultura Aldmer é um pouco incomodada pelo moderno mercantilismo imperial."_ditado antigo Altmeri

Em 4E do ano 242. E Sem o consentimento da atual Imperatriz de Tamriel Kumiko Dragonborn, com um sinal claro de rebeldia, a própria Rainha de Cyroddil, Miruel Dragonborn invadiu com sucesso uma das ilhas de sua terra natal Summerset com um contingente de 25.000 soldados de sua elite, destruindo boa parte da poderosa frota do Altmeri Dominio pelo caminho utilizando táticas navais inovadoras e novos navios de guerra.


Cruzador de Batalha imperial Classe Alessia


E com 60 mais de deles, A Dragonborn contando também com seu Dragão Negro Adravir que num ataque poderoso e de supressa, destrói o resta da guarnição dos Thamors e Toma as ilhas Artaeum no sudoeste de Summerset em menos de 48h.

Adravir sozinho destruindo a guarnição inimiga


E assim Miruel realiza um feito histórico, que nem mesmo o grande Tiber Septim I não conseguiu de fato conquistar militarmente toda Summerset, a rainha de Cyroddil consegue conquistar enormes partes das ilhas Summerset em pouco tempo. Depois da invasão pegar todos de supressa, jovens Altmers se rebelaram contra o presente governo autoritário do atual Altmeri Dominion, ironicamente abraçando com vontade a invasão imperial. 

Isso porque muitos rebeldes são professores e alunos da antiga Sociedade Geográfica Imperial fundada enquanto Tiber Septim I dominava a região,  localizada no centro da ilha de Artaeum,
havia dúvidas que a Ordem Psijic sob opressão dos Thalmors estava ativa, e crescendo cada vez mais, ficando bastante popular entre os jovens Altmers, criando um  grande movimento popular naquela ilha que esta disposto a LUTAR por sua liberdade.


A Rainha Élfica Arannelya, ficou completamente enfurecida com os acontecimentos ocorridos, prometendo revidar com retaliações severas.


KUMIKO RETORNA A CYRODIIL
Em 4E do ano 243. Kumiko finalmente venceu seus medos e retorna a capital de Tamriel. A clara disputa pelo Trono de Rubi dada pela nova casa dominante que acendeu depois do fim da dinastia Mede que precedeu a lendária dinastia Septim, a Casa Dragonborn está dividida entre a atual Imperatriz e a Rainha de Cyrodiil, a disputa foi adiada enquanto a Grande Guerra se estender por todas as ilhas Summerset, e com Resto de Tamriel que ainda se recuperando desta grande guerra, estava diante de muitos problemas. 

A Imperatriz Kumiko Dragonborn finalmente retorna a Cyrodiil
em 4E do ano 243 portando o novo amuleto dos reis herdado de sua mãe

Mas ainda é meio estranho como os postos da V e da VI funcionam; provavelmente porque os Thalmor conseguem com frequência se infiltrar nas defesas e "brincar" de saquear cidades e estradas, com a VI responsável pelo patrulhamento das estradas, completamente perdida e carente para encaixar melhor uma defesa mais eficiente no território da Capital Imperial. 

A própria imperatriz ingressando na arquearia da VI Centúria em 4E do ano 244

Em termos de hierarquia, a V e a VI Centúria sem ignorar as tradições, permanecem como o corpo principal do exercito de defesa cirodílico. 


Mas, o conselho de Guerra Imperial, localizado em Battlespire, estando ciente das reclamações gerais menciona a criação de um novo posto de oficial para o exercito imperial o de, Grande Marechal como posto acima de um General Comandante de Centúria, sua função é para resolver os diversos problemas de comando dentro do exercito imperial.

Kumiko Dragonborn como a primeira Grande Marechal da Historia Imperial

O enorme exercito imperial de Tamriel apesar da coesão militar, estava dividido entre duas filosofias, a do norte e a do sul e aparentemente não parecia ter grandes problemas no recrutamento geral de novos soldados para suas fileiras. 

A esquerda (soldado do sul) e a direta (soldado do norte)


No exercito do Norte (Hard Rock, Skyrim e Vvardenfell em Morrowind) armadura românica media com foco em infantaria leve, e no exercito do Sul (Hammerfell, Cyrodill, partes de Black Mask em Argonia, Valenwood e Elsweyradequado para aparência visual tradicional dos Imperiais, já que a maioria dos Generais apoia Centúrias majoritariamente com sua armadura negra pesada, com foco em infantaria pesada. 


A antiga Legião Caveira, XII Centúria estacionada em Gnisis estava recrutando soldados normalmente, enquanto as duas Centúrias de Vvardenfell, a XIV e a XV Centúria operando em força máxima completamente sobrecarregadas, e não estavam mais recrutando, em Skyrim as XVI e XVII Centúrias também bastante sobrecarregadas e não estavam recebendo mais reforços e a XVIII Centúria em Argonia apenas recrutando localmente.

A TERCEIRA GERAÇÂO DA CASA DRAGONBORN
O termo geração (do latim generatione) refere-se ao grupo de pessoas que nasceram e viveram mais ou menos na mesma época. Pode ser descrito como "o período médio, geralmente tido como de 20 a 30 anos, durante o qual os bebês nascem, crescem, tornam-se adultos e começam a ter filhos", isto é os conjuntos de descendentes.

Em 4E do ano 245. Dost Dragonborn. O jovem de apenas 17 anos é um prodígio militar, seu talento no campo de batalha, o fez recentemente ser promovido a General e imediatamente transferido de Skyrim para região mais ao leste de Cyrodiil.

O Novo Conde de Colóvia, Dost Dragonborn

Foi concedido ao jovem cavaleiro Templário, além da promoção a general, o titulo de Conde de Colóvia e também a posse do castelo Battlehorn que fica na estrada negra perto da cidade de Chorrol na região de Colóvia a Leste de Cyrodiil, e a alguns quilômetros da fronteira com Hammerfell. 


Dost é o Segundo Filho de Mico Maxximus Dragonborn, o Rei de Morrowind com a sua concubina, a segunda Rainha de Morrowind, a Bretã Cecil Jasmil.

O jovem soldado é casado com a filha mais nova do Rei Ulfrid II, de 19 anos chamada; Mimi Stormcloack. Este casamento a principio politico mantem o laço que foi criado entre a Aliança Dragonborn e os nobres da casa Stormcloack.

Dost Dragonborn e sua Esposa, A Nord Mimi Stormcloack


Dost Dragonborn nasceu em 4E 227 
em Morrowind na Cidade de Balmora, filho do Rei de Morrowind Mico Maxximus Dragonborn, membro da poderosa Dinastia Dragonborn, ao vê-lo recém-nascido, seu avô antes de morrer, o pai de Danil e Mico, Carl Maxximus Dragonborn II, o rei de Hammefell em visita a sua família em Morrowind, declarou a todos que seu neto parecia ser "uma pessoa predestinada", um grande presságio assustadoramente preciso de seu futuro legado. 

Balmora-Morrowind em 4E 228

A sua educação foi marcada por uma certa negligência vinda de seu pai Mico e de sua mãe Cecil que preferiam as aventuras por Tamriel do que cuidar do seu primeiro filho.

A rainha Cecil a esquerda ao fundo, a Imperatriz Kumiko,
a frente o rei
 Mico em Morrowind no ano 4E 240

Dost com pais distantes estava aos cuidados de um "cuidador" da raça Khajiit chamado, Vist Antio chush, mais interessado em seus próprios prazeres, viciado em *Skooma. 

*Skooma é um narcótico pelas leis imperiais é "ilegal" devido aos traficantes é a droga mais usada em toda Tamriel. Quando usado, o skooma aumenta a força, a velocidade, e restaura a resistência. Alguns dos efeitos mais viciantes da droga são; crises de euforia, letargia prolongada, perda da voz, convulsões leves e com o uso prolongado dela, convulsões fortes, hemorragia interna, terminando em morte. Como o skooma é um narcótico perigoso, os Impérios de Tamriel ao longo da historia o proibiu em muitas províncias. Apesar disso, muitos traficantes o vendem para qualquer um que esteja interessado em comprar seu produto. A principal fonte de renda em Elsweyr é a exportação de açúcar lunar, usado para fazer a skooma. De fato, metade da população do sul de Elsweyr conhecida como "dentes de açúcar", gíria para viciado em skooma. Formaram grandes operações para produzir e vender skooma, vendendo-o em grandes cidades como Riften. Também existem antros secretos onde pessoas podem comprar ou usar a droga (tipo uma cracolandia da vida real), como o Antro de Skooma de Bravil/Cyrodiil ou o Antro de Redwater/Skyrim . Algumas pessoas em Morrowind se recusam a fazer negócios com pessoas que carregam a droga,  no entanto, pessoas em Cyrodiil estão dispostas a vendê-la ou comprá-la. O skooma em Skyrim é "diluído" e não tão forte quanto em outras províncias. Os Khajiit que têm tolerância natural ao skooma e ao açúcar lunar, os consomem todos os dias.

Entre os Khajiit, Skooma não é considerado um narcótico,.

"Skooma é destilado do açúcar lunar, que é sagrado para nós que adoramos a lua e as estrelas. Mas aqueles que a usam por prazer rapidamente se tornam escravos de suas visões."― Zulana

Apesar de tudo isso, Dost demonstra uma inteligência afiada; enquanto recebia quase ou nenhuma educação formal sob seus tutores, aprendeu tudo sozinho sobre o Sexto Império, sobre os thalmors, o culto dos Ancestrais, sobre Talos, Sobre os Elder Scrolls, os Daedras e Aedras, Alessia, e Tiber Septim, sobre as disputas do trono de Rubi, Dragonborns e muito mas, e também, Dost explorava cantos escondidos da Cidade e seus arredores, ora arrombando fechaduras das bibliotecas, ora explorando templos e cavernas, e até roubando itens privados. Até chamar a atenção do seu Pai, devido a reclamações, imediatamente fez o Rei colocar o seu menino problemático no serviço militar. 

SERVIÇO MILITAR EM SKYRIM
Dost alistou bem cedo no ano 4E 242 aos 14 anos de idade na Centuria VII em Solitude, servindo bem de armeiro sendo auxiliado e orientado pelo seu primo, chamado; Vidicus Maxximus, com quem o menino Dost aprendeu sobre diversas táticas militares. 

Armeiro Viducus Maxximus

E foi lá no acampamento militar que Dost conheceu a filha mais nova do Alto Rei de Skyrim, Mimi Stormcloack, atuando na guarda imperial de Skyrim, onde ele sendo o armeiro dela logo se tornaram amigos. E Onde por "mera conveniência" dos seus Pais, logo se casaram já no ano seguinte.

A arqueira imperial de Skyrim
Mimi Stormcloack


Em 4E do ano 246. Dost Dragonborn sendo o mais novo general da Centúria VI, tem a principal tarefa de patrulhar as estradas do todo o reino de Cyrodiil, auxiliando nas defesas das cidades ao redor da estrada, em pouco tempo estava fazendo com mestria esta nobre função.


E sendo um Dragonborn legitimo, e membro da também casa com o mesmo nome, Dost possui seu próprio Dragão Esmeralda chamado Drake.


Muitos membros da sociedade Altmer consideram relacionamentos interraciais a pior ofensa possível, pois valorizam muito sua pureza racial, e chegaram ao extremo de punir severamente aqueles envolvidos em tais relacionamentos. E a "pior Ofensa" foi dada primeiramente e secretamente em Morrowind é de onde, Dinah Dragonborn nasceu em 4E 220 na Localidade de Seyda Neen.

A princesa Dinah é a Irmã mais velha de Dost por parte de pai e sendo a filha do atual Rei Mico Maxximus Dragonborn com a sua primeira esposa, a Altmeri e sua mãe, Monet Lemuel Dragonborn. 

Antes de Dinah ser princesa do reino de Morrowind, Mico e Monet ainda nem eram soldados, Mico nesta época nem sabia que tinha um irmão, e muito menos que era membro da Casa Dragonborn quando tiveram sua primeira filha no vilarejo de Seyda Neen, Dinah que no começo de sua vida, enfrentava estereótipos como ser chamada sempre de "bosmer" pelo fato dela ser mestiça, e outras ofensas, antes dos 11 anos de idade, foi sequestrada e vendida como escrava para um assentamento Orc perto de Orsinium (também conhecida como Nova Orsinium), a capital do novo reino dos Orcs (Orsimer). Demostrando habilidades extraordinárias, escapou dos seus captores como uma arqueira furtiva, precisando sujar as mãos bem cedo com combate mesmo sendo uma criança.

Dinah com 11 anos de idade,ingressando no Exercito imperial de Tamriel

Em 4E do ano 247. Agora com uma vida mais calma, Dinah Dragonborn e criada para ser uma princesa do reino de Morrowind, e quem sabe uma futura Líder da Casa Dragonborn, sempre demostrando ter boas habilidades em batalha.


Em 4E do ano 248. A princesa Dinah a mando de sua mãe, convidou a maioria dos nobres de Skyrim e Morrowind, incluindo o atual Alto Rei de Whiterun, Ulfric III a se juntarem em um banquete e se possível, abraçarem à sua nova fé, baseada no Culto dos Ancestrais. 

Dinah e sua Mãe Monet em Balmora - 4E 248 

RAINHA DE SKYRIM
Uma de suas ações mais famosas da princesa de Morrowind na disseminação da sua fé foi convocar pessoalmente a própria nobreza da Aliança Dragonborn para o banquete real em Whiterun.  Seus outros métodos de conversão e "evangelização" incluíam até duelar com nobres guerreiros ou presenteá-los depois, fascinando o jovem Rei de Skyrim que ficou ainda mais fascinado com a beleza daquela jovem mestiça, Dinah foi pedida em  casamento pelo Rei se casou com ele no ano seguinte, Dinah acabou se tornando-se a primeira Rainha não humana na história de Skyrim nesta quarta era.

Dinah Dragonborn, A nova Rainha de Skyrim em 4E 249

Durante suas viagens por Tamriel, Dinah ganhou tanta fama que tanto nobres quanto pessoas comuns a admiravam e respeitavam profundamente. Quando a missão de espalhar o Culto dos Ancestrais foi concluída, A nova Rainha retorna de Solitude para Balmora City no reino de Morrowind. E Lá, Dinah foi recebida com grande amor pelo povo em geral, até os Dummers a admiraram, grandes festas foram realizadas em todo o reino sua homenagem por um mês inteiro. 

Dinah durante suas orações, agradece a Deus pelas dadivas que recebeu


"A minha vida já é um verdadeiro milagre de Deus" _Dinah Dragonborn

A Maga de Batalha graças à seu poder mágico único, um grande número de magos, alquimistas e estudiosos desejavam estar ao seu lado. Usando essa influência, Dinah reuniu centenas de novos aprendizes a magos e adeptos ao culto dos Ancestrais ao seu redor. Além disso, famílias nobres enviaram de bom grado seus filhos dotados para serem criados sob sua proteção, e do culto dos Ancestrais, Dinah incluiu até de seus próprios parentes elfos e humanos, alguns até abandoando a crença em Talos, Almalexia e outros deuses. 

A Maga de Batalha Dinah Dragonborn

Assim, A Rainha Dinah adquire muitos estudantes e servos magos por todo o sexto imperio de Tamriel, lançando as bases para a sua Academia Arcana que ela estabeleceria em Morrowind. No final, com essa nova ordem formada ao seu redor, a nova Rainha de Skyrim e o culto dos Ancestrais, tornaram-se famosos por toda Tamriel.

Relacionamentos interraciais estão ficando relativamente comuns na quarta era, mas ainda podem ser malvistos em algumas culturas de Tamriel.

Por exemplo; 
Um Orc chamado Gurlak tinha um relacionamento com sua dona e mestra de escravos, a Altmer Nuralanya. Quando o relacionamento foi descoberto, Gurlak foi preso a um círculo mágico que prolongou sua vida. Ele sobreviveu, e à sua amada, que também foi aprisionada nas proximidades, e continuaram a viver por milhares de anos nesse estado de aprisionamento. 

Embora o casamento ainda seja possível, verdadeiros laços multirraciais são raros, especialmente em Skyrim, Summerset e Morrowind, as relações interraciais ainda são marcadas por tensões políticas e muita xenofobia,.

Em 4E do ano 249. Antes de qualquer novo conflito se iniciasse devido aos constantes casamentos interraciais entre elfos e humanos no sexto imperio, visando a curto prazo que os lideres Thalmors sejam finalmente derrotados e entregues pelos Altmeri, sem ofende-los perante a este "novo costume" foi preciso dispor com os Lideres da Aliança Dragonborn e a Imperatriz Kumiko fizeram ao ponto de negociarem com a realeza Altmeri, um acordo para amenizar a situação.

Muitos desses bebedores de leite consideram uma heresia um Elfo Negro casar-se com alguém de outra raça. Como se os Três se importassem com quem amamos e por quem vivemos!" —Hrogar, um Nórdico casado com uma Dunmer

No mundo politico de Tamriel, muitas vezes é necessário analisar bem uma situação e expor à outra parte na negociação os pontos positivos para realizar um acordo, de modo incisivo e com argumentos fortes. A astúcia do rei de Morrowind, e de sua esposa, conseguiram amenizaram a situação. Pois não há como vencer alguma batalha sem a arte da negociação, muito menos triunfar em uma guerra que já dura tanto tempo. Mico Dragonborn, o rei de Morrowind, casado com uma Nobre Altmer, tinha a maior parcela na negociação e precisou apresentar insistentemente argumentos sólidos a seu favor, conseguindo o tão desejado apoio Altmer contra os Thalmors durante a invasão a Summerset.

As Alegações da Negociação de Mico;

Crianças mestiças
Jagar Tharn era, um típico cara mestiço de Tamriel, vindo de uma relação entre os Dunmers e Bosmers, Jagar com olhos vermelhos dos Dunmer, unhas pretas e cabelo grisalho e tom de pele Bosmer. E depois o Príncipe Cinzento da Arena, um "quase" meio Orc, digo isso, que mesmo sendo filho de um humano (Vampiro) com uma Orc, explicando bem que a progenitura da mãe prevalece parcialmente, o Cinzento era praticamente um Orc de aparecia normal, mas com pele verde pálida.

Xenofobia
Em Morrowind, Dunmers ainda consideram heresia casar-se fora de sua raça. Em Cyrodiil e arredores são sempre rotulados pelos humanos como "machadores da linha do Tempo" ao tomarem esposas humanas, casamentos entre humanos e Bosmer são geralmente malvistos. Em Summerset, o termo "Meio-elfo" tem sido usado como um insulto na cultura Altmeri contra os Elfos Bosmers, depreciando sua altura a gerações. Digamos que um homem Redguard foi para Summerset porque se apaixonou por uma linda Mulher Elfa... porque um humano (vale para qualquer ser humano) queria se casar com uma mulher Altmer, esta relação seria aceitável na sociedade élfica? Tradicionalmente não. 

Vantagens da Miscigenação
No livro chamado Notas sobre Filogenia Racial que afirma categoricamente que o filho de um casal mestiço será considerado membro da raça de sua mãe. Mas isso é mais no sentido social, e no sentido biológico? 

Por exemplo;, 
As relações amorosas entre Humanos e Elfos poucas vezes mencionada na historia, não parecia ser tratado como algo grandioso pelas pessoas de Tamriel, como os tempos estão mudando, os costumes também estão, e casamentos assim estão ocorrendo mais nesta Quarta Era, as vantagens destas relações miscigenadas se tornando aparentes, pois o filho mestiço herda duas vezes tanto as qualidades raciais (bônus) das duas raças distintas.

Mãe (Redguard),
Lady Sofe Maxximus Dragonborn


Pai (Altmer),
Lord Higd Lemuel


Filha (mestiça)
Lady Lídia Valenraty Lemuel Dragonborn



"Às vezes os ventos de tempestade sopram com tanta força que um homem não tem alternativa exceto guardar as velas." _Antigo Ditado Redguard


Em 4E do ano 250. Dado pelas seguintes alegações terem sido favoráveis, a um acordo formal que foi assinado pelas partes; entre os Lords Altmers (não os Thalmor e a Rainha) com a Aliança Dragonborn e o Sexto Imperio de Tamriel, e entre os termos desse acordo, a exigencia dos Lords Altmers, dispostos a aceitar penas algumas uniões interraciais entre humanos e elfos, desde que estes casamentos sejam somente entre membros da nobreza. 

A CONQUISTA DE SUMMERSET
A paisagem da Ilha Summerset é semelhante à de sua ilha irmã, Auridon um clima quente, florestas coloridas, prados idílicos e montanhas escarpadas. A maior parte da parte sul da ilha e uma região central no norte são cobertas por montanhas, com uma passagem central ligando as partes oeste e leste da ilha. A montanha mais alta da ilha é Eton Nir, localizada na região norte. Corais são abundantes nas costas da Ilha Summerset; a Floresta de Corais na costa leste é uma das formações de coral mais conhecidas. Formações de coral são às vezes encontradas longe do mar, o que sugere ocupação original pelos Sload. Um rio com dois afluentes chamado Clott flui para a costa nordeste.

Em 4E do ano 251. A cidade de Cloudrest que fica no topo de Eton Nir, na montanha mais alta, foi conquistada pelas tropas imperiais. 

Cloudrest


Miruel Dragonborn ao lado de seu Dragão Adravir e suas comandantes Shana e Lenael,
marchando pelas montanhas para conquistar Cloudrest


A próxima foi a bela cidade de Alinor, a grande capital das Ilhas Summerset e a atual sede dos governantes Altos Elfos desde tempos imemoriais, que nunca tinha sido cercada pelas tropas inimigas em toda a sua historia nem mesmo durante a crise de Oblivion, mas como nesta era, os tempos são outros, a Rainha de Cyrodiil, Miruel Dragonborn, sitia a cidade por 3 dias. 
 
Alinor, a grande capital dos altos elfos

A Ideia criada na Segunda Era durante o Interregno, da Rainha Ayrenn, a gloriosa filha do Rei Hidellith, que formou o primeiro Domínio Aldmeri, e também o segundo Domínio, a aliança criada a mais de 700 anos cujo objetivo era conquistar Cyrodiil e o Trono de Rubi, estava em seus momentos finais.


Em seus quase 770 anos de governo na ilha, a Rainha Ayrenn pela primeira e ultima vez falhou miseravelmente na defesa de seu reino, escolhendo concentrar o grosso suas forças Thalmor em Elden Root - Valenwood em vez da capital Alinor, que enfraqueceu demais suas defesas, pois a capital do Domínio e arredores caíram rapidamente e seu primo Alwinarwe que governava a cidade em seu nome, foi morto tentando fugir.

Alwinarwe

Outras cidades importantes que incluem; Lillandril, Shimmerene, Sunhold e Dusk também foram conquistadas pelas forças de Miruel. 


A Rainha Ayrenn, figura central para a conquista da ilha, acabou sendo perseguida por Miruel e suas forças, que as levaram a uma estranha estrutura Aldmeri nos arredores de Lillandril.


Onde lá, encurralada Ayrenn propôs um duelo contra Miruel, dizendo que ela tinha o direito de se vingar, já que foi ela que matou seus pais, a 230 anos atrás.



"Embora não possamos mais sentir saudades da antiga Ehlnofey, o calor dourado dos Divinos sempre enxugará nossas lágrimas na ensolarada terra de Summers, venha estou pronta pra morrer pelas mãos da filha mais nobre desta terra"
_Avrenn




Mais era um ardil, assim que Avrenn partiu pra cima da sua atacante, dois soldados 
surgiram atrás da coluna, (detalhe, todos eram *vampiros).. Mas Miruel que não estava sozinha e despreparada, não facilitou as coisas pra Rainha e no final da luta, a grande Avrenn e seus capangas estavam mortos.

corpo da Rainha ao lado da sua espada feita em Morrowind Claymore de Vidro


Altmers comemoraram a morte da Rainha, alguns ainda não acreditavam na sua partida deste mundo, já que Avrenn era umas das figuras mais antigas e lendárias de Tamriel a séculos, e quando os soldados de Miruel viram seu corpo ate estranharam a aparecia da Rainha élfica pois sua pele estava pálida e seca, 


Bem diferente da fama sobre sua famosa beleza e que muitos a imaginavam, mas que nos últimos anos devido ao vampirismo, Avrenn reclusa e quase não se via mais ela em publico. Os vampiros são frequentemente reconhecidos pela palidez excepcional da sua pele e pelos olhos vermelhos e alertas, bem como por sinais visíveis de inquietação. Eles também são vulneráveis ​​à luz do sol, pois a exposição queima a pele e torna impossível a recuperação de ferimentos. Outra condição debilitante é a fome que impede a cura causando a infame sede de sangue.

Avrenn não conseguia esconder traços do vampirismo que são a mudança de cor dos olhos

Miruel Dragonborn que sentia um ódio profundo dos Thamor e pessoalmente pela Rainha, seu desejo de vingança tirava o seu foco, tanto nas coisas e das pessoas ao redor, e sem mais motivos para se vingar.. 

Espada da Rainha como prova de que Summerset estava livre da tirania 

Acabou tirando um grande peso emocional, Miruel agora estava livre deste fardo, tanto que por respeito a Rainha Avrenn, tanto ela e seus homens esconderam de muitos, detalhes de que a rainha fosse de fato uma vampira, embora isso soasse muito diferente de quem já sabia da verdade.


Em 4E do ano 252. Com a morte da rainha Ayrenn um ano depois, os Lords Altmers em comum acordo com o sexto imperio de Tamriel foram gradualmente assumindo o controle na ilha, Miruel e seus soldados agraciados com honras pela realeza Altmer em Alinor estavam ajudando a nova administração, como convidados. 


O novo governo da ilha emite um novo decreto que agora considerará a facção Thamor como uma organização criminosa, também abrirá definitivamente as fronteiras de Summerset para todos os forasteiros, acabando de vez com o seu isolamento, antes apenas comerciantes estrangeiros eram permitidos e "vigiados" em seus portos, dias depois, as Ilha Summerset serão reintegradas como a 8° província, e oficialmente incorporada ao Sexto Império de Tamriel.


VAMPIRISMO EM TAMRIEL
Também grafados como *Vampyres, são aqueles seres afetados pela doença ou condição de Vampirismo (conhecido como Sanguinare Vampiris em Skyrim e Hammerfell e Hemofilia Porfírica em Cyrodiil e Morrowind). Eles podem se alimentar do sangue de qualquer criatura de sangue quente, são considerados seres infames por atacarem pessoas desta forma.


"Vampiros são criaturas imundas. Cheios de doenças, sabe? Eles ficam no oeste, espalhando sua maldição indiscriminadamente, junto com várias outras aflições. Eles não fazem isso com tanta frequência aqui, mas mesmo assim é melhor não deixar os ferimentos deles sem tratamento. Imagino que você conheça algum feitiço de Restauração, caso um de nós seja mordido?"―Nitrah

Considerados uma "praga do mundo",  vampiros são reconhecidos como o tipo mais forte de morto-vivo encontrado em Tamriel, são atormentados por uma sede incontrolável de sangue. Isso faz com que a primeira vítima de um vampiro seja geralmente um amigo ou conhecido de sua vida. Junto com lichs e espectros, vampiros estão entre os poucos tipos de mortos-vivos reconhecidos como sencientes em oposição, ou seja não são subjugados pela vontade de um necromante.

ORIGEM
A maioria dos vampiros de Tamriel traça sua linhagem a uma ancestral comum distante, uma virgem da era nédica chamada Lamae Beolfag. Ela comumente referida como Matrona de Sangue, foi estuprada e profanada pelo próprio príncipe daedrico Molag Bal. 

Molag Bal

Molag com Lamae gerou toda a maldita raça de monstros conhecidos como vampiros, que então desde sempre atacaram humanoides nômades, espalhando ainda mais sua corrupção. 

Lamae Beolfag

Diz-se que outras espécies de vampiros são o resultado de outros pactos e diversos acordos com os próprios Molag Bal e Lame Beolfag, que prometem a ilusão da imortalidade e poder, mas que na verdade, dão aos tolos e suas vitimas aflitas "uma eternidade de dor, sofrimento e danação".  O Tribunal de Morrowind ensina uma versão bem "diferente" e bem mais suave da origem dos vampiros, considerando Bal como o seu progenitor, Molag Bal é chamado pelos Dummer de o "Pai dos Monstros" que gerou o primeiro vampiro, meramente a partir de um cadáver de um inimigo?, e cuja a natureza varia de versões??, ou o inimigo é um Lorde Daedra, ou um Santo do Templo??. Mas de qualquer forma, essa versão vinda do tribunal é totalmente descreditada por toda Tamriel, exceto em algumas partes de Morrowind.

E possível Matar um Príncipe Daedra?
Resposta curta: Não, mesmo sendo falsos deuses, são seres imortais no nosso plano físico.
Mas, E completamente possível mata-los dentro do reino de Oblivion, como evidenciado pela morte do Principe Lorkhan embora, mesmo assim o termo, "morte" possa ser um pouco impreciso de se dizer. Então, por que isso aconteceu? Bem, precisamos olhar para a criação de tudo para entender isso. 

No começo era vazio, e havia trevas sob a face do abismo, enquanto que o espirito do senhor caminhava sob as aguas, e disse Deus;
"Que haja Luz e houve a Luz"

Da luz, a palavra "Aedra" que significa "Nossos Ancestrais", enquanto, as Trevas, a palavra Daedra significa "Não aos Ancestrais". Os Daedra é o caos e os Aedras representando a ordem e a justiça. Agora, aqui é onde há alguma variação para uma coisa. O que geralmente dito é que os Aedras e Daedras lutaram muito pelas eras, deixando algumas pistas para acabar com esses demônios de uma vez por todas.  

Resposta longa: No entanto, deve-se saber que, embora seja difícil, não é impossível matar um Daedric Lord que é um ser como dito acima e tenho certeza que você sabe quem governa os reinos Oblivion é o nome do reino dentro de diversos vazios que não são o planeta Nirn, e nem é onde o sistema solar de Mundus está, Oblivion é onde também está Aetherius a terra onde Jorrvaskr e afins estão. Oblivion são reinos sob o comando do príncipe daedrico. Magia de alma contra eles é extremamente poderosa, pode em teoria funcionar, mas provavelmente tem que estar em um nível semelhante ao deles para funcionar corretamente, e fazer coisas com magia está fora de cogitação.


Também existe conquistar e subverter o príncipe daedra, mas isso não é possível se a pessoa que o faz for bem poderosa, porque na melhor das hipóteses, apenas uma encarnação do príncipe daedrico e, por fim, seria submissa. 

Mas se destrui-lo dentro de Oblivion, e tipo quebrar o seu "havrocel" Isso é, porque Qualquer coisa que possa atingir sua essência diretamente pode matá-los e mantê-los mortos. Porque Agora Sem uma essência para retornar, resultará em sua morte permanente. Eles podem até ser como falsos deuses, mas não são invencíveis no Oblivion, o príncipe daedra não pode mais reviver de forma alguma e deixa de existir. 


¹⁸ Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.
¹⁹ Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo jaz no maligno. 

1 João 5:18,19



O APOCALIPSE DRAEDA
Em 4E do ano 255. Sem nenhum Aviso, uma epidemia devastadora projetada por Molag Bal aprovada pelos Príncipes Draeda, matou mais de 99% da população de Tamriel rapidamente, a epidemia desconhecida afetou diretamente todas as raças, vampiros foram os responsáveis diretos por propagá-la.

Deus, vigiai por nós, proteja-nos dos Daedra e dos Falsos Deuses 

Esta Epidemia Desconhecida devastou todo o continente tornando a maioria dos nativos extintos inclusive os próprios vampiros e nem os Agoniamos, famosos pela alta resistência a doenças graças ao seu Hiest, não eram imunes a ela.


Depois disso, a roda da historia das eras parou de girar ...






CAPITULO 5
Uma nova Era




Aquele 1% que sobreviveu a aquela epidemia desconhecida, vieram de devotos do culto dos ancestrais graças a seu isolamento e aos seus "costumes" não foram afetados pelos vampiros, incluindo alguns membros da Casa Dragonborn, acampados sem lugar fixo sobrevivendo espalhados por toda Tamriel sem registrar a historia por mais de 1.000 anos, até chegar a época atual.


Nova Era do ano 1. Graças à sua ótima localização estratégica na fronteira entre Cyrodiil, Skyrim e High Rock, A Colina *Sancre Tor esteve livre da Epidemia durante mais ou menos uns 1000 anos. E Em algum momento, sobreviventes destes lugares ocuparam as colinas de Sancre Tor,  garantido sua segurança nas ruinas da fortaleza, menos para os Daedras e outros Demônios que não conseguiam contornar suas poderosas defesas mágicas (parecia até que o próprio Espirito de Deus se apossou de lá) e com a colina Sancre Tor protegida, deu bastante tempo pra uma comunidade prosperar naquele lugar.

*Sancre Tor conhecida como Colina Dourada era uma grande fortaleza nas Montanhas Jerall ao norte da Cidade de Chorrol na antiga província de Cyrodiil. A fortaleza teve um grau de importância estratégica e teológica ao longo da história dos vários Impérios de Tamriel , primeiro sob o Império Alessiano e depois como o local de descanso da Dinastia Remana. Diz-se que Sancre Tor foi o local onde Santa Alessia recebeu a inspiração divina de Deus para sua Primeira Guerra Santa. Naquela época, governado por um rei Ayleid conhecido como Haromir de Cobre e Chá, morto em combate singular por Pelinal Whitestrake durante a revolta. Após o estabelecimento do Império Alessiano , Sancre Tor tornou-se o foco da nova administração, graças tanto à sua importância teológica para o Culto dos Ancestrais e para a Ordem Alessiana quanto à riqueza de suas minas. Segundo as antigas lendas, é também o local onde Alessia foi enterrada.



Nova Era do ano 11. E assim surgiu, o primeiro estado pelas graças de Deus, isso porque rapidamente os sobreviventes dessa maldita epidemia foram aos poucos formaram blocos de resistência, desenvolvendo táticas eficazes contra os Malditos, o primeiro Reino da nova era se chamava; O Estado de *Sancre Tor.


O pequeno estado tem aproximadamente uns 120km² surgindo em volta da Ruina Sancre Tor ao norte que vai ate a cidade de Cyrodiil ao sul. Perto das Ruinas da lendária Fortaleza está o ultimo refugio da Família Dragonborn, o Castelo Dormrose.


No final da quarta era e início da nova era, as defesas de um castelo tornou-se complexa. Isso acarretou na proliferação de torres com ênfase no enfileiramento máximo do poder de fogo. Muitos castelos de Cyrodiil, Skyrim e Hammerfell poligonais que dependiam de um formato concêntrico — uma série de defesas --- dentro de uma das outras que maximizavam o potencial do castelo. Essas inovações defensivas apareceram depois dos aperfeiçoamentos tecnológicos feitos na Nova Era, como as fortificações concêntricas do Castelo Dormrose, inspirada por sistemas de defesa mais antigos, como os fortes da era Nedica. 

Todos os elementos dos castelos são de natureza militar exemplo, fossos passaram a ser uma estrutura com funções defensivas. 


E de onde de lá, a Duquesa Lavinia Lemuel Dragonborn, Governa este pequeno estado.


Uma bela mestiça de mãe Redguard e pai Aldmer de terceira geração Dragonborn, sua família que era refugiada vinda de Hammerfell e que encontrou abrigo nas colinas a séculos atrás.


Duque (feminino: duquesa) é um grau nobiliárquico, que pode referir a um soberano de um ducado. Pode ser também integrado numa casa soberana como a Dragonborn. 


É um título hereditário, também atribuído a apenas uma pessoa, caso normalmente a um filho (a) do soberano ou a uma pessoa cujos serviços o mesmo queira recompensar. 


A origem da palavra está no substantivo dux, que significa "aquele que conduz", termo usado desde o antigo Império Renano como o máximo comandante militar. Os duques imperiais recebiam mais precisamente dos reis o mesmo tratamento com todas as dignidades e honrarias inerentes. 


A UNIÂO DAS CASAS DRAGONBORN E STORMCLOCK
A Duquesa Lavinia Lemuel Dragonborn, é atualmente casada com o Duque, o (Nord) Meretil Stormclock onde juntos governam aquele pequeno estado. 


Graças à sua eventual riqueza gerada pelas suas 2 minas e um território vasto para apenas 435 pessoas, este ducado será politicamente e economicamente muito importante para esta era. 


Tecnicamente criando vassalos para quem sabe terem um futuro rei de uma Nova Cyrodiil, os duques de Sancre Tor souberam conservar a sua autonomia mantendo uma política militarista própria com suseranos em diversos condados,.































Continua..








Nota do desenvolvedor;
Essa Obra é uma fanfic de ficção inspirada na obra original de The Elder Scrolls e sobre fatos históricos ou não contidos aqui, são apenas uma mera coincidência.




CREDITOS E AGRADECIMENTOS
Bethesda Entertainment


Jogos usados nas imagens
The Elder Scrolls 3 Morrowind
The Elder Scrolls 4 Oblivion
The Elder Scrolls 5 Skyrin
The Elder Scrolls Online




OFICINA ROCK
2025/2026
Rio de Janeiro - Brasil














Comentários

  1. Hey amigo tem como compartilhar links de algum game da serie the elder scrolls, de graça?

    ResponderExcluir
  2. Acho q a Bethesda vai deixar como se a história tivesse se perdido no tempo, tipo mesmo você se tornando o líder de várias facções dá pra perceber q o dragonborn n é muito famoso como os jarls e quem acreditaria em uma história onde um cara q era aparentemente do bem por ter salvado o mundo matou o imperador e fez pickpoket com pessoas aleatórias, então provavelmente a Bethesda vai botar um único livro que fala sobre especulações ou quem sabe uma canção falando de seus feitos mas apenas como lenda

    ResponderExcluir

Postar um comentário

ATENÇÂO
Comentarios Com Spam / Bugs / Cheats / Hacks / Ofensas / Racismo / Terrorismo / Apologia a Drogas e a Violência. Qualquer Incumprimento destas regras, envolvidos serão bloqueados sem qualquer aviso.

DIRETORIA
Oficina Rock©

Postagens mais visitadas