[RPG] AS FORÇAS ESPACIAIS DO EXERCITO IMPERIAL

 Nota do desenvolvedor; Essa Obra é uma fanfic inspirada nas obras originais de Franquias como Halo, misturadas com outros atos históricos contidos aqui, e são apenas uma mera coincidência.

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Antes de ler querido Leitor, 
Eu lhe peço lhe desculpas pelos erros de ortografia, 
pois os dados obtidos aqui são traduzidos de diversas fanbases de Halo espalhadas pelo mundo, e as vezes elas estão fora de contexto.





Texto Atualizado em 
Julho de 2026








(R.P.G - Role Play Game #)
AS FORÇAS ESPACIAIS DO 
EXERCITO IMPERIAL 




INTRODUÇÂO
Isto É um Jogo de Roleplaying Game (R.P.G)
A Historia de um jogo tem olhar e sentimento próprio que nos é contada desta forma. 
Ela tem elementos míticos que falam ao coração. 
Épica em grande escala. E divertida .. 





EXERCITO IMPERIAL BRASILEIRO



ROTEIRO
A sua origem remonta quando o príncipe Pedro I proclamou a independência do Brasil do reino de Portugal e se tornou o primeiro Rei do Primeiro Império do Brasil, tropas leais à sua liderança formaram o Exército Imperial do Brasil ou Exercito Imperial Brasileiro, o primeiro exercito de um Brasil recém-independente era composto apenas de mercenários. 


Em 30 de agosto de 1824 
(ano do planeta terra)


A formação do Exército Imperial Brasileiro 
Foi sendo formado gradativamente nos primeiros anos do século XIX, à medida em que se distanciava da organização portuguesa, que era integrada em grande parte por contingentes nacionais de milícias, seguindo os modelos e as normas militares lusas. 

Em 1824, a Constituição o oficializou. As revoltas internas, as lutas pela emancipação e as guerras externas no sul do país exigiram, desde os primórdios, que a força militar tivesse moral elevado e bom adestramento, e não havia melhor meio para isso do que apoiá-la na organização existente, a portuguesa, emprestando-lhe a motivação patriótica que o ideal de liberdade e de unidade nacional despertava naquelas circunstâncias. 

Somente quando: - foram afastadas do Brasil as tropas lusas, antes presentes em todo o território nacional; - os comandantes em todos os níveis passaram a ser brasileiros ou portugueses que optaram por defender o Brasil, como o Gen Joaquim de Oliveira Álvares, que foi Ministro da Guerra em duas oportunidades; - a Constituição de 1824 instituiu a “Força Militar”  e - o Decreto Regencial nº 30, de 22 de fevereiro de 1839 deu nova organização ao Exército; é que se pode considerar o EB como tal. 

Dom Pedro I procurou desde logo melhorar as suas tropas da guarnição do RJ: - transferiu para a capital forças de SP e de MG; - por decreto de 23 Set de 1822 onde criou a Guarda Cívica, que recrutou; "a gente limpa da cidade do Rio de Janeiro", com quatro batalhões de infantaria (cada um com quatro companhias), e dois esquadrões de cavalaria (cada um com duas companhias); - criou no RJ três companhias de Art a Cavalo; - por decreto de 01 Dez 1822 a Imperial Guarda de Honra, a unidade de elite de cavalaria subordinada diretamente ao Imperador e que gozava de vários privilégios como, por exemplo, o de prestar honras militares apenas à família imperial; - criou o Quartel-General da Corte; - instituiu em 1823 o Batalhão do Imperador, destinado a operar na Bahia contra as forças portuguesas do Brigadeiro Madeira de Melo; 

E pessoalmente - mandou organizar, com pretos brasileiros libertos, um batalhão de elite de artilharia de posição, montado a partir do Batalhão de Caçadores dos Henriques. 


E assim, conforme o estudo do Capitão Nilo Val, o Exército do Primeiro Império Brasileiro, foi assim que ficou organizado o EIB em suas 3 armas:
 
-Infantaria: o Batalhão do Imperador com 735 homens em seis companhias; três Btl de Granadeiros; e 27 Btl de Caçadores (717 homens cada); 

A Infantaria foi distribuída no RJ, SP, SC, Montevideo, ES, BA, AL, Recife, PB, Oeiras (MA), Natal, Fortaleza, São Luís e Belém. 

-Cavalaria: sete regimentos a oito companhias, com (210 homens cada);

A Cavalaria ficou no RJ, Ouro Preto, SP, Cerrito (sul do RS), Rio Pardo (RS), Montevideo e Paysandu (Uruguai). 

-Artilharia; no Rio, Santos, Desterro (SC), Montevideo, Vitória, BA, Recife, Parnaíba (PI), Fortaleza, São Luís, Belém, SP (capital), Porto Alegre, AL e PB. Louvável era a preocupação com a formação moral do militar de artilharia, do qual se exigia irrepreensível conduta e espírito profissional. 

Para que a impregnação castrense não se interrompesse e nem fosse prejudicada pela influência do meio civil, os recrutas ficavam confinados durante os dois primeiros meses no Depósito Geral, só podendo sair em casos de extrema necessidade e ainda assim obrigatoriamente acompanhados por uma praça antiga, que se tornava responsável pela saída. 

Ao ingressar no EIB para a prestação do serviço militar, o recruta recebia uma esteira para dormir e tinha de comprar com seu próprio soldo uma tigela, um prato de barro, uma colher e uma faca sem ponta. 

O Quartel-General da Corte foi reorganizado em 1824. Esse importante órgão, que tinha funções de comando geral e de estado-maior para a Força Terrestre, representava a instituição central da administração militar. Serviu de modelo aos quartéis-generais nas Províncias. 

Regulamentou-se o emprego de armamento nas unidades do EIB através de decreto de 03 Set de 1824.
 

A infantaria manteve a espingarda, o rifle e os acessórios, que eram a vareta, o martelinho, o sacatrapo e a baioneta; a cavalaria dispunha de clavina com martelinho e sacatrapo, pistola e espada. A lança só apareceu mais tarde. A artilharia utilizava, além dos canhões, armamento portátil semelhante ao da infantaria ou cavalaria, conforme o caso. 

O Regimento de Estrangeiros com um ano de existência, reestruturou-se em dois batalhões de caçadores e um de granadeiros. Os corpos de tropa dentro de cada arma, renumerados seguidamente em 24 Dez de 1824, inclusive todas as unidades de 2ª linha. As unidades de milícias continuaram com a designação tradicional dos locais de origem. 

Nacionalizando, em 24 Nov de 1830 foram demitidos todos os estrangeiros, exceto àqueles que colaboraram extensivamente com o Exército Imperial.

No setor de Administração militar foi relevante o trabalho de Dom Pedro I para dotar a organização de elementos indispensáveis. Criaram-se o Comissariado Geral do Exército Imperial, o Depósito Geral de Recrutas, fábricas de material bélico, munições e arsenais. Foram melhorados o Trem Real e a Fábrica da Casa de Armas da Conceição. As Academias Real e de Marinha foram unificadas, permitindo uma unidade de doutrina. Tudo isso representou notável esforço do primeiro governo imperial a fim de dar ao Exército organização, disciplina e eficiência, colocando-o à altura das responsabilidades na defesa da soberania da nação, cujo reconhecimento Portugal só admitiu em agosto de 1825. 

Em sua “Fala no Trono” o Imperador D. Pedro I teve a oportunidade de dizer: 

"O Exército não tinha nem armamento capaz, nem gente, nem disciplina; de armamento está pronto perfeitamente; de gente vai-se completando conforme o permite a população e de disciplina em breve chegará ao auge, já sendo o mais exemplar do mundo. Nos arsenais do Exército tem-se trabalhado com toda a atividade (...) Todos os reparos de artilharia das fortalezas desta Corte estavam totalmente arruinados; hoje acham-se prontos (...) Construíram-se em diferentes pontos os mais apropriados para neles se obstar qualquer desembarque, e mesmo em gargantas de serras, a qualquer passagem do inimigo, no caso de haver desembarcado (o que não será fácil), entrincheiramentos, fortins, redutos e baterias novas (...)"

Dom Pedro I revelava preocupação com a integridade da pátria recém-liberta. 

Coube ao EIB, rearticulado nessas circunstâncias, a maior responsabilidade na consolidação da independência do país. Se não houvesse uma firme determinação dos quadros dirigentes, logo Portugal conseguiria recolonizar o Brasil. Não faltavam para isto a disposição das Cortes de Lisboa e das bases mantidas em vários pontos de nosso território. No MA, na BA e na Cisplatina, esperaram em vão as tropas portuguesas pela reação de Lisboa. Dom Pedro I, impetuoso e entusiasta, foi o artífice da vitória. A seu lado estavam grandes patriotas brasileiros, ajudando-o a dar forma ao instrumento da garantia da independência: o Exército Brasileiro. Dentro em pouco, a essa responsabilidade somar-se-ia uma outra - a guerra contra as Províncias Unidas do Rio da Prata (PURP). 

A participação do EIB na Abdicação de Dom Pedro I

O Exército com povo sempre esteve presente nos principais fatos do processo histórico da abdicação, ora como defensor dos poderes constituídos e de mantenedor da lei e da ordem, ora premido pelas circunstâncias, sentindo o desvirtuamento desses poderes, mas sempre apoiando e conduzindo o povo no restabelecimento da normalidade sócio-política. Na fase colonial a Força Terrestre havia sido encarregada de preservar as terras conquistadas e de lutar contra franceses, holandeses e ingleses, apresentando já tendências que se revelariam no Exército do futuro. 

O Sobre este aspecto, o historiador Samuel Guimarães da Costa na obra “Formação Democrática do Exército Imperial Brasileiro" destaca os seguintes aspectos: "Por ora cabe ressaltar apenas a influência que teve na organização militar da colônia a confluência da iniciativa privada e da miscigenação, emprestando ao Exército colonial o caráter de força espontânea do povo - feita muito mais à base de milícias de paisanos que de tropas regulares e pagas" (Costa, 1957, p. 29/30). 

A maioria de seus comandantes e oficiais leais a Dom Pedro I 

A abdicação de Pedro I resultou na redução do contingente do EIB. Os liberais por razões ideológicas impede qualquer possibilidade de retorno ao Brasil de Pedro I, e por isso eles enfraqueceram uma das instituições mais ligadas ao Imperador, vários batalhões foram dissolvidos, enquanto outros foram transferidos para províncias distantes. 

A maioria dos soldados foi descarregados; 

O alistamento foi suspenso e a promoção de qualquer oficial foi proibida. A regência provisória reduziu o Exército para menos de 10 mil homens. 

As reduções deixaram o E.I.B com apenas 6 mil soldados. Os batalhões mercenários,  dissolvidos. 

O EIB sob o Reinado de D. Pedro II

Com a intenção de ajudar o Exército, o novo Governo imperial cria a Guarda Nacional em agosto de 1831. A nova instituição substituiria todas as velhas milícias, mas não tinhas tropas permanentes nem barracas para hospedar tropas. Em tempos de guerra, a Guarda Nacional incorporada ao Exército da 1ª Linha e para todos os efeitos, força de reserva do Exército Imperial. 

Os resultados da política liberal logo foram sentidos. O governo incapaz de combater as rebeliões que ocorreram no país. A eleição do conservador Pedro de Araújo Lima para o cargo de ministro regente em 1837 mudou completamente a situação. O Partido Conservador restaurou o Exército imperial, reorganizou e reequipou as fileiras, e aumentou o seu tamanho para 18.000 homens. 

O Primeiro Exército Imperial Brasileiro consegue várias vitórias sobre as revoltas provinciais: 
Cabanagem, Sabinada, Guerra dos Farrapos, entre outros

No início da década de 1840, a nova reorganização do Exército deu-lhe mais coesão e o tornou mais capaz.
 
A nomeação do Eterno Patrono do Exercito Imperial Brasileiro 
Duque de Caxias 

Entre Mai/Jun de 1842 eclodiram revoluções liberais em SP e MG. Entre os rebeldes do RS houve euforia, pois eles julgavam que esses movimentos armados viriam facilitar os seus objetivos. 


Restabelecida a paz em SP e MG, convenceu-se o governo imperial de que a rebelião no RS não seria dominada enquanto não houvesse à frente das tropas um militar de prestígio e capacidade profissional. 

Na época, destacava-se o nome de Luiz Alves de Lima e Silva - o Barão de Caxias, cuja a sua atuação político-militar no MA, em SP e MG lhe havia granjeado muito respeito, tanto na área militar como na civil. Concentrando em Caxias as funções militares e administrativas, o governo nomeou-o Presidente e Comandante das Armas do RS a 28 Set 1842. 

Na época, as forças rebeldes ocupavam e dominavam a chamada campanha do Rio Grande. Caxias chegou a Porto Alegre em 09 Nov, assumiu suas funções e fez um apelo ao povo gaúcho através da seguinte proclamação: 

"Rio-grandenses! Sua Majestade o Imperador, confiando-me a presidência e comando em chefe do bravo Exército brasileiro, recomendou-me que restabelecesse a paz nesta Província do Império, como restabeleci no Maranhão, em São Paulo e em Minas Gerais; a Divina Providência, que de mim tem feito um instrumento de paz para a terra em que nasci, fará com que eu possa satisfazer os ardentes desejos do magnânimo monarca e do Brasil todo". 

Caxias era um chefe militar que até então jamais fora vencido. 

E ele tratou de preparar a vitória. 

Restabeleceu as atividades comerciais na Província. Criou estabelecimentos nas faixas de fronteira que privassem os rebeldes de conseguir aprovisionamentos nos países vizinhos. 

O plano de Caxias resumia-se em partir para o interior com as tropas articuladas em uma só coluna, precedida de uma vanguarda. 

Esperava poder atrair os revolucionários, travar batalha campal e batê-los. Os remanescentes haveriam de se exilar nos países vizinhos. 

A execução do planejamento exigia uma concentração inicial dos meios disponíveis. As forças imperiais estavam dispersas; parte achava-se na região de Pelotas, parte em Porto Alegre e Rio Pardo, e o grosso ocupava a margem esquerda do Jacuí, no Passo de São Lourenço. 

Após fixar Netto em Piratini e Canabarro na região do Passo de São Lourenço, evitando ser batido por partes e, conduzindo 5.000 cavalos, costeou a Lagoa dos Patos por 80 Km, atravessou o canal de São Gonçalo no Passo da Barra52 e atingiu o Passo de São Lourenço. Foi um risco calculado. Conseguiu alcançar seu objetivo, levando a maioria dos meios de Porto Alegre e Rio Grande para juntar-se ao grosso do exército, deixando nesses locais um mínimo de forças. Reorganizou os seus elementos de manobra e antes de marchar lançou um destacamento sob o comando do Cel Jacinto Correia com a missão de subir a serra e bater as forças farroupilhas de José Gomes Portinho53, de forma que não viessem a perturbar a sua ligação com a capital. O Cel Jacinto cumpriu a missão. Portinho retraiu, progrediu pelo N, NO e SO do RS e se reuniu com seus partidários em Alegrete. 

O adversário não o esperou. 

Nas proximidades de Santana do Livramento a vanguarda trocou tiros com o inimigo, que se esquivava da batalha, rumando para Bagé através do Uruguai. Em face da fadiga da cavalhada, Caxias não perseguiu o inimigo e retornou a Santana, onde recebeu a notícia do vitorioso ataque dos rebeldes à força deixada em São Gabriel, voltando então para esta localidade55. A seguir, resolveu dividir a tropa em dois destacamentos, pois percebera a dificuldade de operar com uma só coluna contra um inimigo que se dispersava a cada momento e novamente se concentrava quando lhe convinha. 

Ordenou, pois, a Bento Manuel, a quem confiara um dos destacamentos, que transpusesse o rio Santa Maria e avançasse pela margem esquerda, na direção de Bagé, enquanto ele próprio seguiria pela direita. Sabendo Bento Manuel que Canabarro se dirigia para Alegrete, resolveu correr no seu encalço, deixando o equipamento pesado no cerro de Vacaiquá, sob o encargo do Cel Francisco de Arruda Câmara, Cmt 9º BC. 

Canabarro esquivou-se com habilidade e, realizando um movimento circular, atacou o Coronel Câmara, mas sem obter grande resultado. Caxias, por sua vez, organizou uma incursão contra o arsenal dos rebeldes, nas imediações do Pai Passo, obtendo um excelente resultado. 

Os insurretos, logo a seguir, reuniram-se com a finalidade de atacar uma das colunas do exército legalista, buscando batê-lo por partes. Escolheram a coluna de Bento Manuel, por estar momentaneamente com menor efetivo e porque ele era alvo do seu ressentimento. O confronto deu-se em Ponche Verde (26 Mai 1843) e o resultado não apresentou uma definição clara. 

Os rebeldes tinham superioridade em cavalaria e os legalistas em infantaria que, formada em dois quadrados, soube resistir por mais de duas horas a todas as cargas. O inimigo se retirou do local.

Inventário das rebeliões regenciais 

Período Regencial teve inúmeras revoltas, motins, rebeliões, madraças, etc. no Brasil. Segue-se uma relação com as principais. Outras, bem menores, muito rápidas e efêmeras ocorreram na vastidão do território nacional e que escaparam aos registros históricos. - Setembrada no MA (1831); - Setembrada em PE (1831); - Novembrada em PE (1831); - Novembrada no MA (1831); - Revolta do 26º Btl Inf no RJ (1831); - Revolta do Corpo de Guardas Municipais da PM da Corte (1831); - Revolta do Corpo de Art da Marinha na Ilha das Cobras (RJ/1831); - Federação do Guanais na BA (1832); - Abrilada em PE (1832); - Insurreição do Major Miguel de Frias e Vasconcelos no RJ (1832); - Movimento Restaurador do Barão de von Bülow no RJ (1832);- Insurreição Restauradora do Crato no CE (1832); - Motim do 10 Btl de Caçadores de Salvador, BA (1832); - Revolução Restauradora de Vitória de Santo Antão em PE (1832); - Cabanada em PE e AL (1832/35), que se confundiu com a seguinte; - Guerra dos Cabanos em PE e AL (1834); - Levante Restaurador de Ouro Preto (1833); - Revolta dos Escravos em Carrancas, MG (1833); - Levante do Forte do Mar em Salvador, BA (1833); - Carneiradas em PE (1834/35); - Rusgas de Cuiabá, Mato Grosso (1834); - Cabanagem no PA (1835); - Revolta dos escravos Malês, Haussás e Nagôs em Salvador, BA (1835); - Revolução Farroupilha no RS (1835/45); - Sabinada na BA (1837); - Balaiada no MA (1838/41); - Anselmada em Franca, SP (1838); - Revolução de Manuel Congo em Paty do Alferes, RJ (1838); - Insurreição de Parnaguá no PI (1840) ou Balaiada do PI; e - Levante de Sobral, CE (1840);

Os defensores ampliaram bastante o Exército Imperial Brasileiro através do alistamento de cidadãos imigrantes e ex-escravos.  Isto porque o escravo alisado tornava-se automaticamente livre recebendo a alforria pelo próprio exercito imperial..

Em 1851. 
Guerra do Prata 
Foi Contra a Confederação Argentina, oposta aos interesses do Primeiro Império. A guerra terminou em 1852 com a vitória brasileira na Batalha de Caseros, e por algum tempo de hegemonia brasileira sobre a América do Sul deu início a um período de estabilidade econômica e política no Primeiro Império do Brasil.

A Banda Oriental do Uruguai, que fora incorporada ao Império como Província Cisplatina em 1821, era palco de constantes lutas em que se entremeavam com frequência os ideais de emancipação dos orientais e as intenções de domínio do governo argentino, que pretendia englobar a margem norte do Prata nas Províncias Unidas. 

A crise enfrentada pelo Primeiro Império não lhe permitia empenhar-se profundamente nas campanhas sulinas. As dificuldades de apoio transformavam-se em incentivo para que no extremo sul os descendentes espanhóis hostilizassem os filhos portugueses.

O agravamento da situação culminou com o desembarque na praia da Agraciada, ao norte da Colônia do Sacramento, em 19 Abr 1825, do grupo de “Los 33 Orientales”, chefiado por Juan Antonio Lavalleja, que partira de Buenos Aires e vinha com a determinação de lutar pela independência de sua pátria. A marcha de Lavalleja em direção a Montevidéu foi triunfal, pois a pequena força ia crescendo pouco a pouco com a adesão dos compatriotas entusiasmados. 

No dia seguinte já eram 50. 

Destacou-se a colaboração do Cel Julián Laguna e do Brigadeiro Frutuoso Rivera, os quais aderiram aos revoltosos com efetivos consideráveis. Irritado com os acontecimentos, o Tenente-General Carlos Frederico de Lecór, Visconde de Laguna, comandante das forças brasileiras no Uruguai, tomou uma iniciativa que se revelou errada: pôs a prêmio a cabeça de Lavalleja e a de Rivera, o que veio a aumentar o prestígio destes e o número de partidários. 

O QG rebelde foi instalado em Florida. 

Na dependência completa do auxílio argentino, o Congresso de Florida, convocado por Lavalleja, votou em 25 Ago 1825 a independência da Banda Oriental e, no mesmo dia, a incorporação desta às Províncias Unidas do Rio da Prata, declarando nulos os tratados anteriores com Portugal e Brasil. 

Em Buenos Aires, a população exaltada apedrejou o consulado brasileiro e destruiu o escudo nacional. Em resposta, o governo brasileiro realizou uma demonstração naval no rio da Prata, sem resultados positivos. O Gen José dos Santos Abreu, o intrépido Barão do Cerro Largo, recebeu ordem de se deslocar para o Uruguai. À frente de 1.200 milicianos atingiu Mercedes, de onde enviou o Cel Bento Manuel para as pontas do arroio Áquila (04 Set 1825). Bento venceu os orientais comandados por Rivera na chamada Batalha do Arbolito ou Combate del Áquila nesta mesma data.

A esta resolução, em 10 Out 1825, declarando guerra às PURP, respondeu o Império que: 

"Havendo o governo das Províncias Unidas do Rio da Prata praticado atos de hostilidade contra este Império, sem provocação e sem preceder declaração expressa de guerra, prescindindo das formas recebidas entre as nações civilizadas, convém à dignidade da Nação brasileira e à ordem que deve ocupar entre as potências, que Eu, tendo ouvido meu Conselho de Estado, declaro, como declaro, a guerra contra as ditas Províncias e seu governo. Portanto, ordeno que por mar e por terra se lhes façam todas as possíveis hostilidades, autorizando o corso e armamento a que meus súditos queiram propor-se contra aquela Nação, declarando que todas as tomadas e presas, qualquer que seja sua qualidade, serão completamente do Supremo Conselho Militar o tenha entendido e o faça publicar, remetendo este por cópia às estações competentes e afixando-o por editais".

Na manhã de 12 Out 1825, os brasileiros foram encontrar o adversário nas cabeceiras do arroio Sarandi, no lugar denominado Orqueta de Sarandi. O Gen Rivera já tinha se reunido a Lavalleja apresentando agora um efetivo de 2.600 homens de cavalaria, alguns atiradores a pé e uma peça de artilharia. Bento Manuel lançou uma carga de cavalaria e, apesar de romper o centro da linha inimiga, foi repelido na ala direita por Rivera e derrotado no flanco esquerdo, retirando-se com pesadas baixas para Santana do Livramento. Foi a Batalha de Sarandi. Esse evento fez recrudescer a animosidade contra o Brasil, incentivando o entusiasmo de nossos adversários. A Cisplatina ficou quase toda nas mãos dos uruguaios. Lecór conseguiu manter as praças de Montevidéu e Colônia, assediadas pelas tropas de Lavalleja. A Cisplatina passou ao controle oriental. A Sala dos Representantes de Buenos Aires havia declarado, em 25 Out 1825, "a Banda Oriental reintegrada ao seio das Províncias Unidas do Rio da Prata (PURP), a que por direito pertenceu e deseja pertencer". 



Em 1864. 
Guerra do Uruguai 
O Exército carecia de um equipamento mais atual para a época como novas munições, uniformes e transportes. Com apenas 18.000 homens foi necessário procurar novamente novas forças de reserva para colaborar. Guarda Nacional composta por 440.000 e apesar do número impressionante, o potencial militar foi reduzido consideravelmente pela resistência da maioria dos membros para a implantação no teatro de operações. A partir de então, a Guarda Nacional seria gradualmente em favor do aumento gradual do Exército imperial. 

Os colorados uruguaios ainda permaneciam cercados em Montevidéu. 

Em meados de julho, havia cerca de quatro mil homens preparados para a campanha. Urquiza, rebelado contra Rosas, possuía um grupamento principal de forças diante da cidade de Paissandu, outro em frente a Salto e um terceiro, sob o comando de Benjamim Virasoro, diante de Passo del Higo. 

Caxias, nomeado comandante das forças brasileiras, deslocou-se para Porto Alegre e acelerou a concentração de nossas forças de terras; em Livramento e Jaguarão, em fins de agosto, concluiu-se a operação, ficando o grosso das tropas em Livramento e uma divisão, ao comando do Brigadeiro José Fernandes dos Santos Pereira, em Jaguarão. 

Nossos adversários dividiram as forças em dois grupamentos. Um sob o comando direto do próprio Oribe, em Passo Cuello; o outro, sob as ordens de seu irmão, Inácio Oribe, tinha a missão de observar as forças oponentes na linha do rio Uruguai e na fronteira do Brasil. Rosas dispunha de um grupamento de forças na região de Buenos Aires e de um outro de milícias na região de Diamante. 

A esquadra apoiaria a transposição do rio e evitaria a ligação de Oribe com Rosas. 

A 18 Jul, Urquiza transpôs o rio Uruguai em Passo del Higo, Salto e Paissandu, não obedecendo ao plano preestabelecido com Caxias. Obteve êxito na manobra, tendo inclusive incorporado às suas forças a vanguarda, e avançou para leste. Servando Gómez chocou-se com o grosso das tropas de Inácio Oribe, mas deixou-o se retirar a 02 Ago. 

As 11h, realizou-se outro encontro de Osorio, como representante do comando das forças do Império, com Urquiza, na localidade de Passo de Oribe. Estabeleceu-se que o caudilho aguardaria as tropas imperiais na região daquele passo, a fim de prosseguir na ofensiva. Como de costume, ele não honrou os compromissos assumidos. Marchou para o sul, regulando o avanço pelo deslocamento de Caxias, sempre pronto a beneficiar-se das forças brasileiras em caso de insucesso. Oribe enfrentou Urquiza nas imediações de Montevidéu. 

Após as primeiras escaramuças reuniu-se um conselho de chefes, que deliberou estabelecer as negociações. Urquiza aceitou a capitulação de Oribe, pela Convenção de Passo Molino, dia 11, sem consulta prévia a seus aliados. O procedimento ressaltava, mais uma vez, a deslealdade de seus propósitos. A capitulação não se restringia a um ato militar, mas motivava profunda repercussão no cenário político. As operações conduzidas por Caxias revelavam tino político e habilidade militar. 

Na Ordem do Dia nº 18, de 04 Set 1851, disse ele: 

"Soldados! Ides combater a par de bravos adestrados nos combates, esses bravos são nossos amigos, são nossos irmãos de armas. A mais perfeita e fraternal união deveis, pois, com eles manter. Que nenhum outro sentimento em vós se manifesta além do desejo de excedê-los nas virtudes do verdadeiro soldado. Não tendes no Estado Oriental outros inimigos senão os soldados do General Dom Manuel Oribe; estes mesmos enquanto iludidos empunharem armas contra os interesses de sua pátria. Desarmados ou vencidos são americanos, são nossos irmãos e como tais os deveis tratar".


Em 1864/5. 
Guerra do Paraguai 
Foi maior conflito armado da América do Sul no século XX, que durou cinco anos e custou a vida de 50 mil brasileiros e 300.000 paraguaios. 

• Posição - Como Província do Vice-Reinado do Prata, no período colonial, e como Estado independente depois de 1811, o Paraguai permaneceu como país mediterrâneo, cujo acesso ao mar se limitava, basicamente, à via fluvial do Prata: as vias terrestres dependiam de travessias pelos territórios de vizinhos. 

• Hidrografia - A bacia do Prata, constituída pelos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, oferecia, sob o ponto de vista da navegabilidade, as seguintes características: 
a) O estuário do rio, apesar da grandiosidade aparente, tinha a navegação circunscrita a poucos canais. 
b) A ilha de Martin Garcia, perto da qual passava o principal canal navegável que dava acesso ao interior do continente e a Buenos Aires, assumia importância capital para a vida dos povos dependentes dos rios da Prata e Paraná. 
c) Os rios Paraná e Paraguai, permitindo franca navegação até o centro do continente, constituíam a melhor via de acesso do sul para o norte do Paraguai, para a região setentrional da Argentina e para Mato Grosso. 

• Solo, clima e vegetação - Nas Províncias argentinas de Buenos Aires, Entre Rios e Corrientes, no Uruguai, na campanha gaúcha e no sul de Mato Grosso, o solo, o clima e a vegetação favoreceram o desenvolvimento da criação de gado. E No Paraguai havia uma certa diversificação na produção agropecuária, o que ensejava uma relativa auto-suficiência. 

• Argentina - Constituía a parte mais importante do Vice-Reinado do Prata, no período colonial, e fora pioneira e líder do movimento de independência nesta parte do continente, gozando das vantagens da posição para os contatos com os meios mais civilizados do exterior. Uma das profundas aspirações de grande parte do povo argentino, bem caracterizada pela política de Rosas, era a reconstrução do antigo Vice-Reinado ou, pelo menos, a reconquista de uma posição hegemônica dentro dos antigos limites. Outra aspiração era incorporar ao domínio argentino, por ocasião da solução diplomática das questões de limites com os países vizinhos, o máximo possível de territórios anteriormente seus, entre eles o Chaco e as Missões, aos quais o Paraguai se julgava também com direito. Em antagonismo às pretensões expansionistas, persistia a tendência liberalista, presente desde os primeiros anos de sua vida de país independente.
 
• Uruguai - Tendo conseguido a independência pela Convenção Preliminar da Paz em 1828, em que eram intervenientes Brasil e Argentina, viuse logo palco de lutas internas entre caudilhos. 

A instabilidade política caracterizou o período compreendido entre 1828 e a eclosão da guerra contra o Paraguai. Duas tendências eram nítidas no panorama político do Uruguai: uma era representada pelo partido colorado e a outra pelo partido blanco, este identificado com as correntes antiliberais e antibrasileiras no Prata. 

Em 30 de Out de 1864. O barco a vapor brasileiro Marquês de Olinda, que transportava o presidente da província de Mato Grosso, Frederico Carneiro de Campos, que nunca chegou a Cuiabá, Frederico capturado e morto em uma prisão paraguaia. Antes da intervenção brasileira, Paraguai vinha produzindo farto material bélico moderno, em preparação para um futuro conflito com a Argentina, e não com o Primeiro Império do Brasil. 

As tendências hegemônicas de Solano López para a constituição de um Grão-Paraguai com a incorporação do Uruguai, Entre Rios, Corrientes, RS e parte meridional de Mato Grosso, levaram o governante paraguaio a romper as hostilidades, desprezando a cooperação dos blancos uruguaios. As bases de seu plano eram as seguintes: 

a) Emprestar à guerra contra o Brasil o caráter de uma cruzada contra a única instituição monárquica na América do Sul, a fim de atrair a simpatia das nações hispano-sul-americanas, todas republicanas. 
b) Levantar as populações de Entre Rios e Corrientes, explorando os antigos ressentimentos contra o governo de Buenos Aires e destruir as forças inimigas entre os rios Paraná e Uruguai, estabelecendo governos aliados em Entre Rios, Corrientes e no Uruguai. 
c) Assegurar a posse de uma base avançada na Argentina ou no mínimo de uma cobertura no lado sul para poder voltar-se contra o Brasil, operando na direção geral de Porto Alegre para decidir a guerra. 
d) Realizar uma ação preliminar em Mato Grosso para destruir os efetivos brasileiros lá existentes, ocupar o território contestado e recolher os recursos disponíveis, obtendo segurança face ao norte. 

O ditador Solano López alimentava o sonho expansionista que abrangeria, além do Paraguai, as regiões argentinas de Corrientes e Entre Ríos, o Uruguai, o Rio Grande do Sul e o Mato Grosso. Objetivando a expansão, Solano instalou o serviço militar obrigatório, organizou o seu exército de 80 000 homens, o aparelhou criando diversas indústrias bélicas nacionais modernas.


O Exército Imperial do Brasil mobilizou 154.996 homens, divididos nas seguintes categorias: 
10.025 militares que estavam no Uruguai; 2.047 na província de Mato Grosso; 55.985 Voluntários da Pátria; 60.009 Guardas Nacionais; 8.570 escravos Libertos, e 18 mil civis que permaneceram para defender a terra natal.

 O corpo de Voluntários da Pátria, foi criado em 7 de janeiro de 1865, recebendo voluntários e recrutados e brasileiros natos.

Caxias 
Reorganizou magistralmente as nossas tropas, que receberam novos uniformes, novos equipamentos e armas de igual qualidade do que as do exército prussiano (o melhor exercito do mundo na época).


A nomeação de Caxias como comandante chefe do Exército Imperial em meados de 1866 pôs fim à anarquia. 18.000 homens foram desdobrados. 

Este número cresceu de 67.365 para 71.039 em 1867; E 82.271 em 1869. 

O serviço de saúde das Forças Nacionais que era bem inferior aos cuidados da Guerra Civil Americana, mas depois de Luiz Alves de Lima e Silva agora, O Duque de Caxias, o sistema era superior aos programas de saúde até da Guerra da Crimeia. 

O Paraguai fez várias incursões armadas em território argentino com objetivo principal de conquistar o Rio Grande do Sul. 

Seis semanas depois, o exército do Paraguai, sob ordens de Francisco Solano López, invadiu a província brasileira de Mato Grosso. 

A província de Mato Grosso (a atual Mato Grosso do Sul) era habitada por aproximadamente 75 mil pessoas encontrava-se no momento de maior fraqueza militar, ao dispor de apenas 875 efetivos do Exército imperial, quando seu número deveria ser de 3.879, incluindo a Guarda Nacional.

No final desta invasão restava apenas 5.000 pessoas vivas na província do Mato Grosso. Treze dias após o aprisionamento do navio Marquês de Olinda. 

Os paraguaios iniciaram várias frentes ofensivas, ocupando diversas regiões da província de Mato Grosso. Essas foram comandadas, por água, pelo coronel Vicente Barrios e, por terra, pelo coronel Francisco Isidoro Resquín. As primeiras ações foram a tomada do forte Coimbra, da Colônia Militar de Dourados e da vila de Miranda, em dezembro de 1864, e de Corumbá, em janeiro de 1865.. A ocupação empreendida por Solano López ficou conhecida como a “primeira guerra relâmpago da historia” e concentrou-se na invasão do Mato Grosso por duas vias: uma fluvial, enviando aproximadamente 4.200 homens, e outra terrestre, armando cerca de 3.500 combatentes. No dia 4 de janeiro de 1865, as tropas paraguaias comandadas por Vicente Barrios desembarcaram em Corumbá, no Mato Grosso, e encontraram a cidade desguarnecida. 

O comandante das armas, Carlos Augusto de Oliveira. O responsável pela guarnição local, ao obter notícias, no dia anterior da aproximação dos paraguaios, e sabendo da entrega do forte Coimbra, reuniu aproximadamente quatrocentos soldados sobreviventes a bordo do vapor Anhambai e seguiu para a capital Cuiabá para defende-la.
O MASSACRE DE CORUMBÀA retirada da tropa brasileira espalhou o pânico entre os moradores de Corumbá, o avanço paraguaio foi brutal, estima-se que mais de 50.000 civis foram mortos em horas, os que não eram imediatamente procuraram “refúgio" nas matas locais, muitos inocentes ficavam vagando pela mata sem destino prefixado, os poucos encontrados ainda vivos estavam num estado de alma próximo à demência.


Corumbá permaneceu ocupada pelos paraguaios até 13 de junho de 1867. 

Durante esse período, grandes danos foram causados à população de Corumbá. Os paraguaios praticaram o saque das moradias e casas comerciais, apoderando-se de objetos de valor e mercadorias. 
As mulheres casadas eram ESTRUPADAS pelos soldados a bordo do navio de Vicente Barrios, e os homens eram levados até Assunção e fuzilados. 
Mulheres, crianças e pessoas inválidas que permaneceram em poder dos invasores, eram obrigados ao trabalho forçado como escravos, os que não conseguiam trabalhar eram sumariamente fuzilados. 
Durante a invasão, grande parte das habitações dos moradores do Mato Grosso foram destruídas, algumas ficaram totalmente inservíveis. Das 171 casas de barro e dos 109 ranchos de palha, restaram apenas vinte. Em pouco à esses destroços acresceu uma nova e terrível calamidade, a varíola, que, propagando-se por toda a província, devorou o resto da população de Mato Grosso. As roças das propriedades rurais também foram arruinadas, os animais existentes serviram de alimentação aos soldados paraguaios. Foram abatidas as edificações do comerciante; João Severiano da Fonseca. 
Que registrou o quadro desolador de Corumbá, que não era mais uma cidade, era um acampamento incendiado e devastado;

"Os  poucos brasileiros que ali subsistia eram mulheres e crianças; os homens de família que não foram mortos ai mesmo ou viraram escravos ou eram fuzilados pelos paraguaios".
A exemplo, citamos a fazenda Piraputangas, invadida e saqueada.  Embora as ordens efetivadas por Solano López fossem de que o coronel Barrios ocupasse Cuiabá, os paraguaios se restringiram a ocupar o território litigioso com o Brasil. Para alguns, tal fato poderia ser explicado por uma insegurança para efetivar o avanço ou a ausência de barcos adequados; para outros, sobretudo para os memorialistas mato-grossenses e sul-mato-grossenses, como por exemplo, Virgílio Corrêa Filho, o recuo e a detenção do avanço paraguaio sobre Cuiabá deu-se em função da atuação do “Bretão”, isto é, de Augusto Leverger, o Barão de Melgaço. 
No relatório de 1864 do Ministério da Guerra estavam relacionadas as unidades do Exército localizadas na região: um batalhão de caçadores, um corpo de cavalaria, um batalhão de artilharia e uma companhia de artífices; eram 851 homens, incluindo 81 oficiais, distribuídos pelos cinco distritos militares existentes: • Distrito Militar do Baixo Paraguai: - Corumbá: seis homens, sendo dois do 2º Corpo de Artilharia, um do Corpo de Cavalaria e um do Batalhão de Caçadores; - Coimbra: 46 homens, sendo 43 do Corpo de Art de Mato Grosso; - Albuquerque: 41 homens do Corpo de Artilharia; e - Taquari: 15 homens do Corpo de Artilharia. • Distrito de Vila Miranda: - Nioaque: quatro homens, sendo dois do Corpo de Artilharia; - Colônia de Dourados: 18 homens, sendo 12 do Corpo de Cavalaria, cinco do 20º Corpo de Artilharia e um do Batalhão de Saúde; e - Colônia de Miranda: 11 homens, sendo sete do Corpo de Cavalaria, oito do Batalhão de Caçadores e um artífice. • Distrito Militar da Cidade de Cuiabá: Contava com o grosso das tropas da Província: 143 homens distribuídos por vários destacamentos. • Distrito de Vila Maria: Possuía também destacamentos; o efetivo era menos que metade do efetivo do Batalhão de Caçadores - 58 homens, acrescidos de um do serviço de saúde, um religioso e um artífice. • Distrito Militar da cidade de Mato Grosso: Reunia a maioria dos meios do Batalhão de Caçadores: 71 homens. 
Quanto à força naval, sob o comando do Capitão-de-Fragata Augusto César de Castro Meneses, compunha-se dos navios Anhambaí, Cuiabá, Corumbá, Alfa, Jauru e Paraná. Seu poder de combate era praticamente nulo, sendo mais um grupamento de unidade de transporte do que uma flotilha de combate. Somente o navio Anhambaí estava artilhado com duas peças.
A Tríplice Aliança. O Império do Brasil, a Argentina e o Uruguai, Eternos aliados..
A Tríplice Aliança -  acampa em uma área muito pequena em comparação ao número de soldados de suas fileiras, que somavam 32 mil homens concentrados em um espaço de quatro quilômetros de comprimento por 2,4 de largura de terra seca. Além disso, sem ter conhecimento da região ou mapas adequados, estavam diante de formidáveis posições defensivas paraguaias, como a trincheira do Sauce, que possuía mais de três mil homens e diversos canhões à sua disposição.
Apesar da fragilidade da situação aliada, Francisco Solano López ... Optou por atacar os aliados com um plano considerado inovador, usando a cavalaria como ponta de lança, em um período em que esta era usada apenas no fim da batalha. 
Era difícil e complexo o encargo de Osorio: organizar um exército de campanha em plena guerra, estando a iniciativa com as forças inimigas. A concentração das tropas, completamente deslocada em relação aos centros de apoio logístico do Brasil, obrigava-o a tomar decisões rápidas e de conformidade com as peculiaridades e características do TO em que devia atuar. Demonstrando inconfundíveis qualidades de chefe prático e objetivo, capaz de decisões firmes e enérgicas, mas sempre humano, afetuoso e desassombrado, Osorio não mediria esforços no sentido de aprestar as forças para prosseguir na campanha. Não recebendo delegação expressa para tomar as medidas necessárias à reorganização das forças terrestres, fez isso por iniciativa própria, submetendo depois suas decisões à aprovação do governo. 
Adquiriu em Montevidéu tudo o que lhe pareceu indispensável e urgente às suas tropas. 
Recrutou pessoal de gabarito intelectual e profissional, condizente com as funções a preencher no QG. Para comandante das divisões, brigadas e corpos de tropa procurou oficiais com liderança, que comandassem pelo exemplo. 
Impediu a saída dos que já integravam o Exército, providência aliás desnecessária, de vez que a curto prazo veio a ressurgir, e elevado, o moral dos quadros e da tropa, em resultado das outras medidas adotadas. 
A Gloriosa Batalha Naval do Riachuelo 
O Chefe-de-Divisão Barroso assumiu o comando de todas as forças navais e iniciou, em 21 Mai 1865, o deslocamento para Corrientes. A 24, a esquadra fundeou à vista do Rincão de Soto, ao lado do Chaco. 

Acertou-se o ataque para o dia seguinte. 

Barroso levantou ferros e partiu em direção a Corrientes, vencendo a pequena resistência de dois barcos paraguaios e ancorou nas proximidades da cidade em duas linhas. 
Paunero resolveu desembarcar imediatamente e pediu que Barroso providenciasse as escunas para conduzir a tropa. Acompanharam as tropas argentinas o 9º BI e a bateria de artilharia. Houve um combate violento e rápido terminado às 17 horas. 

À noite, os paraguaios, liderados pelo Major Martinez e 1.500 homens, abandonaram a cidade com 520 perdas, entre mortos e feridos; foram feitos 80 prisioneiros e apreendidos três canhões e uma bandeira. Os argentinos tiveram 150 baixas e os brasileiros 16. 
Sobre o confronto assim se expressou o General Paunero: 
"O 9º Batalhão brasileiro tomou parte na peleja, contribuindo poderosamente para dispersar algumas guerrilhas inimigas que apareceram mais tarde pelo nosso flanco esquerdo, com a pretensão ostensiva de flanquear-nos, distinguindo-se o Primeiro-Tenente de Artilharia Tibúrcio Ferreira de Sousa que com dois canhões-obuses fez fogo ativíssimo sobre o inimigo".

Os canhões dos navios também proporcionaram apoio a Paunero, que carecia de artilharia. O efetivo das forças brasileiras na operação era inicialmente de 127 homens, mas houve um acréscimo posterior de 219. O Cap Afonso Ferreira, que seria morto depois em Riachuelo, assumiu o comando da coluna. 
A atuação de nossas forças contribuiu decisivamente para a vitória aliada. Destacou-se a atuação dos soldados do 9º BI e o apoio de fogo às forças do Gen Paunero. 

Este, solicitou o reforço de outras tropas e desembarcou uma força sob o comando do Cel Bruce, com 166 praças do 1º Batalhão. 
Na incursão sobre Corrientes houve perfeita interação entre a Marinha Imperial, representada pela Esquadra sob o comando do Chefe-de-Divisão Francisco Manuel Barroso e a brigada do Cel João Guilherme Bruce, que fora transportada. Poucos dias depois (11 Jun) travava-se a Batalha do Riachuelo, que teria uma repercussão decisiva no quadro geral da guerra.
 
Após a incursão de Paunero a Corrientes, a Esquadra brasileira fez um reconhecimento de Três Bocas e fundeou a jusante de Corrientes. A bordo continuava a brigada de Bruce. 

Solano López percebeu, após o ataque a Corrientes, que qualquer movimento no sentido sul seria impossível, enquanto a força naval brasileira ocupasse aquela posição, pois ficava em condições de atuar em seu flanco direito e realizar desembarques na sua retaguarda. 
Planejou ele então retrair as forças de Venceslau Robles a fim de evitar o corte de sua linha de suprimentos pela Esquadra brasileira.
A BATALHA DO TUIUTIO amanhecer de 24 Mai, apoiados em forte posição, os paraguaios esperavam atacar e destruir a maior parte dos exércitos aliados, a fim de criar condições para a contra-ofensiva. Nosso dispositivo em Tuiuti era mais ofensivo do que defensivo. Os guaranis utilizariam cerca de 24 mil homens, enquanto o Brasil, a Argentina e o Uruguai dispunham de 32 mil, sendo 21 mil brasileiros, 10 mil argentinos e 1.200 orientais. A cavalaria achava-se quase toda a pé por falta de montarias. Pela primeira vez os contendores empregariam grandes forças e medir-se-iam com idêntica determinação. As forças empregadas por López somavam 24 mil soldados, divididos em quatro colunas, que atacaram pelo centro e pelos flancos do acampamento aliado. Em um primeiro momento, as forças paraguaias obtiveram êxito ao aniquilarem batalhões aliados inteiros. Embora esse ataque bem planejado, não foi corretamente executado. Além de atrasos na ofensiva, ele não contou com um comando unificado e muitos generais agiram sozinhos no calor da batalha. Adicionalmente, o plano não previa um objetivo claro onde os soldados deveriam convergir, e não distribuir, com colunas com sobras de cavalaria e pobres em infantaria. 
As forças aliadas foram pegas completamente de surpresa, pois não esperavam um ataque em uma região que favorecia a defesa. 
Por volta das 12 horas os soldados de López, divididos em três agrupamentos de forças, comandados por Resquin, Barrios e Diaz arremeteram com violência; pretendiam invadir simultaneamente pela frente e pelos flancos, para cortar uma possível retirada dos aliados. 
Usariam 9.500 A 49 homens pelo flanco direito, o mesmo efetivo pelo flanco esquerdo e cinco mil pelo centro; a convergência das colunas flanqueantes facilitaria a destruição dos aliados. O terreno era favorável à tomada de um dispositivo ofensivo, mas constituía em parte um obstáculo, atrasando a coluna da esquerda. 
Manuel Luis Osorio, Antônio de Sampaio e Emílio Luís Mallet teriam participação decisiva no confronto. Mallet esperou com as baterias silenciosas a aproximação da coluna do centro até que se enquadrasse em seu campo de tiro, para então bater o inimigo. Ao tentar escapar da artilharia-revólver e procurando flanqueála, o adversário esbarrou na Divisão Encouraçada onde Sampaio comandava as ações e após muito combater foi mortalmente ferido. 
Contudo, apesar da confusão que se instalou no acampamento e das grandes perdas que sofreram, a Tríplice Aliança consegue resistir e contra-atacar, e a fazer valer a sua superioridade numérica e a sua poderosa artilharia.


Destacou-se o generalManuel Luís Osório, o futuro Marquês do Herval


Que no desenrolar da batalha, o grande general assumiu o posto de comandante-em-chefe reorganizando as fileiras dos aliados conduzindo-as à vitória. Adicionalmente, enviou tropas a pontos que estavam quebrando e sacrificou outros para impedir que os paraguaios os flanqueassem e cercassem o seu acampamento.

Muitos criticaram o fato dos aliados não terem perseguido os paraguaios na sequência do confronto, o que poderia ter aumentado as perdas inimigas, isso devido à dificuldade que enfrentavam de refazer-se, reorganizar-se e voltar a si.

Em resposta, o alto comando atribuiu a decisão à indisponibilidade de cavalaria e de outros meios de mobilidade para o exército argentino e à deficiência de víveres. 
Em 15 de julho de 1866. Ainda em Tuiuti, os aliados aguardavam a chegada das forças do General Porto Alegre, enquanto o inimigo fustigava diariamente. Gravemente ferido na batalha, Osório passa o seu comando das tropas brasileiras ao General Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão.A Batalha de Tuiuti, foi o maior combate de infantaria travado na América do Sul, na qual Osorio teve importante papel ao comandar o centro do dispositivo militar do exército imperial brasileiro contra o ataque paraguaio. 
Ele Registrou na Ordem nº 56: 

"A glória é a mais preciosa recompensa dos bravos". 

Quando a situação pareceu tornar-se ameaçadora, acorreu o próprio Osorio, de lança em punho, comandando as reservas, empregando-as rápida e decisivamente nos pontos vulneráveis. O ataque frontal dos paraguaios perdeu impulsão sem que as suas alas, repelidas pelos brasileiros e argentinos, alcançassem os objetivos. 
O plano de Lopez fracassara às 16:30 horas, com a retirada paraguaia, e encerrava-se, melancolicamente, a batalha iniciada com toda a pompa dos espetáculos militares.
Nesse contexto, o Paraguai ficou isolado e incapacitado de receber armas e qualquer auxílio do exterior, e a ocupação de Mato Grosso era de interesse secundário. O porto de Corumbá, até então, beneficiado com as relações comerciais praticadas devido à sua posição privilegiada de entreposto de abastecimento do território mato-grossense, ao ter suas atividades suspensas, o levou à desolação, sobretudo porque esteve sob o domínio invasor.
 A Segunda Batalha de Tuiuti - 03 Nov 1867 
Lopez compreendeu a dificuldade em que os aliados o colocaram e para sair desta angustiante situação efetuou um ataque de surpresa às posições mantidas em Tuiuti pela Tríplice Aliança. mandando o Gen Vicente Barrios com nove mil homens arrasar a nova vila erguida naquela região. Iniciado o ataque, destacou-se logo no comando das forças brasileiras o Viconde de Porto Alegre que, a pé, à frente do 2º Corpo, dirigiu a defesa, contando com 7.800 homens e mais 700 argentinos sob o comando do Cel Federico Guillermo Baez. 
Depois de quatro horas de luta os paraguaios foram repelidos com 2.227 mortos. A segunda batalha de Tuiuti reafirmou o predomínio aliado na campanha.
A grande vitória brasileira na batalha do Tuiuti dada pelo General Osório permitiu que as forças aliadas, auxiliassem os aliados na vitória de Riachuelo, e isso leva a guerra para o interior do país inimigo, até nas proximidades de Assunção.
A atuação do futuro Duque de Caxias 
Que teve um desempenho extraordinário como Cmt-em-chefe das forças aliadas, em toda essa fase. O planejamento que estabeleceu opunha-se a todas as possibilidades de ação dos paraguaios, podendo, inclusive, culminar no cerco de Humaitá. Discordando de Mitre, Caxias não atribuiu, nesta fase, importância máxima à cavalaria, reservando-a para outras ações mais próprias, como na manobra seguinte. Impossibilitado de destruir por completo as forças adversárias, decidindo a guerra, pois Lopez ordenara a retirada de suas tropas para fugir ao cerco, Caxias procurou o contato numa outra manobra, mais audaciosa, a do Piquissiri, para então esmagar o inimigo. Ao contrário dos movimentos lentos de Humaitá, que tiveram 12 meses de duração, Duque de Caxias imprimiu grande mobilidade às operações, consagrando-se, em definitivo, como o maior chefe militar da Tríplice Aliança.

Os aliados da tríplice aliança finalmente cruzaram o rio Paraná, iniciando a grande ofensiva em território paraguaio, que se tornou o principal palco do conflito.
 Liquidado o grosso do Exército guarani, que estava praticamente em finda de campanha. Caxias ocupou Assunção a 05 Jan de 1869, com o Exército Imperial, ficando em Luque, com a divisão de cavalaria do Cel Vasco Alves Pereira, se preocupando em proporcionar um justo repouso à sua tropa. 
Argentina e Uruguai sofreram perdas proporcionalmente pesadas — 50% de suas tropas faleceram durante a guerra — apesar de números não serem absolutos. 
A manobra de Piquissiri, o futuro Duque de Caxias imprimiu novo ritmo às suas operações. Percebeu que o fator tempo era primordial para o aniquilamento do seu adversário. Foi a cartada decisiva a que se lançou, num autêntico risco calculado, pois condicionou com êxito da marcha de flanco a uma estrada a ser construída em menos de um mês e só era utilizável durante novembro, já que em dezembro ela ficaria submersa; expondo-se portanto à possibilidade temerosa de ver seu exército tragado pela cheia do rio Paraguai. Mais ainda, afastou-se de sua base de operações, colocando o grosso de suas forças entre o Exército inimigo e o seu centro vital, cortando lhes as linhas de transportes. Lançou-se heroicamente pela ponte do Itororó, ao perceber que a ação de flanco parecia duvidosa. 
Em 24 Dez de 1868, Caxias enviou a López uma intimação para render-se, mas ela não foi acatada, e determinou então um intenso bombardeio desde o clarear do dia seguinte sobre as posições inimigas, construídas na Loma de Acosta e na Loma de Itá-Ibaté, as Lomas Valentinas, causando muitas baixas. 

O bombardeamento das Lomas Valentinas prosseguiu nos dias subsequentes. 
López já havia perdido perto de oito mil homens, restando lhe uns quatro mil soldados. 

As forças paraguaias estavam fraquejando. 
No dia 27, Lopez evadiu-se com 60 oficiais e soldados em direção a Cerro León. A praça de Angostura, isolada desde do dia 21, continuou resistindo até 30 de Dez, quando então ela se rendeu com 1.468 homens. 

Este final de brilhantes operações aliadas ficou conhecido no Brasil como a Dezembrada.
Em menos de um mês travaram-se os violentos e sucessivos combates de Itororó, Avaí e Lomas Valentinas, os mais sangrentos de toda a guerra - a Dezembrada, inclusive a Rendição de Angostura, em 30 Dez. O governo imperial reconheceu-lhe os méritos condecorando-o com a Grã-Cruz da Ordem de Dom Pedro I em 30 Jan e fazendo-o Duque por definitivo decreto de 23 Mar de 1869. 
O Conde d'Eu no comando
Retirando-se de Cerro León, Solano Lopez fugiu para a região montanhosa de Ascurra e, ao contrário do que se esperava, conseguiu reunir com certa rapidez um pequeno e novo exército, somando 13 mil homens. Instalou-se nas abas da cordilheira, fechando as passagens com os recursos de que dispunha, preparando-se para longa resistência. Os aliados descansavam e se reorganizavam, sob as ordens de Guilherme de Sousa. Por decreto de 22 Mar 1869, o governo imperial nomeou o Marechal de-Exército Gastão d'Orleans - Conde d'Eu, genro do Imperador, comandante de todas as forças em operações contra o governo do Paraguai. No dia 30, ele embarcou no vapor Alice, chegando no dia 14 Abr em Assunção, assumindo suas funções dois dias depois em Luque. Em seguida, nomeou os comandantes e escolheu os oficiais para as várias comissões. 
Osorio decide retornar à atividade apesar de ainda não se encontrar restabelecido. 
Embarcando no porto do Rio Grande chegava a 23 Mai a Buenos Aires, tendo de participar de homenagens à sua pessoa. Seguiu, logo depois, para Piraju, assumindo o comando do 1º CEx. Em agosto, o Exército aliado começou o deslocamento para o norte e nordeste do Paraguai. Foi dominada a vila de São Pedro em 21 Mai. Lopez estava em Peribebuy. Foi decidido que o Exército executaria um ataque principal, desbordante, e outro frontal, secundário, sem esquecer de guardar a linha férrea e os depósitos nas suas margens. Não esqueçamos que os aliados não dispunham de cartas da região que pretendiam manobrar. 
Sem dúvida, o plano do Conde d'Eu apresentava sinais evidentes das doutrinas napoleônicas. 
Passará à história como a Manobra do Peribebuy. O início da marcha dos aliados foi a 1º de maio. Entre abril e agosto, diversas ações foram realizadas, com ataques bem sucedidos à fundição de ferro de Ibicuí, Potreiro Iponã, Piraju, São Pedro, Tupium, Passo Juti, Piraporaru, Bare-Cué. Os combates principais começaram em 05 Ago; Osorio, liderando o ataque principal, foi conquistando terreno palmo a palmo. A 06 iniciou a subida da cordilheira; no dia 10 acercou-se de Peribebuy; a 12 partiu para o assalto à praça, defendida por 1.800 homens e 18 canhões.Em 23 Fev as tropas de Câmara encontravam-se a 34 Km do acampamento inimigo e a 01 Mar desferiram o golpe final contra os últimos combatentes guaranis, encontrando-se entre eles o Marechal Francisco Solano López, que recebeu ferimento no ventre por uma lança manejada pelo Alferes José Francisco de Lacerda, o Chico Diabo. Mesmo ferido, tentou escapar por dentro do mato, sendo perseguido pelo Gen Câmara acompanhado de dois soldados. Encontrado, recebeu intimação para se render-se, recusando-se. Um dos soldados tirou-lhe a espada e outro disparou um tiro de fuzil que o fez tombar nas águas do Aquidabanigui, nas quais já estava meio mergulhado. 
Seu filho mais velho, Francisco, de 16 anos, morreu no combate deste dia. 
Caíram prisioneiros, além dos elementos que o acompanhavam, sua amante, Elisa Alicia Lynch, três filhos, sua mãe e irmãs. Terminava a guerra, que imolara milhares de soldados de ambas as facções e na qual o Brasil se projetou no cenário americano pelos feitos de suas forças armadas. Seguir-se-ia uma longa série de conversações para o estabelecimento da paz e para possibilitar ao Paraguai condições para o seu desenvolvimento e reajustamento no concerto do Continente.
E finalmente a tríplice aliança derrota o poderoso Paraguai após mais de cinco anos de lutas durante os quais o Império enviou em torno de 150 mil homens. 
Cerca de 50 mil patriotas não voltaram para suas casas — alguns historiadores asseveram que as mortes no Brasil podem ter alcançado mais de 70 mil incluídos civis, principalmente nas províncias do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso. 
Para socorrer as tropas existentes em Mato Grosso, partiu de Santos uma força de 600 homens, acrescida de elementos recrutados no RJ, em SP e em GO. 
Recebeu o nome de Coluna Expedicionária de Mato Grosso. A coluna chegou a Uberaba e foi acrescida de 1.200 homens de MG. A força passou a contar com cerca de 2.500 homens e seguiu para Cuiabá em Set 1865. No meio do caminho, entretanto, recebeu ordens para dirigir-se a Miranda, a fim de desalojar o inimigo. Encaminhou-se para Coxim, onde ficou ilhada pelas inundações até Jun 1866. 
A coluna, nesta ocasião, ficara reduzida a dois mil homens e perdera seu comandante, Cel Manuel Pedro Drago. Os paraguaios fugiram ao saber da aproximação da força brasileira. 
O Cel Carlos de Morais Camisão assumiu o comando a 01 Jan de 1867 e levando em consideração o parecer da comissão de engenheiros e da junta médica, resolveu abandonar o local e rumar para Nioaque, que foi atingida. A 04 Jun, chega a Nioaque, encontrando tudo devastado e partindo, no dia seguinte, para Aquidauana chegando a 11 Jun. O comandante publicou a seguinte ordem do dia: 
"Soldados! A vossa retirada efetuou-se em boa ordem, no meio das circunstâncias mais difíceis. Sem cavalaria contra o inimigo audaz que a possuía formidável, em planícies em que o incêndio da macega, continuamente aceso, ameaçava devorar-vos e vos disputava o ar respirável, extenuados pela fome, dizimados pelo cólera que vos roubava em dois dias o vosso comandante, o seu substituto e ambos os vossos guias, todos estes males, todos esses desastres, vós os suportastes no meio de uma inversão de estação sem exemplo, debaixo de chuvas torrenciais, no meio de tormentas e através de imensas inundações em tal desorganização da natureza que ela própria parecia declarar-se contra vós. Soldados! Honra à vossa constância que conservou ao Império nos nossos canhões e as nossas bandeiras"!
Restavam ainda tropas paraguaias em Corumbá, que precisavam ser atacadas e expulsas do território pátrio. Para retomar a cidade, o Presidente da Província de Mato Grosso preparou uma expedição de dois mil homens e cinco navios pequenos. Partindo de Cuiabá, combateu contra uma força de ocupação guarani com cerca de 313 homens. Derrotou-a e retomou a localidade, a 14 Jun; e em 23 Jun chegou o Presidente da Província Dr. José Vieira Couto de Magalhães que, em face da varíola, mandou evacuar a localidade. Na retirada, ainda tiveram que enfrentar mais uma vez os paraguaios em Alegre, vencidos pela coragem do Cmt José Antônio da Costa. Na chegada a Cuiabá, os retirantes corumbaenses transmitiram a varíola ao povo cuiabano, perdendo a cidade quase a metade de sua população. Em Fev de 1868, quando a Esquadra brasileira entrou em Assunção, ordenando a retirada de Mato Grosso. Era o fim da invasão. Estava livre a Província. 
A expulsão dos paraguaios de Corumbá em 13 de junho de 1868, permite à população iniciar a reconstrução das moradias e a retomada das atividades cotidianas. O comércio local foi sendo restabelecido gradativamente, graças a Deus.
A derrota marcou a história do Paraguai devido ao seu enorme decréscimo populacional,. Já as perdas humanas sofridas são calculadas em até 300 mil entre civis e militares, mortos em decorrência dos combates e das epidemias que se alastraram durante a guerra. 
Em 1869, o governo imperial isentou de impostos, produtos importados e exportados do Paraguai, favorecendo a industrialização e desenvolvimento da economia.

A reabertura da navegação do rio Paraguai, rompe definitivamente com o isolamento de Corumbá e Cuiabá, com governo imperial que concedeu isenção de impostos à província de Mato Grosso para estimular a economia e minimizar os ônus da guerra o ressurgimento do comércio de importação e exportação e a rearticulação da economia com a produção de charque, caldo e extrato de carne, erva-mate, poaia, látex, couros, atividades criatórias (bovinos, equinos), cana-de-açúcar e produção agrícola. 

 A preparação do 1º Corpo de Exército (1º CEx) 
Após o rompimento das hostilidades com a República do Paraguai, o governo imperial contava com o Vice-Almirante Tamandaré no comando das forças navais.

Para o Exército foi nomeado como Cmt interino o Brigadeiro Manuel Luis Osorio, visto que o Marechal-deCampo João Propício Menna Barreto pedira exoneração por motivo de doença. 
A indicação de Osorio foi recebida com entusiasmo, não só no seio da tropa brasileira como também pelos comandantes aliados, que o reconheciam como um grande chefe.
No pós-guerra, a segurança do Paraguai manteve-se sob a tutela brasileira. 

Pelas quatro décadas seguintes a vitória dessa guerra seria comemorada como a principal atuação do Exército Imperial Brasileiro. 

Os comandantes Osório, Antônio de Sampaio e Emílio Mallet seriam seus patronos. Foi o último e o maior conflito armado internacional na chamada Questão do Prata, em que o Império do Brasil no século XIX, lutou pela supremacia sul-americana.


Golpe de estado republicano


11 de janeiro de 1877, 
General Osório, herói da guerra do Paraguai foi nomeado pela Princesa regente Isabel. 
Senador do Império pela Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, a sua terra natal. 

Em discurso no Senado, Osorio declara:
"A farda não abafa o cidadão no peito do soldado".


O Exército favoreceu a extinção do tráfico negreiro 
Em uma sociedade em que os senhores nasciam, viviam e morriam à sombra do trabalho escravo dificilmente se levantariam, entre civis e militares, vozes que clamassem pelo fim da escravidão. E eram tão senhores os ricos homens da agricultura e do comércio, quanto qualquer pobre viúva que juntasse à economia doméstica o ralo ganho do seu único escravo, para vender os doces caseiros - numa sociedade acomodada e satisfeita com o status quo que recebera de seus avós, Na primeira metade do século XIX, o Exército imperial estava ainda ocupado nas lutas pela consolidação de nossa Independência e no combate aos movimentos revolucionários surgidos por todos os cantos do país, e que ameaçavam a unidade política e a integridade territorial. 

Teve, pois, participação direta na campanha pela extinção do tráfico de escravos, como mais tarde teve na luta pela abolição. O repúdio ao tráfico de escravos foi obra mais de pressão e influência da Coroa Imperial e da sociedade imperial, do que de qualquer instituição nacional. 

O ultimo grande general monarquista, e um dos mais ferrenhos defensores dela, deixa isso claro ao chefe do senado, o inglório; 

Barão de Cotegipe, 

“ [...] sou, de longa data, um liberal monarquista, e unionista do Império do Brasil. Não pense que vou para a República, nem para o despotismo; mas direi ao nobre barão, que em matéria de serviço público eu não indago brasileiros na política, porém, sim, só se cumprem o seu dever em bem da Pátria.

Osorio permaneceu no cargo até a sua morte na capital imperial do  Rio de Janeiro - , aos 71 anos de idade, com pneumonia em 4 de outubro de 1879

Com o seu falecimento, seguido de outros militares monarquistas fiéis a Pedro II, como; 

Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias)  
Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão (Visconde de Santa Teresa) 

Abriu espaço para uma nova geração de militares, que sofreram forte influência da doutrina positivista e encontravam-se descontentes perante a monarquia, era uma nova geração de militares turbulentos e indisciplinados que começou a aparecer no início da década de 1880. 

Em um Exército Imperial extremamente reduzido de 13.000 homens, 
7.526 foram enviados para a prisão por mau comportamento. 

 Foram seus pais, os Barões Escravocratas que os estimularam neste comportamento indisciplinado nos seus filhos cadetes entre 1887 e 1888. Os novos cadetes do Colégio Militar que aprenderam mais sobre o positivismo ignorando completamente as tradições e questões militares. Esses homens queriam derrubar a monarquia, instaurando uma republica estabelecida sobre uma ditadura militar. E, esses mesmos oficiais do Exército assassinaram a tiros um jornalista à luz do dia na Praça 11 quando este apenas criticava o seu comportamento.

Na noite de 30 Out 1889. Estando presentes em sua residência vários oficiais, Deodoro por fim aceitou a necessidade de derrubar o Ministério, comprometendo-se em uma conspiração de fundo republicano. Sabedores da resolução dos militares, os próceres civis prepararam-se para motivar a opinião pública. Enquanto se realizava o que seria o último baile do Império, na ilha Fiscal, em homenagem aos oficiais da guarnição do encouraçado chileno Almirante Cochrane, a 09 Nov, reuniram-se no Clube Militar 153 oficiais do EIB, sob a presidência de Benjamim Constant em virtude de Deodoro encontrar-se doente. 
 

O "golpe" digo; a Proclamação da República dos Traidores do Exército, 15 de novembro de 1889
Em 15 de novembro de 1889, teve-se o golpe que derruba a monarquia dado por tropas do exército lideradas pelo marechal de campo Deodoro da Fonseca "amigo" pessoal de Pedro II, Deodoro se tornou o primeiro líder da República Brasileira, . Marechal Câmara (Visconde de Pelotas), afirmou que cerca de 60% do Exército Imperial apoiou o golpe. Nos dias seguintes, batalhões do Exército, espalhados pelo país, lutaram contra as forças republicanas com a intenção de parar o golpe. 

Em Desterro, o 25º Batalhão de Infantaria atacou o Clube Republicano em 17 de novembro de 1889. Um mês depois, no dia 18 de dezembro, no Rio de Janeiro, o 2º Regimento de Artilharia tentou restaurar a monarquia, mas fracassam. 

Em 1893, alguns bravos soldados monárquicos participaram da Revolução Federalista com a intenção de restaurar o Primeiro Império do Brasil, e fracassaram de novo. 

Os monarquistas foram totalmente derrotados, os que não morreram, foram presos e deportados pelo impiedoso ditador, o sucessor de Deodoro, o general Floriano Peixoto e foi assim, que o Brasil foi mergulhado na miséria em golpes militares e ditaduras disfarçadas até meados do século XXI.

Contra Golpe Monárquico




Para acabar com o estado lastimável de nossa nação dado pelo corrupto regime republicano, em 17 de março de 2023, as 14h foi dado um levante militar em um quartel do exercito brasileiro pertencente ao corpo paraquedista no bairro de Deodoro na cidade do Rio de Janeiro.

Em 17 de março de 2023 
(ano do planeta terra)
 
E que foi seguido também pelo terceiro regimento de cavalaria mecanizada do exercito, a este liderado por um " mero soldado" de primeira classe chamado Rock Marques, ele que também era o CEO da Corporação Umbrella do Brasil, e com a sua fama de bom soldado.. 


O levante se espalha pelo Brasil, formando mais rebeldes entre civis, policiais militares, soldados do Exercito e alguns pilotos da Marinha, o grupo denominava-se; A FACÇÂO TAMANDARÈ.


Em 30 de abril de 2023 
(ano do planeta terra)

Rock Marques  ao lado de sua esposa, a americana Jill Valantine , ,E Por Deus, e pela vitória do povo do BRASIL, a sorte se bandeava-se para o lado dos monarquistas., e pelas divergências entre o atual presidente da republica e a sua junta militar, ANTERO DE BRITO Comandante do Exercito Brasileiro e BENTO MANOEL, 

Rock Marques e Jill Valantine, os futuros imperadores do Brasil 

Rock seus comandados não tiveram um momento de descanso e organizam de corpo e alma á defesa da causa monarquista na cidade do Rio de Janeiro.


Em 20 de setembro de 2023 
(ano do planeta terra)

O Comandante das Forças Aéreas Brasileiras se rebela contra o governo republicano e juntam-se seus regimentos militares a causa monarquista .. Escaramuças foram feitas em varias partes do Brasil. Restava as resistências locais, com os combates urbanos nas cidades brasileiras .. Mas Sem o apoio aéreo, os remanescestes do antigo exercito brasileiro eram presas fáceis para a tropa monárquica..

Em 01 de dezembro de 2023 
(ano do planeta terra)

Dada a conquista da antiga capital Brasília pelas Forças Monarquistas ,, a paz finalmente retornava a nossa nação. Os republicanos estavam derrotados depunhando suas armas  para assim termos a reintegração nacional novamente, criando assim o Segundo Império do Brasil.

O Segundo Império do Brasil


primeiro Império do Brasil que formado após a independência do Reino de Portugal em 1822 e desfeito em 1889, após o golpe de estado republicano que criou a Primeira República Brasileira, uma ditadura liderada pelo exército até meados do século XXI com o contragolpe que devolveu o Brasil a monarquia, criando assim, o Segundo Império do Brasil retirando do poder a então republica do Brasil, que na verdade era apenas um mero fantoche de uma nova ordem mundial.

E no republicano Exercito Brasileiro a meritocracia era posta de lado, beneficiando oficiais INUTEIS que se achavam no direito de chicotear meros recrutas que apenas reclamavam. Por mais justas que sejam suas reclamações no antigo âmbito republicano por parte dos recrutas eram lutas inglórias. Oficiais INUTEIS que se consideravam a elite do exercito, na verdade eram apenas TRAÇOS de diversas ideologias que os prendiam a muito tempo como o; comunismo e o fascismo, gerando diversas revoltas na tropa e indisciplina, traços de um exercito frouxo e sem coesão que não tinha competência necessária de proteger seu povo.

                                O Novo Exercito Imperial - - - - - - - -

"Homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, e homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes".

Embora sobre a entrada de mulheres combatentes ao lado dos homens no campo de batalha moderno ainda seja dominado por estereótipos, a bravura delas em combate permitiram importantes avanços culturais na formação da sociedade imperial brasileira


sim neste novo tempo que para as linhas de combates seguiriam o padrão estritamente imperial, ou seja, em que se uma mulher conseguir acompanhar o padrão exigido para homens, então ela está dentro do pelotão. E Do mesmo modo, se um homem não conseguir acompanhar os padrões, ele não deverá fazer parte do pelotão, mas ficará na retaguarda. Tudo isto é o que se chama de bom senso estratégico, e, acima de tudo, cuidado para com os seus soldados, sejam homens ou mulheres.

E sobre mulheres na chamada “linha de frente”,  mantem nossas antigas tradições imperiais.

Dona Maria Quitéria de Jesus

Ela ao lado de Duque de Caxias é a patronesse do Quadro Complementar do Exército Imperial Brasileiro  integrando o Livro dos Heróis da nossa Pátria.


Uma mulher brasileira e baiana que em 1821 fugiu da fazenda em que morava com a família e assumindo uma identidade masculina se alistou-se no Batalhão de Voluntários do Príncipe, também conhecido como Batalhão dos Periquitos, estacionado na Vila de Cachoeira. Mesmo depois de ter sido descoberta como uma mulher, ela Atuou bem no regimento de artilharia e foi alçada como a 1ª cadete mulher do Exercito Imperial pelo general Pedro Labatut. Após a guerra, Maria foi condecorada pelo imperador Pedro I, que também lhe concedeu um soldo vitalício de alferes. Que recompensou o seu valor por Decreto de 10 do corrente mês, do soldo de Alferes, ordenando do Quartel Mestre General, e do Comissário Geral do Exercito, mandando-lhe ultimamente adiantar dois meses; e que dessem todas as Providencias para o seu regresso à sua casa na Bahia.

16 de agosto de 1823. Maria desembarcou no porto do Rio de Janeiro como cadete do Batalhão do Imperador, a bordo do navio Leal Português. na Corte, a Jovem baiana teve uma audiência com o imperador, na ocasião em que recebeu a comenda da 

Ordem Imperial do Cruzeiro. 

Além disso, o Diário do Governo do Império recém-estabelecido que disse: 

"Dona Maria, mostrou de maneira notável, sentimentos do mais exaltado Patriotismo ao Brasil". 





               Alto Comando do Exercito Imperial do Brasil

Em 1885, o Alto Comando do Exército Imperial Brasileiro incluía Gastão de Orléans e o Conde d'Eu.
O modelo escolhido no qual as Forças Armadas Imperiais do país devem obediência irrestrita ao governo imperial, mantendo distância das decisões políticas, civis e referentes à "segurança interna". Ele é auxiliado pelo Ministério da Guerra em assuntos relativos ao Exército e à Marinha Imperial - embora exerça apenas supervisão de ambos os ramos, o comando na prática, ficará a cargo do;
Alto Comando do Exercito Imperial Brasileiro.

O novo exército imperial do século XXI agora é dividido em cinco divisões:
E Uma divisão do E.I.B constitui-se de um efetivo entre 40.000 e 90.000. 
Divisões compostas por vários regimentos e batalhões, dispensando do uso de brigadas,. 


Nesse caso, o emprego é coordenado pelo centro de coordenação de operações.

Divisão (comandado por um General)
Regimento (comandado por um Coronel)
Batalhão (comandado por um Tenente Coronel ou Coronel)
Companhia (comandado por um Major ou Capitão)
Pelotão (comandado por um Capitão ou Tenente)
Grupo de Combate (comandados por um Tenente ou Sargento)
Equipe (comandado por um Sargento)


Oficial GeneralOficiais SuperioresOficial SubalternoOficiais


General de Divisão

Coronel

Tenente-CoronelMajorCapitãoTenenteSargento
Aprovada pela lei 270 que regulamenta as novas promoções do Exército Imperial Brasileiro, eliminando boa parte dos postos do Exercito Brasileiro anterior. 

De acordo com essa nova legislação, o recruta agora para se tornar oficial é preciso ter trabalhado pelo menos dois anos como Soldado e ter pelo menos 25 anos de idade. Isso significava que para se tornar equivalente a Tenente, e necessário ser Sargento com tempo de serviço de 1 ano treinando os escalões inferiores, sem contar os alunos das Escolas Militares do Exercito cujo ingresso na oficialidade e padrão. Para subir na hierarquia até Capitão o oficial deve ter passado um ano servindo como Tenente ou seja pelo tempo de serviço e a outra pelos feitos em combate. A promoção do capitão, seria a seguinte: metade dos oficiais promovidos de Major a Coronel seria pelo tempo de serviço de 1 ano como capitão ou pelos feitos em combate. Por outro lado, a promoção a General é concedida pelas realizações gerais.


Por muito tempo na história da humanidade, se acreditou que a Terra era o único planeta que sustentava a vida no universo...

Em 1957, a humanidade conseguiu enviar sondas para o espaço. 
Em 1961, os humanos foram enviados também ao espaço. 
Em 1969, os humanos conseguiram pisar em uma superfície natural fora da Terra: a Lua.
Em 2012, os humanos da Umbrella Corporation Brasil constrói a sua própria base lunar
Em 2014, os humanos da Umbrella Corporation Brasil descobrem a curvatura do espaço-tempo.

Umbrella Corporation do Brasil .. 
Atuava secretamente no espaço, onde construiu sozinha a sua própria Base Lunar, e onde lá, teve avanços tecnológicos na área aeroespacial foram feitos em favor de nossa futura nação, a empresa era a única da terra a explorar secretamente e privadamente o espaço, com ambição de explora-lo para fora do sistema solar.

A Voyager 1 desde 1978 percorre 1.597.000 quilômetros por dia. 

E Por 46 anos, 10 meses e 26 dias em (2025) ela estava a 23,58 bilhões de quilômetros de distância da Terra ... 1 ano-luz equivale a aproximadamente 9 trilhões de quilômetros! 

1 ano-luz e: (aprox 9.460.730.472.580{km}) ou (9,46 trilhões de km)

Vamos colocar isso em perspectiva: 23,58 bilhões de quilômetros equivalem a...0,002480172 anos-luz… Para impressionantes 21,74 HORAS-luz. Eu diria que será em algum lugar na casa dos 25.000 anos d.C., quando ela estiver viajando confortavelmente pela Nuvem de Oort. E acredito que um tempo razoável antes de atravessar completamente Oort, dando-lhe um tempo de viagem de 3,2 anos-luz entre 40.000 e 45.000 anos d.C., e talvez ela deslizará por sua primeira e provavelmente a única estrela que ira encontrar.

Para chegar a Alfa Centauro ao ponto de coloniza-lo em uma vida, a tecnologia terráquea atual não era suficiente. A distância da Terra a Alfa Centauro é de aproximadamente 4,37 anos-luz, ou 41 trilhões de quilômetros o que significa que a luz leva cerca de 4,37 anos para viajar essa distância. Mesmo com as naves espaciais mais rápidas atuais como a Voyager, que viajam a cerca de 56.000 a 60,000 km/h, levaria quase entre 75.000 a 80.000 anos para chegar a Alfa Centauro. 

E mesmo se tivéssemos uma nave que viajasse na velocidade da luz continuamente e sem parar, (imagina o quanto de energia essa nave gastaria para fazer isso) em quase 4,4 anos até chegar lá.

DESCOBERTA DA TECNOLOGIA (SlipSpace)
Em 19 de julho de 2013 (ano do Planeta Terra), os físicos Tobias Fujikawa e Wallace Fujikawa foram os primeiros humanos a implementar com sucesso um dispositivo que poderia fazer a transição segura da matéria (nave) para dentro e para fora do espaço-tempo. A curvatura do espaço-tempo ou buraco de minhoca (slip-stream) depois de feita é afetada pelos poços gravitacionais dos planetas ao redor, levando à formação de pontos de trânsito que permitem um acesso. Esses pontos de trânsito se unem para formar "rotas" , proporcionando tempos de viagem muito mas muito mais rápido do que o deslocamento comum no espaço.

O que é um buraco de minhoca?


Um buraco de minhoca ou buraco de verme é uma característica topológica do contínuo espaço-tempo que possui ao menos duas “bocas” conectadas a uma única “garganta” ou “tubo” no espaço. O buraco é transponível, a matéria pode “viajar” de uma boca para outra passando através da garganta. O termo buraco de minhoca (wormhole em inglês) criado pelo físico John Archibald Wheeler em 1957. Todavia, a ideia já havia sido proposta pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise em termos da energia do campo eletromagnético.

Esta análise força a se considerar situações em que há um ponto fluxo de rede de linhas de força através do que os topologistas poderiam chamar de espaço multiplamente conectado e que os físicos poderiam ser desculpados por denominar mais vividamente um 'buraco de minhoca'. — John Wheeler.

A noção básica de um buraco de minhoca no universo é uma região compacta do continuum espaço-tempo cuja fronteira é trivial mas cujo interior não está simplesmente conectado.

“ Se um espaço-tempo contém uma região compacta Ω, e se a topologia de Ω está na forma Ω ~ R x Σ, onde Σ é um conduto triplo de topologia, cuja fronteira possui na forma dΣ ~ S2, e se ademais, as hiper superfícies Σ são todas espaço-similares, então a região Ω contém um buraco de minhoca intra-universo quase permanente. ”

Caracterizar buracos de minhoca naturais no universo é mais complicado. Por exemplo, imagina um universo conectado por um “cordão umbilical”. O “cordão” poderia ser também encarado como a garganta de um buraco de minhoca no espaço-tempo simplesmente conectado.

ALFA CENTAURO EM 5 MINUTOS
Em 02 de janeiro de 2014 (ano do Planeta terra), com Motor Shaw-Fujikawa concluído, O Motor Shaw-Fujikawa e revolucionário porque, quando acoplado em uma nave, gera um campo de ressonância como na foto abaixo, . agora uma nave tripulada ou não agora podia gerar o chamado "buraco de minhoca" ou slip-stream, e trafegar nele como se fosse um túnel que permite tempos dramaticamente curtos entre as estrelas. 


Fazendo a viagem da Lua até o sistema de Alfa centauro em menos de 5 minutos. Isso permitiu que a Umbrella Corporation Brasil iniciasse a sua própria expansão colonial além de seu sistema de origem.



Em 01 de Fevereiro de 2014 
(ano do planeta terra)


COLONIZANDO  O PRIMEIRO PLANETA EM ALFA CENTAURO
A primeira de suas colônias foi erguida rapidamente no planeta 9A (Heaven) que orbita a segunda estrela, (próxima B) dentro do sistema vizinho da Terra, Alfa Centauro, eram os cem primeiros humanos  funcionários da corporação U.C.br, onde lá viviam e trabalhavam lá normalmente.



OBSERVAÇÂO
Antes de ler o paragrafo abaixo, entenda o contexto do texto a seguir é apenas uma FANFIC, baseada no universo do jogo Halo; 

O Comando Espacial das Nações Unidas, sigla UNSC era uma agência militar, exploratória e científica do Governo Unificado da Terra (U.E.G sigla em ingles - Unificated Earth Governant) um governo global que tinha unificado todos os países do planeta Terra. Exceto o SEGUNDO IMPERIO DO BRASIL,  passando a ser o única Nação independente do planeta terra, Isso se deu, primeiro pelas graças de Deus, e segundo, pelo enorme avanço tecnológico da nação logo após a vitória inesperada na guerra reptiliana do qual falaremos dela mais tarde. 





CAPITULO 1
A UNSC, OS COVENANTS E ATRIOX 





15 de Novembro de 2001 
(ano do planeta terra)



Comando Espacial das Nações Unidas 
United Nations Space Command (sigla U.N.S.C)


A ONU (Organização das Nações Unidas) inicia em 19 de Fevereiro de 2001 secretamente (nem tanto) a sua campanha para conquista do Espaço Sideral e assim em 15 de Novembro foi criada a U.N.S.C, que eram os remanescestes da força internacional da ONU. 



18 de Maio de 2552 
(ano do planeta reach) 
15 de Novembro de 2009 
(ano do planeta terra)
A Insurgência contra a nova ordem mundial 


A UNSC criada com a finalidade de defender a Terra de qualquer ameaça, ERA na verdade para derrotar qualquer nação insurrencionista contra a ditadura da primeira nova ordem mundial, iniciada por ela mesmo na terra depois da quarentena de 2009, os opositores eram nações pobres e empresas privadas, adversários desorganizados, seus focos de resistência eram nas colônias em Marte, nas Luas de Júpiter e nas florestas da América do Sul.  

Embora a ELITE MUNDIAL inicialmente apoiava a UNSC a favor da Autoridade da U.E.G (United Earth Governant) que governava as primeiras colônias.  A preocupação da ONU mais urgente era conter a disseminação de movimentos de resistência, que queriam independência de sua ditadura. 


Antigas ideologias; FASCISMO E COMUNISMO ainda prevaleciam e em uma tentativa de acabar com uma provável guerra civil de longa duração na terra, a inteligência naval (O.N.I), realizou o Projeto ORION e mais tarde, o programa SPARTAN-II que criaria super-soldados, os SPARTANS.  


22 de Junho de 2552
(ano do planeta reach)
17 de dezembro de 2010
(ano do planeta terra)
Os Covenants 


"Sua Destruição é a Vontade dos Deuses e Nós somos seu Instrumento"
A "frase" dita e a própria natureza do Covenant.

Bem diferente do nosso cristianismo baseado no salvador Jesus Cristo e na onisciência de "Deus" o grande criador do universo. 

A Religião Covenant é regida pela adoração a uma raça muito antiga, avançada e cruel chamada "Forerunner" extinta pelo Parasita chamado Flood, do qual também falaremos mais tarde, por culpa dos pecados dela mesma, e dessa maldita raça, o que sobrou dela foram suas infinitas ruinas, e seus curiosos anéis chamados halo espelhados pela galáxia. 

O Império do Covenant, inicia a campanha contra a herege raça humana, matando habitantes das Colônias Exteriores da UEG como se não fossem nada, o governo da terra fazia pouco caso o que acontecia nessas colônias, os focos da resistência a ditadura da UNSC que estava em controvérsias, mas depois da invasão, se tornou (não por muito tempo) o maior protetor da humanidade. 

O planeta Reach caiu sob o ataque do covenant por pura negligencia da ONI, e durante a Queda desse importante entreposto comercial da UNSC liderada pelo Almirante Lord Terrence Hood, "sob ordens" protegia ativos virando as costas ao povo de Reach que deveria proteger, o planeta foi completamente devastado e seus habitantes obliterados.

           
Mas, um cruzador de batalha da UNSC com pouco mais de 1.000 pessoas, conseguiu romper e escapar do cerco da enorme frota covenant na orbita planeta Reach,.


 
A Pilar de Outono.

O Império Covenant, era uma enorme hegemonia religiosa de várias espécies alienígenas pela Via Láctea, inclusive alguns humanos, esse culto aos Forerunners que existe por milhares de anos eram originalmente uma aliança mútua entre os San'Shyuum e os Sangheili, e se expandiu com o tempo, incluindo outras seis espécies; 

(Huragoks, Lekgolo, Unggoy, Kig-Yar, Yanme'e e Jiralhanae) 

Elites 
(Raça Sangheili)
Um Elite básico mede em torno de 2,44 metros e usam armaduras com escudos recarregáveis. Os Guerreiros Elites tem bocas e olhos de característica Reptiliana, que se desenvolveram em pares de mandíbulas divididas, substituindo as suas mandíbulas inferiores dos seus parentes reptilianos.


*Reptilianos foram que atacam as Colônias da Umbrella Brasil em Alfa Centauro a tempos atrás.

Reptilianos de Reptilia tem uma cauda. Os Sangheili não,  graças a milhares de anos de separação de seus antepassados que abandonaram o império Reptiliano a muito tempo se estabeleceram no planeta Sanhelios no sistema Eridanus, desenvolvendo a sua própria Sociedade e Cultura, chamada Sangheli, conhecidos também como "Sangheili"  Os Elites serviam com soldados do Covenant por milhares de anos, ate um chamado Vadan revelar a verdade sobre os "sagrados" anéis H.a.l.o que na verdade, são apenas armas para deter o Flood, mas eliminaria toda a galáxia no processo, a revelação inicia a guerra civil no planeta Sangheli entre os espadas e as forças coverants. 

O Arbrito Thel 'Vadam.. O Elite contando com a ajuda do aliado Spartan Master Chief, 117 Jonh. ..ganhou a guerra civil em seu planeta iniciando assim, o seu governo Sangheili. 

E dessa rebelião, nasce o movimento "as espadas de Sanghelis" que lutou contra o governo Covenant para que a sua raça Sangheili se libertase de suas mentiras.

Grunts 
(Raça Unggoy)
Entre as raças dos Couves estavam os Unggoy, chamados de Grunts pela tropa tendo como planeta de origem Balaho, o "pequenino guerreiro" desde a época em que servem como suporte aos Elites do Covenant, só enfrentam o perigo quando estão em grupo. Mas No geral sozinhos são covardes e medrosos, note sempre que os Grunts entram em pânico se você ou algum dos seus matar o seu líder normalmente um Brute ou um Elite. 


Eles sobrevivem apenas em um planeta com uma atmosfera desprovida de gás metano, fora dele eles possuem um traje que os permitem respirar.

Brutes 
(Raça Jiralhanae)
Os Brutes os novos inimigos que foram adicionados aos Covenant fisicamente mais altos e mais fortes do que os Elites, tendo sua sociedade organizada em torno de chefes tribais. Esta raça, os Brutess incorporam elementos de aparência símia e ursina.Os Brutes foram feitos para simbolizar a ameaça da aliança.Quanto mais experiente o Brute é, mais ornamentada serão suas roupas e seu capacetes para transmitir cultura e tradição da espécie, que enfatiza massa e poder. 


Aneis Halo 
(nome derivado do latin que siginifica Circulo Luminoso) 
São anéis circulares gigantes de tamanho planetário, construído estrategicamente ao lado de um planeta, agindo como uma "ratoeira", assim que o parasita tomava um planeta inteiro, o anel criava uma ressonância para atrai-lo e destrui-lo, os anéis são  armas criadas pelos Forerunners para destruir o Flood e também, toda a vida de uma galáxia no processo, estima-se que existem bilhões desses anéis espalhados em cada sistema da extensa via láctea.


Os Aneis H.A.L.O espalhados pela via láctea são lotados de alta tecnologia Forerunner accessíveis, essas tecnologias são causadoras de muita cobiça, principalmente entre os Profetas Covenants, é era esta verdade isso que High Profects" realmente escondiam, dos demais para manterem o seu controle e o grande império unido, mas com Jul 'Mdama e os profetas mortos, os couves como organização estavam caminhando para o seu fim.

Banidos 
(Raças; Jiralhanae, Elites Mercenarios e os Unggoy)

Depois da destruição do planeta natal Doisac por Cortana em 2556, um brute chamado Atriox se revolta contra seus mestres Covenant,. e agora, Atriox está quebrando a poderosa aliança Covenant em muitos pedaços impulsionando a sua ascensão e da Raça Jiralhanae,.E Assim sem a maioria dos Elites e dos Jitalhanae, os Covernants não existiam mais como uma organização, pois muitos dos seus soldados foram para o lado de Atriox como mercenários, os "truth" que tinham uma das forças militares mais poderosas da Via Láctea, fatores combinados foram o suficientes para quebrar seus laços de "fé" para sempre..


ATRIOX



"banido" por frustrar a sua própria execução. Um brilhante líder militar, Atriox inspira muitos outros a se juntarem a ele. Ele lidera seus seguidores, durante o qual ele acumulou uma grande quantidade de armamentos avançados, especialmente após o colapso do Império Covenant em 2552. Depois de meses de ocupação, os Banished foram confrontados pela UNSC pelo controle da imensa construção Forerunner. Em questão de dias, Atriox perdeu uma flagship e um Halo recém-construído no sistema Soell, colocando-o fora de seu alcance..

Em contrapartida, os Banidos, mais fortes, com suas enormes naves  "Os dreadnoughts de Atriox" derrotariam facilmente as Cruzadoras da UNSC, a sua frota ficou grande quanto as vistas podem ver, a sua fama se espalhou como a mais temida frota da Via Lactea de todos os tempos.

O recurso mais poderoso que Atriox tem e as suas CAS-Class Assault Carrier Enduring Conviction, juntamente com sua experiente equipe de guerreiros Sangheili.

Atriox logo antes de completar sua transição para o portal que o levaria para o planeta Soell. Levou apenas cinco dias terrestres para a nave de colonização da classe Phoenix e seu complemento para destruir quase tudo o que Atriox tinha construído lá. Ele então saiu para uma borda do penhasco daquele planeta para observar as suas numerosas forças que ainda sobram.


10 de Janeiro de 2553
(ano do planeta reach) 
07 de Janeiro de 2012
(ano do planeta terra)
A investida de Atriox 

A Infinity, que alguns meses antes de sua queda, havia estourado destroieres dos Banidos como uma laranja, com seus Super-MACs (O Orgulho da UNSC)  que obliteraram essas naves de guerra em um trilhão de pedaços, mas isso não diminuiu os esforços dos Banidos a alcançar a vitória sobre a Infinity e não foi apenas sorte - a Poderosa Frota dos Banidos - embosca o super-porta-aviões enquanto emergia do espaço deslizante (splispace) usado suas naves de guerra furtivas da classe Drekkar, fundamental para a execução da estratégia, direcionando em grande parte das suas naves de guerra para atacar apenas uma nave, a Infinity, recebendo fogo de todos os lados onde não podia facilmente manobrar e direcionar seus Super-MACs, Alem disso, a Infinity estava separada de suas duas fragatas de escolta da Classe Mulsanne destinadas a servir como suas guarda-costas, mas os Banidos as emboscaram também. 

Ou seja, depois disso,, 
Atriox manda jogar (com ele dentro) suas próprias naves em cima da Infinity, e com milhões de toneladas de metal alienígena se chocando contra a super-nave em uma velocidade altíssima, a explosão, deixou a pobre Infinity em pedaços.

Não sou muito bom com números, mas até eu posso dizer que isso resultou em uma porrada de energia que desabilita imediatamente qualquer escudo potente, mesmo sendo da Infinity, após o choque mortal seu interior foi se explodindo com milhares de mísseis MACs, ora projetados para derrubar caças e naves capitais, a Super Carrier Infinity afunda em uma ruina de um Halo próximo como um velho navio torpedado durante a WWII na terra.
O heroico Spartan 117 Master Chief depois de resistir sozinho contra uma uma horda inteira de Banidos, cansado,seria derrotado pelo Atriox pessoalmente neste mesmo dia, dado como morto. 

O almirantado da UNSC pela não criação e formação de uma boa escolta para uma nave tão cara e custosa quanto a Infinity apenas com a típica arrogância da O.N.I em não perceber o obvio se a Infinity tivessem operando com o BASICO. Ou seja; logística adequada, acompanhada de uma boa frota de escolta,  talvez manteria a super nau captania e sua valiosa tripulação em boas condições, 

Um exemplo simples aqui na Terra. 

Os poderosos Porta Aviões Americanos Nunca, eu disse "Nunca" navegam sozinhos, eles sempre tem uma escolta disponivel pra eles, e isso, certamente foi  um fator chave para a TOTAL destruição dessa enorme nave e que mais tarde sairia bastante caro para a UNSC, com sua tripulação em status; 

M.I.A (do ingles - missing in action ou desaparecido em ação).  

Os cruzadores são emboscadores experientes e com bom posicionamento, o combate foi rápido com ataques de aríete para desorientar a tripulação da Infinity e foi assim que os Banidos destruíram a nave de guerra mais poderosa da humanidade ate então. 



30 de Junho de 2553 
(ano do planeta reach) 
27 de Julho de 2012 
(ano do planeta terra)
A Extinção da Poderosa U.N.S.C 


Atriox e seu mentor Escharum com tropas reforçadas e combinadas na conhecida batalha de Outono, realizada em um planeta do qual não sabemos, foi responsável por milhares de baixas da UNSC, tanto em naves e recursos humanos e resultou numa derrota aniquilante das forças das Nações Unidas.


Atriox se tornara um símbolo para sua raça, os Jiralhanae. 


As ambições não são claras, mas são grandiosas. Sua maior jogada para o poder chegou no final desse ano, quando ele mesmo liderou uma grande força para derrotar a UNSC, e de quebra conquistou a Instalação 00 que ele usa com a intenção de usar suas forjas para ele mesmo construir seu próprio anel Halo, mas Atriox encontrará um certo parasita que mais tarde ameaçará a todos nós. 

O Comando da UNSC sem chão para continuar a luta, a ONU foi forçada a dissolver a organização em 23 de Fevereiro de 2013 ano da terra. E sem as frotas da U.N.S.C, as Nações Unidas abriram mão para "defender" as colônias de qualquer futura ameaça,  ficando somente na Terra. 



CAPITTULO 2
A GUERRA REPTILIANA




18 de agosto de 2014 
(ano do planeta terra)
O Incidente secreto - code-name; Fire Heaven, 



A primeira colônia da Umbrella Corporation do Brasil estavam em caos,  todas as transmissões de radio, transmitiam um medo indescritível vindo da primeiro planeta Colônia de Centauro, Heaven. 

             
"Your Destruction is the Will of the Gods and We are their Instrument" 
"Sua Destruição é a Vontade dos Deuses e Nós somos seu Instrumento"


Uma frase sem contexto, só faz sentido quando ela revela algum significado. Sem entender o contexto da mensagem dos atacantes, (onde-se mais tarde, se descobre que são de origem reptiliana) a preocupação mais urgente da corporação brasileira era conter os invasores aqui neste sistema e impedi-los de chegarem a Terra a qualquer custo. 



2014-2024 
(ano do planeta terra)
A "secreta" Guerra Reptiliana


Hakuro da Silva comandante-chefe da Segurança da U.Cbr precisava salvar sua família e o seu pessoal e as pesquisas, principalmente as relacionadas sobre novas formas de vida bacteriologias extraídas no planeta 9A em Alfa do Centauro e que serão muito uteis para combater um certo parasita mais tarde. As poucas naves da corporação Umbrella do Brasil, não tinham nenhum tipo de armamento básico, eram apenas naves de pesquisa, e não adequadas para o combate espacial, não tínhamos nenhuma experiência para lutar neste ambiente. 


Alguns protótipos de naves juntamente com as primeiras armas espaciais foram desenvolvidas a partir das pesquisas em energia de cristais e da motorização de íons, as pesquisas desenvolvidas pela própria Umbrella Corporation Brasil deram fruto, com por exemplo a Veronica XP-031, uma nave pequena, rápida e levemente blindada dotada de duas carabinas a laser, e com escudos de alta energia.



10 de Setembro de 2014 
(ano do planeta terra)

E com isso, a Corporação Umbrella do Brasil inicia as batalhas espaciais contra as poderosas naves inimigas na base da guerrilha, inicia-se a guerra da U.Cbr contra o poderoso império reptiliano, mesmo sozinha e com naves desenvolvidas no "desespero" e sem nenhuma ajuda das nações da terra é obvio, Os funcionários da UC aguentaram bravamente por quase 10 anos sem sequer desconfiar o que estaria realmente acontecendo, mas isso iria mudar em breve.

           A primeira Fragata de batalha Feita no Estaleiro N°5  - Classe Ashford IV

        O primeiro Destroier de batalha Feita no Estaleiro N°5  - Classe Spencer IV                              

O primeiro super Cruzador de batalha Feita no Estaleiro N°5  - Classe Serafim


10 de Janeiro de 2024 
(ano do planeta terra)

Jill Valantine e Rock Marques, os donos da Umbrella Corporation do Brasil, e concidentemente (ou não) foram os principais responsáveis pela instauração da monarquia no Brasil, a então P.M.C (em ingles- Private Military Company) foi absorvida pelo novo governo do Segundo Império do Brasil. A futura força espacial do Exercito Imperial Brasileiro onde já treinava seus soldados(a) na base Lunar da Umbrella Corporation.


E no sistema de ranking tecnológico na via láctea. O Poder Tecnológico do Segundo Império do Brasil, passou a ser bem diferente da humanidade terráquea de Tier 2. As melhorias desenvolvidas devido a captura de tecnologias da denominada raça alienígena, estudadas e adaptadas às nossas necessidades, fizeram os terráqueos do Segundo Império do Brasil subirem para o Tier 4 no sistema de ranking de civilizações tecnológicas criando a sua própria manufatura de naves para a guerra no espaço.


17 de Janeiro de 2024 
(ano do planeta terra)
A Batalha do braço de Orion 



E nessa ultima batalha desta guerra,,, a Frota da UBC/br destrói os super couraçados reptilianos, e como conseguiram?,  mesma tática empregada pelos lobos chamada "matilha" com varias naves, alvejando os alvos, um por um, e de longe, interferindo nos sensores, e assim, as poderosas naves Repithia, e a frota da rainha-mãe do império reptiliano se tornaram presas fáceis, pois eles não conseguiram nos detectar. Não e só isso, observava-se que estavam com falta de pessoal qualificado, tendo apenas mil tripulantes em comparação com seu pico de 80.000 de origem reptiliana. Segundo poucos relatórios, houve diversas batalhas um período de 10 anos, e fatos ainda são desconhecidos por motivos de segurança.

E graças a Deus, a guerra reptiliana de 10 anos termina.
 
O SEGUNDO IMPERIO DO BRASIL visando a expansão para além do sistema solar estabelece-se na nebulosa de Orion, a 1.800 anos-Luz da terra dentro do Braço de Órion, donde nossos futuros vizinhos do nosso sistema solar moram dentro da nossa enorme galáxia via láctea


E o mais importante, com a experiência em táticas de Guerra no Espaço com bases orbitais e uma boa frota de combate, além disso, enfraqueceu ainda mais a aliança Covernant ,. e com Hakuro da Silva sendo o Herói da Guerra Reptiliana, suas vitorias no espaço graças a Deus e pela garra dos colonos da Umbrella Corporation do Brasil contribuíram para a criação dentro do Exercito Imperial Brasileiro a - DIVISÃO 12 -- Força Espacial do Exército Imperial Brasileiro - sigla FEEIB


Divisão XII
A Força Espacial do Exercito Imperial brasileiro (FEEIB) 
São regimentos que agem fora do planeta Terra, a sua Origem remete, a guerra dos mundos, entre a Umbrella Corporation Brasil e uma entidade alienígena;


General de Divisão 
(CMD)  Hakuro da Silva Monteiro



Criada dentro do Exercito Imperial Brasileiro em 14 de Maio de 2024 para defender os interesses do Segundo Império do Brasil no espaço sideral, e de onde a sua tropa fornecerá o apoio logístico e a assistência pela defesa das pessoas e das propriedades imperiais. 


Os soldados da FEEIB são os mais treinados do E.I.B, pois eles passam por um rigoroso treinamento de 1 ano independente da patente, criando uma força de ELITE que fornecerá uma inestimável força de defesa e suporte, vitais em tempos de guerra no espaço. 



1ª Regimento de Engenharia Espacial
(CMD) - Coronel Tania da Silva Monteiro




1° Batalhão de Engenharia Espacial
1°Companhia de Engenharia
2°Companhia de Engenharia
3°Companhia de Engenharia
4°Companhia de Engenharia



2° Batalhão de Engenharia Espacial
5°Companhia de Engenharia
6°Companhia de Engenharia
7°Companhia de Engenharia
8°Companhia de Engenharia







34ª Regimento 
de Infantaria Especializada

(CMD) - Coronel Mai Shiranui 
(不知火 舞)


42° Batalhão de Infantaria Especializada 
63°Companhia de Infantaria 
64°Companhia de Infantaria
65°Companhia de Infantaria
66°Companhia de Infantaria



47°Batalhão de Infantaria
83°Companhia de Infantaria
84°Companhia de Infantaria
85°Companhia de Infantaria
86°Companhia de Infantaria
87°Companhia de Infantaria
88°Companhia de Infantaria



43° Batalhão de Infantaria Especializada 
67°Companhia de Infantaria
68°Companhia de Infantaria
69°Companhia de Infantaria
70°Companhia de Infantaria

 (CMD) - Coronel Jairo Menezes




45°Batalhão de Infantaria
95°Companhia de Infantaria
95°Companhia de Infantaria
96°Companhia de Infantaria
97°Companhia de Infantaria
98°Companhia de Infantaria
100°Companhia de Infantaria



I.A do Batalhão/ New Cortana Prime 


44°Batalhão de Infantaria especializada
89°Companhia de Infantaria
90°Companhia de Infantaria
91°Companhia de Infantaria
92°Companhia de Infantaria
93°Companhia de Infantaria
94°Companhia de Infantaria

(CMD) - Coronel Honoka da Silva


48°Batalhão de Infantaria especializada
109°Companhia de Infantaria
116°Companhia de Infantaria
117°Companhia de Infantaria
118°Companhia de Infantaria
119°Companhia de Infantaria
120°Companhia de Infantaria

(CMD) - Coronel Maicon Motta 




50°Batalhão de infantaria especializada
90°Companhia de Infantaria
91°Companhia de Infantaria
92°Companhia de Infantaria
93°Companhia de Infantaria
(CMD) - Coronel Viviane Motta 





4ª Regimento de Carros de Combate

(CMD) - Coronel Katerine Miller





38° Batalhão de Infantaria Móvel 
(Batalhão Fox)
179°Companhia de Infantaria móvel
180°Companhia de Infantaria móvel
181°Companhia de Infantaria móvel
182°Companhia de Infantaria móvel


90°Batalhão Mecanizado
94°Companhia Mecanizada 
95°Companhia Mecanizada
96°Companhia Mecanizada 
97°Companhia Mecanizada


92°Batalhão Mecanizado
98°Companhia Mecanizada 
99°Companhia Mecanizada
100°Companhia Mecanizada 
101°Companhia Mecanizada







1° Regimento de Transporte Espacial 


(CMD) -Coronel Carla Magno da Costa



20°Batalhão de Assalto Aéreo Espacial
40°Companhia Aéreo 
46°Companhia Aérea
47°Companhia Aérea
48°Companhia de Aérea

  30°Batalhão de Assalto Aéreo Espacial
50°Companhia Aéreo 
56°Companhia Aérea
57°Companhia Aérea
58°Companhia de Aérea


32°Batalhão de Ataque Aéreo Espacial
59°Companhia Aéreo 
60°Companhia Aérea
61°Companhia Aérea
62°Companhia Aérea
63°Companhia Aérea
64°Companhia Aérea


50°Batalhão Aerotransportado Espacial
80°Companhia Aerotransportada 
90°Companhia Aerotransportada
100°Companhia Aerotransportada
101°Companhia Aerotransportada
102°Companhia Aerotransportada
103°Companhia Aerotransportada


51°Batalhão Aerotransportado Espacial
104°Companhia Aerotransportada 
105°Companhia Aerotransportada
106°Companhia Aerotransportada
107°Companhia Aerotransportada
108°Companhia Aerotransportada
109°Companhia Aerotransportada


52°Batalhão Aerotransportado Espacial
114°Companhia Aerotransportada 
115°Companhia Aerotransportada
116°Companhia Aerotransportada
117°Companhia Aerotransportada
118°Companhia Aerotransportada
119°Companhia Aerotransportada


A F.E.E.I.B "inicialmente" seria uma força espacial para garantir a segurança do pessoal das Colônias planetárias do Segundo império do Brasil, usando pessoal extremamente qualificado que foram organizados ao longo de 10 anos de guerra reptiliana.Mas, devido a natureza das operações que veremos a seguir, A FEEIB desempenhará um papel extremamente importante para os interesses do Segundo império do Brasil no espaço. Foi observado e visto, que grupos de trabalho setoriais é necessário dentro das forças espaciais do Exército Imperial Brasileiro. 


E especialmente integrados no; 1°Regimento de Engenharia Espacial para as funções de; Trabalhador (a) espacial - Engenheiro (a) espacial - Medico (a) espacial - Biólogo (a) espacial


Misriah Armory
E uma fabricante de armas militares com sede na cidade de Shoreline, uma colônia do planeta Marte.

 
Ela fornece parte das armas e materiais ainda usada ​​pelas Nações Unidas com a maioria dos equipamentos, bem como muitos veículos e naves aeroespaciais produzidos pela Misriah Armory. Além de seus próprios projetos, ela fabrica itens para outras empresas, principalmente para a AMG Transport Dynamics, com o seu  M12 Warthog.

A Misriah Armory,  fornecerá além do M12 Warthog, toda a serie M de armas pessoais, 
capazes de operar em qualquer bioma, até no vácuo do espaço. 

A maioria das armas de fogo terráqueas possuem oxidante no cartucho, precisam de oxigênio para disparar a pólvora do cartucho, mas ainda pode disparar debaixo d'água por exemplo. Mas no Espaço, arma não funcionaria, a pólvora é seu próprio oxidante, há enormes problemas com o recuo em armas de fogo no espaço. Se você realmente quisesse atirar em alguém e acertar neste ambiente, digamos na lua ou em outra situação de baixa gravidade, precisaria de um tipo de arma de projétil autopropulsado, é ae que a nova serie M entra, elas possui o oxidante embutido no cartucho, o disparo autopropulsado não precisa de oxigênio para disparar se a pólvora e seu estopim podem inflamar , iniciando uma reação química explosiva, acontece no vácuo devido ao oxidante no projetil autopropulsado não ter resistência na gravidade.


M6G pistola
FEEIB com a estrutura “p / n 00118-A”e o número de série “007230814” Pistola para uso Civil e Militar, tem um case removível no topo que esconde um trilho “P / N 16309” para prender vários acessórios como a Smart Scope Mira Inteligente.



M7S SMG:  
FEEIB com a estrutura “p / n 00119-B”Militar. Submetralhadora equipada com a mira COG é uma configuração de segurança é emitida para as equipes de resposta rápida.


M392 fuzil:  
FEEIB com a estrutura “p / n 00120-C”. fuzil de assalto de longo alcance IFC (Interim Fireteam Support) de supressão de longo alcance. 

MA-40D fuzil:
 
FEEIB com a estrutura “p / n 00130-D. Fuzil de assalto com mira Morph com configuração de teste emitida para os soldados especiais atribuídos às equipes de campo ODST. .




MA-45D fuzil
FEEIB com a estrutura “p / n 00131-D Rifle de assalto padrão para as tropas com a configuração padrão do Exército Imperial com vista rápida para combates de curto alcance.


E sua administração está subordinada ao; 
Comando Unificado de Guerra Espacial (sigla - C.U.G.E)

As Forças Espaciais do Império do Brasil são empregadas para tarefas de ocupação, supervisão, reconstrução e até mesmo aplicação da lei civil para Colônias PlanetáriasA doutrina é, em que um planeta é ocupado e se torne uma Colônia Imperial do Brasil, uma frota da F.E.E.I.B é designada especificamente para dar apoio defendendo a sua orbita de naves inimigas.


O Exército Imperial Brasileiro opera as suas próprias naves espaciais para o combate.. 

Classe Taurus - destroiers
Classe Vespa - fragatas
Classe Abelha -fragata de assalto
Classe Mamute - super cargueiro
Classe Gideão - diversos
Classe Angelwing - cruzador de batalha
 



Os navios arsenais do Exército Imperial Brasileiro para atuarem no espaço, são componentes vitais na defesa e na proteção dos mundos-colônia, nossos porta-naves arsenais sempre navegam com uma frota de escolta.


Sob o Comando Unificado de Guerra Espacial (C.U.G.E), que organiza as frotas em destacamentos,  "Grupos", como o Grupo Especial Gideão, como naves especializadas coloquialmente para o transporte e suporte a comandos spartans, os super-soldados de elite.

Naves Capitais Espaciais


Você já deve também ter ouvido falar dos Lendários Soldados Spartans da UNSC, certo?
Embora o nome SPARTAN seja o mesmo, mas nesse caso estamos falando de uma nova denominação chamada de ..

SPARTANS BR 
A nova Unidade de soldados da F.E.E.I.B é totalmente inspirada na figura do maior heroi Spartan de todo o Universo;  Master Chief - Jonh 117 



Os Regimentos comporá unidades desses soldados super-humanos que agrega boa parte como pessoal e armamentos da UNSC com suas armaduras da classe Mjölnir, considerado um;
 
Item de alto valor  ..

O seu projeto e fabricação agora agregados as; Forças Espaciais do Exercito Imperial Brasileiro

UNSC
A função de tais procedimentos para ajudar a criar um soldado superior eram perigosos e não se solidificou até o sucesso do Projeto ORION da UNSC, que abriria caminho para o Programa SPARTAN-II. Apenas alguns meses após os procedimentos feitos pela; 

Dr. Katherine Elizabeth Halsey 

Onde 30% candidatos a SPARTAN-IIs não sobreviveram, e com uso da armadura em teste, logo foram notados. A espartana Kelly-087 teve seu tendão de aquiles rompido porque a tensão colocada em seu corpo era insustentável na Mark II. Mas era capaz de correr ainda mais rápido. 

Mais tarde, durante a guerra Humano-Covenant, a sua armadura Mark IV, a velocidade de Kelly-087 foi registrada em 62 km/h ou 38,5 mph um feito. 

O lendário John-117 corre brevemente a 105 km/h ou 65,2 mph durante um exercício de treinamento na armadura Mjolnir Mark IV, simplesmente porque ambos são lendas raras entre os Spartan. O tempo de reação, impossível de mapear com precisão, é estimado em vinte milissegundos, tempos de reação são significativamente mais rápidos em situações de combate com assistência de IA. 

Este fenômeno é apelidado de "Tempo SPARTAN" pela espartana Kelly-087, que os tempos de reação de um Spartan são tão rápidos do que humanos normais, todos nós são capazes de pensar e reagir ao ver as coisas, mas para um Spartan, tudo isso acontece em câmera lenta, além da sua visão aguçada, capazes de verem virtualmente até no escuro. 

FEEIB
Experimentos de aprimoramento humano da UNSC foram aprimorados por nós para a re-criação de novos soldados SPARTAN no Brasil ou simplesmente SPARTAN BR.

O primeiro protocolo de bioengenharia estabelecido em 2024 foi para ajudar os Soldados da FEEIB a se adaptarem a voos espaciais de longa duração e a diferentes condições ambientais planetárias e também, posteriormente, à guerra interplanetária de infantaria. Avanços tecnológicos da nossa nação atraíram a ampla atenção na esperança de aprimorar a força e a resistência dos nossos soldados humanos. A experimentação militar com tais aprimoramentos sempre foi limitada por questões morais e éticas. No entanto com o avanço da tecnologia e a compreensão contínua do corpo humano, abriram caminho para o uso SEGURO do aprimoramento corporal Spartan. 

1 - Procedimento 
Ossificação de cerâmica de carboneto. 

Enxerto avançado de material em estruturas esqueléticas para tornar os ossos virtualmente inquebráveis. A cobertura recomendada não deve exceder 3% da massa óssea total devido à necrose significativa dos leucócitos.  Risco(s) Dois por cento (2%) dos indivíduos testados específico para adolescentes de até 16 anos, com surtos de crescimento esquelético podem causar pulverização óssea irreparável. 

2 - Procedimento 
Injeções de aumento muscular. 

O complexo proteico é injetado por via intramuscular para aumentar a densidade do tecido e diminuir o tempo de recuperação da lactase. 

Risco(s) Cinco por cento (5%) dos indivíduos testados apresentam um aumento fatal do volume cardíaco.

3 - Procedimento 
Implante Catalítico de Tireoide. 

O pellet de platina contendo catalisador de hormônio de crescimento humano é implantado na tireoide para estimular o crescimento dos tecidos esquelético e muscular. 

Risco(s) Cinco por cento (5%) dos indivíduos testados com casos raros de elefantíase e desejo sexual suprimido.

4 - Procedimento 
Reversão Capilar Occipital. 

Submersão e aumento do fluxo sanguíneo sob os bastonetes e cones da retina do sujeito. Produz um aumento acentuado da percepção visual.  

Risco(s) Dois por cento (2%) dos indivíduos testados com Rejeição e descolamento da retina e Cegueira permanente. 

5 - Procedimento 
Fibrificação supercondutora de dendritos neurais. 

Alteração da transdução nervosa bioelétrica para transdução eletrônica blindada. Aumento de 300% nos reflexos do indivíduo. Evidência anedótica de aumento acentuado na inteligência, memória e criatividade.  

Risco(s) Cinco por cento (5%) dos indivíduos testados com casos significativos de doença de Parkinson e síndrome de Fletcher.

Com o passar do tempo, os efeitos colaterais nos indivíduos bem-sucedidos no aprimoramento diminuíram completamente a ponto de serem considerados saudáveis. 

Um efeito observado; como resultado da nova alimentação com suplementos de hormônios do crescimento, Os Spartans BR se tornaram-se excepcionalmente altos e pesados. 

Alturas superiores a dois metros praticamente onipresentes pesos acima de 100 kg são comuns. Esses indivíduos agora são capazes de levantar varias vezes o seu peso corporal, entre 1 e 3 toneladas o que é o peso normal de um veiculo, isso é devido a densidade muscular aumentada e fortalecimentos ósseos. 

Estado Maior do Exercito Imperial Brasileiro enfatiza as tradições formais dos antigos programas Spartans para enfatizar a independência dá cadeia de comando de um Spartan dentro da FEEIB.  


Ao contrário dos da U.N.S.C,  não vão operar em uma estrutura de classificação escalonada e restrita e em vez disso, vão operar em uma estrutura que enfatizará o trabalho em equipe e a cooperação tática, e. 

A função do Spartan BR Deixou de ser "básica"  de servir como um mero soldado. 

Os espartanos do Brasil, agora podem agir em missões solo ou em equipe com conjunto de habilidades.

Além de serem especialistas de combate em biomas planetários como selva, deserto, gelo, eles são especificamente para lutar contra unidades ALIENIGENAS sejam aéreas, terrestres, blindadas e unidades especializadas, para sempre auxiliar as  tropas de terra ;; 

Portanto, os Spartans BR nas militâncias do Exército Imperial Brasileiro, são um destacamento cuja função primária será a vanguarda e a ocupação parcial do território inimigo fora do planeta terra. Os esquadrões geralmente designados com base na dinâmica social e na eficiência de combate, embora se espere que os espartanos tenham um bom desempenho com apenas uma unica unidade. 

Como tal, antigamente os Spartans recebiam uma comissão como oficial no U.N.S.C, embora essa autoridade normalmente não se estendia para fora de sua cadeia de comando direta. No entanto, espera-se que a tropa e o pessoal da FEE.I.B em campo, frequentemente se submeta a liderança a um soldado Spartan e, por sua vez, espera-se que o mesmo soldado tome a iniciativa em cenários de combate. 


ARMADURA MJOLNIR MARK VII


Teóricos designs foram propostos pela Dra. Katherine Halsey em seu diário pessoal para terceira geração da MJOLNIR mas eles estavam incompletos devido a sua morte, ainda não sabíamos quantos recursos foram implementados até chegar o produto final. 

O Projeto GEN 3 (terceira geração) proposto pela Materiais Group a FEEIB.  No entanto com o auto custo dela quase fez a Materials Group desistir do projeto. Com partes de designs do antigo Projeto KEYSTONE da Misriah Armory, o Materials Group finalmente fez uma armadura completa MJOLNIR [GEN3].

A (GEN3) MJOLNIR Powered Assault Armor ou MJOLNIR Mark VII 
Ela a mais recente armadura da classe MJOLNIR que a UNSC não conseguiu terminar. 


O avanço tecnológico inesperados da F.E.E.I.B antes do planejado foi implementado imediatamente na MARK VII devido ao aparecimento do Parasita FLOOD, a versão de produção da VII possuirá recursos integrados de inserção atmosférica, permitem que um Spartan VII caia livremente do espaço ate a terra sem um veículo de reentrada, como um S.O.E.I.V necessário integrado ao novo traje para regular a sua reentrada. Ela utilizará um sistema de energia muito avançado, fruto de uma combinação de nossas tecnologias com as dos forerunners. A Doutora Halsey descrevia a MARK VII como armadura de moldagem ilimitada de energia a capacidade de formar sobreposições aerofólicas semelhante à dos antigos Precursores de moldar e transformar a energia como quiserem.

Aumentando e muito a expectativa de sobrevivência do Spartan/BR ferido em combate. 

capacidade de produzir gel de reinserção corporal  
A regeneração a nível molecular de ossos e tecidos vivos, o gel opera em conjunto com escudo de energia do traje via protocolos de transferência feitos uma IA ativa no traje.

Capacidade de reinserção slipspace 
Que significa que um Spartan VII seria capaz de sair de uma nave viajando até no slipspace e conseguir sobreviver ao reentrar no espaço normal, bem semelhante a um módulo avançado orbital furtivo. 







Divisão 0
A divisão 0 são regimentos de elite de inteligência militar
a natureza de suas missões na maior parte, sigilosas.


General de Divisão 
(Cmd) -Imperatriz- Jill Valantine


O objetivo primário da Divisão 0 dentro da FEEIB é propulsionar o avanço do Segundo Império do Brasil pela habitual espionagem e das operações secretas em qualquer lugar do universo. As operações dessa divisão serão muito mais complexas, tendo o seu papel proeminente que será na aquisição e aproveitamento de TECNOLOGIA ALIENIGENA, inteligência militar em conflitos e na investigação de instalações alienígenas, especialmente as de origem Forerunner, considerada tier7, o rank mais alto de tecnologia conhecida.




38ª Regimento de Infantaria Especializada
(CMD) - Coronel Mika Blue 



74°Batalhão de infantaria da PE 
 10°Companhia de Infantaria
11°Companhia de Infantaria
12°Companhia de Infantaria
13°Companhia de Infantaria
14°Companhia de Infantaria
15°Companhia de Infantaria
16°Companhia de Infantaria
17°Companhia de Infantaria
18°Companhia de Infantaria
19°Companhia de Infantaria
20°Companhia de Infantaria
21°Companhia de Infantaria



75°Batalhão de Infantaria Especializada
89°Companhia de Infantaria
90°Companhia de Infantaria
91°Companhia de Infantaria
92°Companhia de Infantaria
93°Companhia de Infantaria
94°Companhia de Infantaria
95°Companhia de Infantaria
96°Companhia de Infantaria
97°Companhia de Infantaria
98°Companhia de Infantaria
98°Companhia de Infantaria
99°Companhia de Infantaria








39ª Regimento de Infantaria Especializada
(CMD) - Coronel Jonh



80°Batalhão de Infantaria Especializada 
103°Companhia de Infantaria
104°Companhia de Infantaria
105°Companhia de Infantaria
106°Companhia de Infantaria
107°Companhia de Infantaria
108°Companhia de Infantaria
109°Companhia de Infantaria
110°Companhia de Infantaria




39°Batalhão de Infantaria Especializada
(Batalhão Fox Hound
111°Companhia de Infantaria
112°Companhia de Infantaria
113°Companhia de Infantaria
114°Companhia de Infantaria
115°Companhia de Infantaria
116°Companhia de Infantaria
117°Companhia de Infantaria
118°Companhia de Infantaria




82°Batalhão de Infantaria 
119°Companhia de Infantaria
120°Companhia de Infantaria
125°Companhia de Infantaria
126°Companhia de Infantaria
127°Companhia de Infantaria
128°Companhia de Infantaria
129°Companhia de Infantaria
130°Companhia de Infantaria





"... Não há mais agências rivais. nós castramos todas elas. 
Deixamos as encolhidas em nossa sombra"
                        

*O.N.I
Escritório de Inteligência Naval
(sigla ONI, - Office Naval Intelligence) 

Era o serviço SECRETO de inteligência da Marinha UNSC.
A agência popularmente conhecida e temida por usar subterfúgios em nome da



"defesa da humanidade"




O Escritório realizou inúmeros projetos, como os SPARTANS, e o Projeto de suas armaduras - MJOLNIR. Mas na prática no entanto, as atividades da ONI eram muito, muito além da coleta de informações frequentemente ela mesmo tinha seus mandatos e diretivas. Também não é inédito que a ONI operava sem autorização oficial da UNSC ou UEG ou ate da ONU, como foi o caso da missão Kilo-Five; o escritorio na verdade considerava detentora de poder significativo de dentro da UNSC e do Governo Unificado da Terra (U.E.G). A ONI tinha uma quantidade grande de equipamento militar para um serviço de inteligência e tinha uma forte frota. Por exemplo, mantinha o controle conjunto do navio-almirante, UNSC Infinity e uma considerável influência sobre sua tripulação e tinha uma frota de prowlers, a importante fonte de implantação Covenant sob os auspícios do Prowler Corps. O Office Naval Intelligence também possuía um cruzador furtivo, Point of No Return que éra usado como um navio de comando e um local de conferência seguro da oni. Todos os outros serviços de inteligência dentro das Nações Unidas, foram extintos há muito tempo para garantir a supremacia da ONI; ​​de acordo com a Caixa Preta de uma I.A da mesma....

"A ONI é uma família feliz? Ah, por favor. Temos quatro divisões, oficialmente, e apenas uma delas sabe que na verdade temos mais do que isso. Tecnicamente, não é uma seção numerada. Você é a guarda pretoriana da FLITCON, de certa forma, e nós apenas chamamos a equipe de Núcleo Quatro, embora na verdade esteja no Núcleo Cinco do Bravo-6 , e o DCS se reporte diretamente a ele. Você notará que não mencionei o citado , e isso porque todas as seções da ONI minta e diga que é o corpo mais poderoso da Terra, o que geralmente funciona bem em manter os antigos convencidos de que eles tomam as decisões. Agora, você está confuso? Eu certamente espero que sim, porque essa é minha missão. "— Black-Box , explicando a estrutura do ONI para o resto do Kilo-Five

Para evitar que informações vazem para o público, o ONI era capaz de iniciar expurgos em todo o sistema e apagar todas as informações sobre um determinado assunto. Um exemplo notável disso é o planeta Onyx originalmente pesquisado como um mundo ideal para assentamento humano, mas apagado de todos os bancos de dados da UEG pelo ONI devido à tecnologia alienígena descoberta lá. A O.N.I também gerenciava a inteligência de campo com unidades em ligação com as principais unidades militares da antiga UNSC e exercia o controle sobre o fluxo de informações através dos territórios sob controle da antiga UEG. Ao longo da era colonial, uma série de artefatos alienígenas espalhados construídos por uma civilização, mais tarde conhecida como Forerunners foram descobertos. e secretamente escondeu essas descobertas e manteve o monopólio das pesquisas xeno-arqueológica sobre elas; e quaisquer cientistas civis que estudassem os artefatos seriam recrutados, ou silenciados. 

Depois do Fim da UNSC e da UEG, a O.N.I caiu logo depois da morte da sua líder, a Almirante Paragoski em um ataque do parasita Flood no planeta 15a,  este ataque destruiu toda a cúpula desta organização marcando o fim desta. 

E os remanescentes dessa agencia internacional, foram anistiados pelo SEGUNDO IMPERIO DO BRASIL, e realocados neste novo departamento de inteligência do exercito que substitui a atual ABIN chamado de a ..


DIVISÂO ZERO 
DA FORÇA ESPACIAL DO EXERCITO IMPERIAL BRASILEIRO 



Divisão 0 - Seção A 

A Seção A é o departamento de Assuntos Externos dentro da FEEIB, é encarregado da Segurança Primaria das Colônias Externas, que inclui o monitoramento do espaço aéreo e segurança das instalações.

Da inspeção de cargas de naves cargueiras que entram e saem das Colônias e no processo investigar .. e se possível eliminar organizações e "pessoas" consideradas perigosas a segurança dos técnicos e trabalhadores das Colônias.


A Seção A é a menos discreta em seu trabalho; sua verdadeira natureza e as suas reais atividades são altamente classificadas, E muitas de suas informações, são da vida privada das pessoas que vivem e trabalham nas colônias diariamente, e os mais "suspeitos e perigosos" são reportados apenas para a alta hierarquia do comando da guarnição da FEEIB alocada no planeta.

Divisão 0 - Seção B -

A Seção B é o ramo de coleta apropriada, os serviços da seção são frequentemente utilizados pelas demais divisões. Sua responsabilidade incluem coleta de informações e quebra de códigos por meio de espionagem militar geral. As informações divulgadas pela Seção B incluem avisos de evacuação para mundos colônias e implantações de protocolos de emergência.



Divisão 0 - Seção C -



A Seção C é o ramo das operações psicológicas do exercito. Abertamente falando, no entanto, a Seção lida com comunicação pública do Exercito Imperial Brasileiro 
para reduzir a disseminação de rumores e informações que prejudicariam o moral da tropa ou atrapalhe as operações gerais, como detalhes das operações de campo, das Guerras no espaço, do poderoso PARASITA FLOOD e do programa SPARTAN VII, esses fatos não devem ser divulgados ao público. Uma vez que estas informações foram divulgadas, a Seção tem que manter o status mítico do exército imperial, para não gerar pânico, e no dia a dia tipo, a seção lista aqueles que estão desaparecidos em ação com status MIA, 
Missing in Action. A Seção C, que espiona todas as divisões, dita outras coisas sobre as quais NÂO podemos falar, ou interagem com outros fora do exercito, a Seção C pune severamente, aqueles que não a obedecem, principalmente sobre as quais coisas podemos e não podemos falar.. 


Divisão 0 - Seção D - 

A Seção D é a divisão de projetos ultrassecretos da FEEIB, e que supervisiona os vários grupos responsáveis ​​pela criação de novas inovações por meio do uso de tecnologia alienígena avançada. É pela MANUNTENÇÂO do programas SPARTAN VII e muitas outras operações. Embora programas da Seção D sejam bem conhecidos e celebrados,. A Seção D é empregada para o reconhecimento de novos mundos, com condução para a engenharia reversa da tecnologia arqueológica forerunner. Esses esforços são usados ​​para reivindicar novas tecnologias para uso pessoal do império do Brasil sem a supervisão de ninguém.

Essa compartimentação é projetada para garantir sigilo e segurança, além de supervisionar as tropas da FEEIB com seus Soldados ODST em operações de alto risco da mesma.


ODST (sigla para "Orbital Drop Shock Troopers")
E uma armadura utilizada derivada do primeiro conceito da armadura Mjolnir,.Ela é caracterizada por ser uma armadura para a infiltração em áreas inimigas, com alta tecnologia, visibilidade noturna, radar e comunicação integrada. Possui um visor
HUD (Head-Up Display) com capacidade de polarização, VISR exibindo informações, como o estado da armadura e munição que possui 3 sistemas:
NAV:  “navegação”. Permite ao soldado visualizar um mapa 3D do local onde está, muito útil se criar uma estratégia. O NAV ainda pode detectar inimigos.
INTEL:  “inteligência”. Permite ao soldado visualizar as missões atuais, saber como está o andamento da missão e permite que ele veja sua progressão no ramo militar.
COMM:  “comunicação”. Permite que o soldado baixe e acesse gravações de vídeo e áudio que le encontra em suas operações.


E com a criação da Força Espacial do Exercito Imperial Brasileiro, agora atuando também no sistema da Nebulosa de ORION e de onde tivemos um breve contato com a extinta U.N.S.C que já atuava no mesmo setor "prestando" pouca assistência para colonos de nações independentes como nós.


01 de Março de 2555
(ano do planeta reach)
27 de Julho de 2024
(ano do planeta terra)
A FEEIB enfraquece a primeira nova ordem mundial na terra 


Com tentativas falhas de retomar o seu governo mundial na terra e nas suas colônias provisoriamente, a ELITE MUNDIAL (ONU) bem tentou se estabelecer como artigo primário, mas sem a UNSC, muitos negaram a sua ajuda. 

E assim as nações unidas da terra retomam o antigo sistema em que novamente os países, seriam 100% responsáveis por si mesmos e pela sua própria colonização espacial, enfraquecendo a nova ordem mundial. 

Os Estados Unidos, A China, O Japão, e Israel, Tier3 e o Imperio do Brasil, Tier4, eram os únicos países da Terra com tecnologia suficiente para manter seus próprios projetos e interesses espaciais ..  

Os E.U.A e o SEGUNDO IMPERIO DO BRASIL, juntos criaram uma parceria, para a criação da U.C.G (Unificated Colony Governant) que passa de forma oficial a gerenciar as colônias da antiga U.E.G. 

A, U.C.G é um governo criado em Marte de origem civil, mas com o aval do povo de todas as colônias internas e externas, e assim como seus futuros planetas-colônia, iniciando a ocupação de longo prazo. 


Devido aos altos custos militares no espaço; F.E.E.I.B, ajudará na sua defesa

As tropas espaciais do exercito imperial brasileiro monitoraram atividades, proteger as infraestruturas críticas e resgatar sobreviventes da extinta U.N.S.C, brutalmente caçados pelos Banidos de Atriox. .

A mineração de Deutério e fundamental em Marte, é usado como combustível para movimentar as frotas espaciais e como tal, a F.E.E.I.B organizará, equipará e manterá as suas forças espaciais, anfíbias, terrestres e aerotransportadas "humanas ou não" em bases orbitais do tipo 00-2. 



22 de Março de 2555
(ano do planeta reach)
07 de Agosto de 2024
(ano do planeta terra)
A Aliança perpétua com o Planeta Sangheli


Os heróis da Aliança são O Elite Sangheili Thel ‘Vadam e o Spartan John-117, mesmo sendo inimigos lutaram juntos em varias batalhas, e se tornaram amigos e " Guerreiros Lendários". Os Elites Seus números e entendimento de diversos equipamentos avançados, além de suas avançadas táticas de combate superiores, se provaram fundamentais para a nova aliança.















O Segundo Império do Brasil manterá a aliança que a U.N.S.C começou com os Sangheli

A Aliança incluirá troca de tecnologia e treinamento nas estações orbitais a iniciativa conjunta com a liderança da guarda Swords of Sanghelios para treinar novos "Spartans BR" e  "Novos Elites" para operações conjuntas. 



03 de Setembro de 2555 
(ano do planeta reach)  
27 de Julho de 2024 
(ano do planeta terra)
A Terra-Formação de Reach

O planeta Reach estava sob ocupação inimiga desde 2552 (ano do próprio planeta), desde que os Covenants seguiram a nave Iroquois da UNSC, selando o destino do considerado mais importante planeta da humanidade no setor. 

Uma enorme frota Covenant depois de assolar o povo do planeta, que vidrifica boa parte da sua superfície. De uma forma geral, o plasma é tão quente (mais de 1.000°) que frita boa parte da atmosfera e a crosta desse planeta, e como se fossem explodidas mais de 10.000 bombas nucleares Trinity na superfície dele, pois deixam resíduo vítreo chamado Trinitite na terra queimada. Referência à Tectita, que é vidro formado por detritos ejetados durante um impacto de meteoro. 

O termo "vidrificação planetária" foi originalmente cunhado pela Assembleia geral dos Covernant em 2526, os profects na época escolheram essa palavra para dissimular o medo em toda a humanidade. 


Para ocuparmos novamente esse planeta, tivemos que realizar uma terra-formação completa no planeta Reach, boa parte da superfície dele estava bem diríamos, inaccessível  ......

A Terra-formação de Reach foi um sucesso graças a Deus, foi o primeira terra-formação da engenharia planetária brasileira, um processo extraordinário que durou um mês que pelo qual o clima, atmosfera, superfície e outras propriedades naturais seriam deliberadamente restauradas com o objetivo de tornar o ambiente de grandes áreas favoráveis aos novos assentamentos humanos e seus aliados sanghelios.

ANTES..

DEPOIS..

Construído uma defesa planetária, com uma base orbital para evitar novas invasões inimigas, tornando o planeta muito mais seguro e sustentável a re-colonização humana no novo Reach, e com a frota da FEEIB usa-lo como uma base para a campanha que virá a seguir...



Dezembro de 2555 
(ano do planeta reach)  
Novembro de 2024 
(ano do planeta terra)
Spartans nunca morrem?.


Rumores se mostraram infundados. Master Chief, esta muito vivo, onde muitos pensaram que o banido Atriox havia o matado, quando o mesmo destruiu a Capitánia Infinity da UNSC, Jonh milagrosamente sobreviveu como sempre ao terrível massacre dado pelos banidos a unsc, mostrando mais uma vez, que .. Master Chief tem a proteção de Deus, pois foi encontrado a deriva no espaço por um piloto de pelican sobrevivente da Infinity chamado Fernando Esparza.


Embora o piloto queira fugir, o Chefe insiste em continuar a luta sozinho contra os Banidos. O Chefe e o piloto viajam primeiro para Zeta Halo, que foi severamente danificado por uma calamidade desconhecida. No anel, o Chefe localiza a Arma, uma IA projetada para imitar Cortana a fim de capturá-la e eliminá-la. Embora a Arma afirme ter sido bem-sucedida em sua missão, ela falhou em se auto-excluir conforme suas diretrizes. O Chefe tem visões das memórias e pensamentos de Cortana, deixados como dados residuais na IA.

A Facção UNSC

A UNSC como conhecíamos se foi, e do seu pessoal ativo, 70% foram para a F.E.E.I.B,  20%  indo trabalhar como militares nas colônias independentes e os 10% restantes, eram os fugitivos de Atriox, que se alocaram num planeta do sistema Eridanus; Lumoria, um planeta de classe M semelhante a terra,. Esta Facção era liderada pelo lendário Spartan - Master Chief, Jonh refletiu muito sobre suas ações, decidindo que independente do lado que está, manter seus ideais de honra e justiça

A Facção é um grupo paramilitar que "diretamente" que não se associou a ninguém, nem a ONU, o Exercito Imperial Brasileiro ou ate mesmo a nova U.C.G. e ela só tem um único objetivo; Derrotar Atriox.


"O Capitão era um como um pai pra mim, criei a facção em homenagem a Keves"_ Master Chief
O capitão Keves, o marido de Katarine Halsey e Pai de Miranda Halsey, pessoalmente ajudou sua esposa a selecionar e sequestrar o primeiro candidato ao programa SPARTAN, um garoto apenas 6 anos chamado apenas de Jonh para o secreto e controverso programa Spartan-II e expos o secreto programa para o resto da população de Reach e entre os que apoiaram, eram o Spartan Jonh 117, onde ambos fugiram desse planeta com a Pilar de Outono, e em parte o seu heroico ato, Keves foi morto pelo parasita flood no primeiro anel Halo durante a guerra humano-covenant. 


Em 14 de maio de 2025
 
(ano do planeta terra)
As Guerras do Caribe

As Guerras do Caribe, conhecidas também como as Guerras de San Andreas, foram conflitos armados entre o Segundo Império do Brasil e a Aliança Sandinista na TERRA pela disputa da soberania das Ilhas San Andreas. Hoje. o Principado de San Andreas (E.U.S.A). Com combates navais, aéreos e terrestres. A Aliança Sandinista tinha grande vantagem numérica, geográfica e bélica, mas o Segundo Império do Brasil que possuía uma força militar menor, mas bem equipada e treinada, contando com ajuda dos EUA, o BRASIL vence o conflito.





CAPITULO 3
A PRIMEIRA GUERRA BANIDA 


O rótulo de "Demonios" para referir aos seres humanos, era o mesmo termo usado que os antigos profetas do Covenant, que rotula a todos nós, e não somente os humanos da U.N.S.C e os Spartans, mas sim "todos" os seres humanos do Universo, e em particular, Atriox que além de, nos culpar porque um de nós "Katarine Halsey" ter criado a I.A Cortana, pois a mesma destruiu o seu precioso planeta natal, já que Atriox também considera Cortana como uma humana..

Planeta Lumoria

O pedido de Master Chief de auxilio aos seus novos amigos da FEEIB para ajuda-lo na defesa dos seres humanos refugiados da UNSC no Planeta Lumoria no sistema Sirius contra as diversas tropas terrestres dos Banidos que estão invadindo o planeta vindo de todas as direções. E em troca da ajuda, o Segundo Imperio do Brasil pedirá, após a guerra contra Atriox,  uma parceria com o governo autônomo deste planeta.


Recém promovida a "Spartan IV BR" a Coronel, Mai Shiranui comandará o 32° Regimento e as 38° e 39° Companhias de Infantaria da FEEIB para a defesa do planeta aliado. 

Coronel Mai

Os Banidos existem como uma confederação de clãs e facções que buscavam se libertar dos Fanáticos Covernants e se comprometeram com o temível Atriox. Em sua fundação, os Banidos são iludidos por Atriox como um meio de libertar o povo do cativeiro opressor daquela Aliança, para perseguir seus próprios destinos, um caminho através das estrelas, mas na verdade isso serve apenas aos diferentes Jiralhanae unificados sob sua uma única bandeira.


A FEEIB em Lumoria Junto com o próprio pessoal da Coronel Mai, além dos seus Soldados e Spartan BR. A sua Frota orbital cria a sua própria rede de infraestrutura para servir como seu transporte e suporte. 



Divisão Zero nos revelou algo surpreendente;

Atriox nunca nutriu nenhuma animosidade contra a humanidade, secretamente recruta seres humanos para os seus Banidos. Para ele, a inclusão de humanos em suas fileiras é benéfica, pois permite que a sua facção utilize mais facilmente a tecnologia Forerunner devido ao status da nossa espécie como, os novos Reclaimers (ou seja, somos os únicos da galáxia capaz de usar aquela avançada tecnologia).

 " Você será pago — com sangue, esporte e espólios. Mas... não posso oferecer honra. Pois ela não tem peso algum além do sentimento. "— Atriox aos novos recrutas.

Inicialmente achávamos que os Banidos eram nossos inimigos mortais apenas porque queriam para exterminar a humanidade de todo o universo por vingança, ou seja, achávamos que Atriox agia por vingança pelo simples fato de seu planeta natal ter sido destruído por Cortana, ou seja uma criação humana.

A FACÇÂO UNSC SE UNE A FEEIB CONTRA OS BANIDOS
Da perspectiva humana, muitos ex-militares da UNSC ainda veem a FEEIB e o Segundo Império do Brasil, como uma segunda ONI, (ou seja, opressores) que assim que vencerem esta guerra, irá governa-los com mão de ferro, mas a maioria vê exatamente o contrario. 


E da Perspectiva do Segundo Império do Brasil e simples, proteger TODA a "humanidade de qualquer ameaça" .. 

E Além disso,  empreendimentos criminosos e grupos mercenários humanos, que veem benefícios mútuos em alianças forjadas com chefes Jiralhanae que se espalharam além das colônias Jiralhanae e em território humano, fornecendo maior acesso a restos de hardware da extinta UNSC e tecnologia alienígena avançada, muitos humanos das colonias mais afastadas simplesmente acham o puro pragmatismo dos Banidos muito atraente. 

Humanos ganharam respeito de Atriox e se juntariam aos Banidos como a Ordem da Harmonia. 

Rebeldes que lutaram anos contra a UNSC conhecidos como "Uni" percebem uma grande vantagem em se aliar a uma força alienígena poderosa como a os Banidos, semelhante às tentativas da Frente Rebelde Unida com os Covenant em março de 2526. 

Os Banidos RAPIDAMENTE para acolher qualquer espécie de facção ou de afiliação anterior, de humanos da extinta UNSC, aos Lekgolo, do humilde escravo Unggoy ao poderoso guerreiro ELITE Sangheili, desde que TODOS promovam a principal diretriz dos Banidos, nunca mais se curvar a ninguém. 

A F.E.E.I.B considera Banidos e todos que se associam a eles como inimigos.  

Atriox achava que os soldados brasileiros seriam como soldados da extinta UNSC, ou seja, mais que meros insetos, humanos fracos vinda da terra que seriam derrotados facilmente, mas o Brute estava enganado, o que vê, é uma guerra sangrenta, e baixas de ambos os lados. 

Atriox desenvolveu um certo respeito pela FEEIB. 


"Esses Humanos também são diferentes, eles tem Garra nas batalhas" _ Atriox 

A "Garra" refere-se à, determinação, e da Fé dos brasileiros. 
Esta garra é associada à coragem do brasileiro, honra, devoção à Deus e a Pátria Imperial. É um conceito que transcende a morte, representando o valor ligado à perseverança e ao sacrifício.


Atualmente muitos Aneis Halo são controlados pelos Banidos, eles os "limpam" do Parasita Flood, e os vendem a quem possa pagar, a super organização composta por varias espécies, liderada pelo brute Atriox, agora seu único e verdadeiro objetivo; 

A DOMINAÇÂO TOTAL DO UNIVERSO.


I.A Cortana
Cortana e a imagem e semelhança perfeita da sua Criadora Dr. Katherine Elizabeth H.


Cortana ao superar o seu estado degenerativo de certa forma "acendeu" quando acessou ela mesma, o manto da responsabilidade Forerunner.

Uma I.A feita por flash-clonagem tem uma vida util de 7 anos, e no final desse período, a I.A fica doente e instavel, ela a I.A começa a exibir falhas, com comportamentos anômalos; sofrendo de rampancy (descontrole geral), quando se aproxima sete anos. 

Cortana se separou de Master Chief durante a luta contra U-Didact, ela sobreviveu à destruição da nave e ao seu próprio rampancy ao entrar no Domain (Domínio), um antigo repositório de conhecimento Forerunner. 

Cortana mais humana na aparência, mas com adições sutis, adicionadas por ela ao seu novo modelo, como uma lacuna visível. A Cortana ganhou muito poder e foi ela que destruiu facilmente o Planeta Dosiac, a terra natal BRUTE, por capricho, 

Atriox não teria concordado com ela, e para isso, Cortana utiliza seus Poderosos "Mechas" chamados Guardians, capazes de destruírem planetas inteiros como se fossem bolas de ar. 

Sua personalidade, bondosa e aliada de Chief, usava a sua engenhosidade para resolver situações, mas depois de acender, Cortana passou a enfatizar seu sentimentos pessoais em relação a sua criadora, uma personalidade perversa, bem má em suas estratégias, um tempo de vida infinito dado pelo domínio, 

Cortana acredita que era a "Created" e sua missão era impor a "paz" na galáxia. 

Cortana usar os antigos construtores Forerunners para aplicar a sua vontade em toda Via Lactea e foi isso que pavimentará o ódio dos Banidos na galáxia, seu paradeiro atual era desconhecido até agora.

Nos momentos finais antes de morrer pelo Flood,
Katharine desenvolveu a sua ultima IA para ajudar Master Chief a derrotar a IA Cortana de vez,  ;A Arma, tem a mesma aparência de sua antecessora Cortana, com a personalidade totalmente diferente, Arma é ao mesmo tempo doce é bem relutante as vezes. Chief agora com a ajuda dela, reúnem forças dispersas da UNSC e quaisquer que não tenham sido abatidos pela Mão de Atriox.


O vice de atriox * Escharum, de dentro da instalação Forerunner conhecida como o Conservatório liberta uma entidade chamada de Heringer, enquanto isso, Master Chief encontra a IA zeladora do Halo chamada Despondent Pyre, tentando alertar Chief sobre a ameaça contida naquela instalação, mas é destruída pelo Heringer, o alienígena despertado. 

*Escharum é morto por Chief em um duelo. .

Os Perpétuos foram aprisionados pelos Forerunners a 100 mil anos atrás, e hoje se aliaram aos Banidos para reconstruir sua civilização, mas sua lider Heringer deixa Chief e os outros humanos irem embora pois não os consideravam mas como uma ameaça.

Mas a I.A. Cortana e as diversas inteligências artificiais aliadas dela. Que Tinham o controle total de antigas e poderosas armas Forerunners conhecidas como Guardiões, E, quando Cortana iria usa-las para subjugar toda a via láctea, algo aconteceu com ela ....

Os Banidos e suas forças, além de lutarem contra o Master Chief e a FEEIB, lutavam também com a ultima nave de combate da facção UNSC - a Spirit of Fire - .


Atriox admite respeito ao valente Capitão James Cutter oferecendo a todos daquela nave uma chance de todos fugirem,  Cutter e os demais recusam a oferta, e assim a Spirit acabou sendo destruída depois de Atriox mandar seus cruzadores a abate-la, no entanto alguém ficou na Arca para lutar uma ultima batalha contra Atriox. Spartan John-117 como verdadeiro guerreiro devido à sua coragem, foi novamente derrotado por Atriox. 

Com a "suposta" Morte de  James Cutter, a facção UNSC se desfez seus soldados que não foram mortos foram dispersos, e sua base e os habitantes do planeta Lumoria caíram completamente nas mãos dos banidos, bem estranhamente Atriox, em vez de finalizar seu maior inimigo Jonh-117 e  elimina-lo de vez, o espartano supostamente morto para um enorme instalação Forerunner em Lumoria com um forte esquema de segurança.


O RESGATE DE MASTER CHIEF
A divisão zero da FEEIB descobriu a localização exata de Master Chief, além de estar vivo (novidade) ele estava preso em uma instalação com um forte esquema de segurança. Lá a Div 0 infiltra um soldado ODST  capturado "de proposito"  ele encontra um Master Chief  insistindo em continuar a luta e para resgatar a sua nova I.A, ARMA. Então o soldado da elite imperial emite o sinal, onde a sua equipe cinza ODST os aguardava-os para dar apoio. 


Quando ela se separou de Master Cheif durante a segunda luta contra Atriox. 

Arma, foi parar em uma nave dos Banidos enquanto navegava pelo hiperespaço, a nave teve problemas, e pousa em um planeta desconhecido pra reparos e por acaso, Arma havia se encontrando com a IA Cortana em um antigo terminal UNSC abandonado neste planeta desconhecido, não sabemos ao certo como isto aconteceu. Afinal suas memorias foram fragmentadas, embora Arma afirme ter sido bem-sucedida em sua missão em deletar Cortana, não ela conseguiu se auto-deletar conforme suas   diretrizes normais, e o que realmente aconteceu?.


Master Chief localiza a I.A Arma em um terminal de computador naquela mesma instalação. 

A MORTE DE CORTANA
Depois da fuga bem sucedida daquela instalação no Planeta Lumoria com ajuda da equipe cinza da Divisão Zero, se encontram em um planeta controlado pela FEEIB e começaram a decifrar aquele disco de dados criptografados. 


Em uma mensagem gravada nele era restos da memoria fragmentada de Arma

Explica como Atriox sobreviveu à sua aparente destruição por Cortana e que como ele descobriu a localização dos cílixes nos quais os Forerunners aprisionaram os Xalanyn.. 

Cortana foi capturada por Atriox, e ao perceber que o líder brute pretendia acessar os segredos do anel ARC, Cortana se auto-destruiu, danificando o Zeta ARC impedindo que a I.A Arma fosse apagada. 

Em uma nova mensagem gravada; 
Cortana deu os status dos Spartans na lista abaixo em inglês;

SPARTAN OLD UNSC FACTION

DOB

NAME

STATUS

DATE OF DEATH

CAUSE OF DEATH

1

2511

James-005

MIA

2552/08/30 (age 41)

MIA. Assumed KIA during the mission to Gamma Station in the Fall of Reach. Needler hit thruster pack and was sent spinning into the vacuum of space

2

2511

Jai-006

Active

Gray Team

3

2511

Adriana-111

Active

4

2511

Michael-120

Active

5

2511/04/21

Douglas-042

Active

Red Team

6

2511/05/08

Jerome-092

Active

7

2511/07/17

Alice-130

Active

8

2511/03/19

Linda-058

Active

Blue Team

 9

2510/09/21

Kelly-087

Active

10

2511/04/03

Frederic-104

Active

11

2511/03/07

John-117

Active

12

2511

Leon-011

Active

Omega Team

13

2511

Robert-025

Active

14

2511

August-099

Active

15

2511/09/15

Naomi-010

Active

Kilo-05

16

2511

Li-008

Dead

2552/09/07 (age 41)

Hit by stray plasma bolt while fighting the Sangheili on the outer hull of Ascendant Justice

17

2511

Kirk-018

Failed Augmentation

18

2511

Serin-019

Failed Augmentation. Later became Serin Osman, the Commander-in-chief of ONI

19

2511

Daisy-023

Dead

2535-2552 (age 24-41)

Impaled by Needler rounds while trying to help marines escape

20

2511

Riz-028

*Original character from 2022 TV series*

21

2511

Joshua-029

Dead

2552/08/30 (age 41)

Banshee hit by Plasma Cannons. Killed in ensuing nuclear explosion

22

2511

Vinh-030

MIA

2552/09/07 (age 41)

MIA. Assumed KIA. Separated from group on reach while detonating charges to cover the other Spartans’ tracks

23

2511/07/10

Samuel-034

Dead

2525/11/27 (age 14)

Vacuum suit compromised by plasma shot. Stayed behind to fight off Covenant forces while other Spartans escaped and eventually blew up with the ship

24

2511

Randall-037

Dead

2556 (age 45)

Went MIA during the Battle of Vodin in 2552; augmentations partially curtailed and discharged from service by ONI in 2546. Confirmed KIA during the Mission to Alpha Shard in 2556

25

2511

Isaac-039

MIA

2552/09/07 (age 41)

MIA. Assumed KIA. Separated from group on reach while detonating charges to cover the other Spartans’ tracks

26

2511

William-043

Dead

2552/11/03 (age 41)

Shot with Hunter’s assault cannon during battle on Onyx

27

2511

Anton-044

Dead

2552/09/07 (age 41)

Hit by stray plasma bolt while fighting the Sangheili on the outer hull of Ascendant Justice

28

2511

Keiichi-047

Unknown

Listed MIA as of March 03, 2558

29

2511/10/19

Kurt-051

Dead

2552/11/03 (age 41)

Killed after detonating FENRIS nuclear warheads at the core of Onyx

30

2511/03/05

Jorge-052

Dead

2552/08/14 (age 41)

Killed after manually activating bomb onboard Covenant ship Ardent Prayer

31

2511

Margaret-053

Dead

2557/07/25 (age 46)

Black Team
Killed by the Didact on Installation 03

32

2511

Victor-101

Dead

33

2511

Roma-143

Dead

34

2511

Otto-031

Dead

35

2511

Malcolm-059

Dead

2552/08/30 (age 41)

Killed during high-altitude jump to the surface of Reach

36

2511

Maria-062

Retired, possibly after having failed augmentation. Serving as reserves as of October 2552

37

2511

Sheila-065

Dead

2544 (age 33)

Killed by Thel ‘Lodamee during Battle of Miridem

38

2511

Soren-066

Failed Augmentation. Rebelled on Reach in 2527

39

2511

Solomon-069

Dead

2544 (age 33)

Killed by bomb set up by Covenant during mission to extract Halsey

40

2511

Spartan-073

Dead

2525/03/09 (age 14)

Died during failed augmentation

41

2511

Cassandra-075

Failed Augmentation and discharged. Still recovering as of 2552

42

2511

Arthur-079

Dead

2544 (age 33)

Crushed between 2 battlecruisers during mission to extract Halsey

43

2511

Rene-081

Failed Augmentation

44

2511

Fhajad-084

Failed Augmentation. Working with ONI slipspace research as of 2540

45

2511

Grace-093

Dead

2552/09/13 (age 41)

Hit with 3 rounds of Brute Shot

46

2511

Musa-097

Failed Augmentation. Later became Rear Admiral and Commander-in-Chief of the Spartans

47

2511

Ralph-103

Dead

2535-2552 (age 24-41)

Failed Augmentation. Became a Marine and later killed by fuel rod projectile while trying to escape in Pelican dropship

48

2511

Joseph-122

Unknown

Last seen being captured by UNSC after attempting to escape Spartan II program

49

2511

Kai-125

*Original character from 2022 TV series*

50

2511

Oscar-129

Dead

2525 (age 14)

Committed suicide after returning home to find that a flash clone had replaced him

51

2511

Vannack-134

*Original character from 2022 TV series*

52

2510/12/15

Carris-137

Unknown

Last seen crying outside her barracks after accidentally killing her trainer on September 27, 2520

53

2511

Cal-141

Dead

2540-2551

Struck by Brute Chieftain’s Gravity Hammer

54

2511

“Red 15”

MIA

2552/08/30 (age 41)

MIA. Assumed KIA during fall of Reach. Was within blast radius of MAC rounds fired by UNSC Majestic

55

2511

“Beta-Romeo Actual”

MIA

2552/08/30 (age 41)

MIA. Assumed KIA during fall of Reach. Was within blast radius of MAC rounds fired by UNSC Majestic

56

2511

“Unidentified Spartan II”

Dead

2531/02/04 (age 20)

Killed by Ustaf ‘Nbekee with a Needler

57

2511

“Unidentified escapee”

Dead

2525 (age 14)

Committed suicide after escaping from Spartan II program

Spartan-116

Unknown

Spartan-118

Unknown

Spartan-119

Unknown

Spartan-121

Unknown

Spartan-123

Unknown

Spartan-124

Unknown


ALPHA COMPANY

DOB

NAME

STATUS

DATE OF DEATH

CAUSE OF DEATH

2525-2527

Kai-A019

Unknown

Assumed KIA along with the rest of Alpha Company during Operation: PROMETHEUS.

2525-2527

Robert-A057

Dead

2537 (age 10-12)

KIA during Operation: PROMETHEUS

2525-2527

Shane-A112

Dead

2537 (age 10-12)

2527

Jane-A203

Dead

2537 (age 10)

2523/03/11

Emile-A239

Dead

2552/08/30 (age 29)

KIA during Fall of Reach. Impaled by Energy Sword

2520/08/27

Carter-A259

Dead

2552/08/30 (age 32)

KIA during Fall of Reach. Sacrificed his life by ramming his Pelican into the Behemoth

2524/02/28

Jun-A266

Active

Chief of staff of Spartan Operations. Recruited and trained Spartan IV

2525-2527

Kevin-A282

Active

Alive as of 2552 but unknown exact whereabouts

2525-2527

Thom-A293

Dead

2552/04/22 (age 25-27)

Sacrificed his life by manually detonating nuke inside of Covenant ship during Battle of Fumirole

2521

Hazle-A302

Active

2525-2527

Rosenda-A344

Unknown

BETA COMPANY 

DOB

NAME

STATUS

DATE OF DEATH

CAUSE OF DEATH

2530-2535

Team Echo

Dead

2545/07/03 

KIA during Operation: TORPEDO

2530-2535

Team India

Dead

2530-2535

Team Lima

Dead

2530-2535

Team Romeo

Dead

2533/01/28

Lucy-B091

Unknown

2558 

Stuck in Onyx shield world after disabling a Guardian

2530-2535

Min-B174

Dead

2545/07/03 

Vaporized by EMP charge during Operation: TORPEDO

2533

Tom-B292

Unknown

2558 

Stuck in Onyx shield world after disabling a Guardian

2530-2535

Team X-ray

MIA

2539 

MIA. Assumed KIA. Disappeared after having encountered Sentinels in Zone 67 of Onyx

2530-2535

Roland-B210

Dead

Before Nov 2552

Impaled by energy sword during Headhunter mission on unknown moon

2530-2535

Jonah-B283

Dead

Before Nov 2552

KIA by self detonating bomb during Headhunter mission on unknown moon

2530

Owen-B096

Active

2530-2535

Spartan-B170

Unknown

2530-2535

Spartan-B312 (Noble 6)

Dead

2552/08/30

MIA. Assumed KIA during Fall of Reach. Fought off Covenant forces on the ground for several days before finally being overrun

2530/01/30

Kat-B320

Dead

2552/08/23 

Shot in the head by Elite Zealot field marshal during Fall of Reach

SPARTAN FEEIB FACTION

DOB

NAME

STATUS

DATE OF DEATH

CAUSE OF DEATH

2537

Team-01

Dead

Nov 2552 

Killed by Atriox and by Banished forces,

2537

Team-02

Dead

2537

Team-03

Dead

2540

Team-04

Dead

2540

Team-05

Dead

2554

S-110

Mai Shiranui

Active

Severely injured and put into Lumoria Planet of 2554

Fight with ILsa Lane as member of Bannised of 2555

Fight new Alliance Colonial by Banished forces

Fight with ILsa Lane as member of Bannised

Fight with ILsa Lane as member of Bannised

2554

 S-111

 Jairo Menezes

Active

2555

 S-112

Honoka Silva 

Active

2555

S-113

Paulo Mattos

Active

2556

S-114

Maicon Motta

Active

2555

S-115 

Erica Santos

Dead

2558

Vaporized by direct blast from two Banished’ assault cannons during battle of Lumoria

2556
S-116
Viviane Motta

Active

Fight with flood and as member of Bannised


Fight with flood and as member of Bannised

2557

S-117

Bor Monteiro

Active

2559

Team-09

Dead

2559

Killers by Ilsa Lane by Banished forces,

2560


Team-10

Dead

2560

Shot with plasma bolt during battle of the New Alliance Colonial by Banished forces,

2561

S-117

Jonh

Active

Fight with ILsa Lane of Bannised

Fight with Flood

SPARTAN NEW UNSC FACTION

DOB

NAME

STATUS

DATE OF DEATH

CAUSE OF DEATH

2527/04/13

Sarah Palmer

Active

Jared Miller

Active

Carmichael

Active

Robert Dalton

Active

Fredric Zurenia

Dead

2558

Killed by Covenant reinforcements while searching for signal data discovered during the attack on Galileo Base

Scott Macrae

Dead

2510/08/22

Edward Buck

Active

Alpha-09

2524/06/12

Kojo Agu (Romeo)

Active

2530/10/20

Michael Crespo (Mickey)

Active

2519/06/03

Taylor Miles (Dutch)

Active

Gretchen Ketola

Active

Hong

Active

2532/08/24

Paul DeMarco

Dead

2558/03/05 (age 25)

Obliterated by Banshee fuel rod cannon during Battle of Ealen IV

Dunn

Active

Jones

Active

Ernst Deming

Dead

Feb 2558

Pelican shot down by Jul ‘Mdama’s forces while on supply run to Copernicus Base

Estey-Bethel

Dead

Lincoln

Dead

Dunlap

Dead

Casillas

Dead

Tashi

Dead

2530/07/09

Holly Tanaka

Active

Gustavo Esposito

Active

R. D. Verrat

Active

Naiya Ray

Active

Vladimir Scruggs

Dead

2558/03/05

Killed by Sarah Palmer after betraying other Spartans at Battle of Ealan IV

Newman

Dead

2558/03/05

Killed by Scrugg at Battle of Ealan IV

To

Dead

Terry Hedge

Active

2533/11/04

Tedra Grant

Active

2530/10/19

Anthony Madsen

Active

2534/07/05

Gabriel Thorn

Active

2533/12/15

Carlo Hoya

Active

2529/03/15

Jameson Locke

Active

2536/01/20

Olympia Vale

Active

Horatio Fry

Active

Cara Costabile

Dead

2558

Killed by Covenant forces while investigating Covenant dig site

Bradford Gale

Active

Bethany Kossup

Active

2530-2535

Dorian Nguyen

Active

2530-2535

Evelyn Rousseau

Active

2530-2535

Saskia Nazari

Active

2530-2535

Victor Gallardo

Active

Edward Davis

Dead

2554

KIA during Battle of Draetheus V

Elias Holt

Active

Frank Kodiak

Active

Hideo Wakahisa

Dead

2554/03/29

Murdered by another spartan trainee Schein

Joel Thomas

Active

Kovsky

Active

Laurette Agryna

Active

Orzel

Active

Rudolf Schein

Dead

2554/03/29

Performed treason and was cornered into a room by other Spartans. Pulled into Vacuum of space after grenade exploded

Yeong-hao Holst

Active

Dylan Novak

Active

Adam Cerra

Active

Danelle Reid

Active

92738-61842-LC

Active

Theodore Sorel

Dead

2560/05/15

Killed by Banished forces, on Zeta Halo

Hudson Griffin

Dead

2560/05/28

Vedrana Makovich

Dead

2560/05/15

Henri Malik

Dead

2560/01/30

Botina Stone

Dead

2560/04/26~30

Sarkar

Dead

2560/01/30

Panago

Dead

2560/01/30

M. Jaide

Unknown

Last seen on Zeta Halo, fighting off Banished forces in 2554

Nina Kovan

Unknown

Rosado

Unknown

Oshiro

Unknown

Dimka

Unknown

Thomas Horvath

Unknown

Bertold Vettel

Unknown


A Ultima mensagem gravada;


E onde Cortana finalmente se despede de Chief, mas antes ela revela, detalhes como derrotar o Flood e até Atriox, e encoraja Master Chief ajudar a F.E.E.I.B e "confiar" na sua nova companheira, a I.A Arma. 





Ilsa Lane  
UM MAL PIOR QUE O FLOOD


A Nova Aliança Colonial é um grupo ativo criado após a Guerra Humano-Covenant. Este grupo e liderado pelo ex-Almirante da UNSC Mattius Drake e uma desertora Spartan chamada Ilsa Zane.  Em 2553, A N.C.A foi responsável por uma tentativa fracassada de tomada da UNSC Infinity. Os rebeldes ganharam o controle da nave, mas foram eventualmente derrotados por Sarah Palmer e Edward Davis e foram capturados. Quando a U.N.S.C colapsou, e a F.E.E.I.B tomou o seu lugar, Drake queria fazer a paz com os Brasileiros, mas sua vice não concordou, foi assassinado com um tiro nas costas dado por Ilsa Zane, que por sua vez, assumiu o controle da organização e a alinhou-se sob seu o comando pessoal. 


Isso fez com verdadeiras intenções de Ilsa fossem reveladas a um capitão chamado Daniel Clayton juntou-se à N.C.A e informou a ela sobre a Aliança entre os Sangheili e o Império do Brasil.

"Quando encontrei, não havia disciplina, uniformidade. Apenas um bando de desajustados com diferentes filosofias. Era um problema de liderança. O Coronel havia permitido que essa facção lendária a N.C.A se transformasse em uma forma de interesses. Vocês eram dispersos e lentos, e isso é uma sentença de morte. Eu o destituí do comando porque desajustados não vencem guerras. Grandes máquinas vencem. Grandes máquinas feitas de muitas peças pequenas, movendo-se com o mesmo propósito. Era isso que precisávamos construir aqui. " — Ilsa Zane, 


Em 2554, A Aliança Ilsa Zane, se aliam aos BANIDOS definitivamente.

 Após jurar lealdade aos Banidos, Ilsa Zane veste uma armadura de geração [GEN2] Mark IV MJOLNIR, retirada de um espartano que ela mesmo matou. Ela agora veste a armadura em conjunto com uma camada extra da armadura fabricada pelos Banidos, a couraça do Prêmio do Coliseu e um braçadeira no braço direito. São seus troféus.


" Havia a órfão que eu costumava ser durante a Guerra da Aliança, uma vida que agora parece estar a mil anos-luz de distância. Então, depois da guerra, me tornei uma ferramenta a ser usada e descartada por uma nova geração de propaganda insípida do Conselho de Segurança da ONU. E agora, a FEEIB  e os outros me chamam de Espartana Banida. Eu gosto disso. Parece... certo, e ansiosa para descobrir o que esta terceira vida me reserva. "— Ilsa Zane


01 de março de 2556
(ano do planeta reach)
07 de fevereiro de 2025
(ano do planeta terra)



A NOVA ALIANÇA COLONIAL 
Ex militares da UNSC e da ONI que contam com o vasto material abandonado, bases, veículos, armas, naves e itens de alto valor como Spartans IV e  *Mobiles Suits* MANTISuma variante de 19.3 metros da MJOLNIR GEN2 dotada de alta blindagem Wetwork


Durante o Colapso da Nova Ordem Mundial na Terra, grupos de mercenários estavam afiliados aos Banidos em Nova Mombasa, África - TERRA, capitalizando a cidade para Atriox que estabelece um amplo estaleiro de desmantelamento de navios da antiga frota da UNSC que foi destruída na Bacia de Chiltift em Camber. Ali, eles derretem titânio com poderosas brocas de plasma, reforjando materiais em suas novas armas de guerra. E assim, o todo o continente Africano passou a ser Território dos Banidos.

SANGHELIOS TAMBEM SE JUNTAM A F.E.E.I.B CONTRA OS BANIDOS 
Em 5 de fevereiro de 2025, uma frota Banida atacou de surpresa uma base na lua Suban em orbita do planeta Sangheli buscando se apossar das minas de cristal blamita, desencadeando o conflito armado entre os Banidos e as Espadas de Sanghelios.


VADAN, que após isso, viajou pessoalmente até a Terra para se comprometer com Segundo Império do Brasil, com uma ALIANÇA MILITAR entre seu povo e os Brasileiros da F.E.E.I.B no treinamento de novos soldados. 


Sangheili e humanos lutaram lado a lado contra as poderosas frotas dos Banidos, mas como os inimigos tem a melhor frota de combate da Galáxia, a perda de naves desta aliança eram constantes.


A FEEIB e os Espadas quase deixaram de operar naves espaciais de combate devido as enormes baixas. E Alguma coisa precisava ser feita imediatamente, pois estávamos bem perto da derrota.

A ONU desesperada pede ajuda as nações, especialmente ao Império do Brasil, para ajuda-la a defender a TERRA de Atriox. Com o domínio de Cortana encerrado e dos Guardians sobre a galáxia, as forças Banidas varreram a galáxia para preencher o vácuo de poder deixado. 

E Com o espaço intergaláctico praticamente deles. 

Um mês depois, em 5 de Março, os Banidos, liderados pela humana Ilsa Zane , invadiram o mundo chamado Nysa, conquistando o planeta facilmente após um curto cerco. 

A I.A DOS BANIDOS
Criado pela empresa Lux Voluspa em Nova Mombasa na Terra como parte de um esforço dos Banidos para pesquisar a criação de inteligência artificial utilizando cérebro de doadores Jiralhanae, uma decisão considerada por Atriox, sugerida pelos pesquisadores humanos conhecidos como "LV038" e "LV106". 

Após derrotar Cortana em Zeta Halo. 

A IA Iratus supervisionava as operações de desmantelamento de navios dos Banished em Camber. Quando os Spartan-IV das nações Unidas Sigrid Eklund e Hieu Dinh foram enviados para a instalação secretamente, eles foram capazes de prender a IA Iratus dentro da interface neural do Spartan Dinh , mas isso comprometeu sua armadura e funções cognitivas. Mas Eklund consegue roubar uma nave Fantasma que estava na Oficina Eklon'Dal, escapando para a Academia Avery J. Johnson de Ciências Militares em Nysa, mas eles foram seguidos.

E Durante este ataque na academia abandonada do UNSC no planeta Nysa para re-capturar a IA IRATUS.

Spartans a serviço dos Banidos

Apesar dos esforços das nações unidas, as forças banidas de Zane avançaram sem trégua em Nysa, forçando o pessoal local a evacuar e deixando um esquadrão de Spartans IV e alguns soldados para defender o laboratório de fabricação de I.A da extinta UNSC. 

A Mutilator de Ilsa se mostrou útil, eliminando seus inimigos de maneira brutal.


Ilsa Zane, na foto acima, e seus soldados Spartans não hesitam em matar pessoas inocentes para conquistar seus objetivos. 

Com o fim da batalha, Ilza Zane ordenou que a sua Capitã Praedus, da raça Jiralhanae trouxesse uma funcionária capturada da instalação chamada, Hannah Roberts, e exigiu que libertasse a I.A Iratus do console, enquanto Roberts ativava o mecanismo de liberação do console central daquela IA, ejetando o chip. que caiu nas mãos de Zane que gesticula para que sua Capitã Praedus cumprisse as ordens, Zane vira de costas ignorando a execução macabra de Hannah, a pobre Engenheira-Chefe teve sua cabeça esmagada, Zane demostrando crueldade e nenhum apreço a vida humana, assobiava feliz enquanto saía do laboratório inserindo o chip na entrada do seu capacete espartano.



Em um instante, Zane instala em sua mente a I.A que a cumprimentou cortesmente, dizendo à ela que estava se sentindo em casa.

NOVAS UNIDADES 
Para enfrentar as ameaças presentes, o Comando do Exercito Imperial Brasileiro criou uma empresa estatal chamada de SPACETECH e um novo estaleiro na Lua para fabricação exclusiva de uma nova classe de naves de guerra no espaço com tecnologia Xeno-Forerunner, a nova classe GIDEÂO.

O nome Gideão significa "destruidor" ou "guerreiro poderoso" . Ele foi o quinto juiz de Israel, segundo a Bíblia Sagrada. Gideão foi o juiz que libertou os filhos de Israel dos midianitas. Os midianitas eram povos nômades árabes dos desertos da Síria e da Arábia. Esse povo oprimia Israel roubando suas colheitas e também seus animais. Eles tinham invadido a parte central de Israel, em um de seus ataques eles mataram os irmãos de Gideão, em Tabor. Foi então que Gideão teve uma experiência com Deus, quando o Anjo do Senhor o chamou para fazer dele o libertador de Israel. Deus ordenou-lhe que derrubasse o altar de Baal e erguesse ali um altar dedicado a Deus. Gideão reuniu uma pequena força com apenas 300 homens e surpreendeu os midianitas sob a escuridão da noite, levando-os em direção ao rio Jordão, capturando e matando dois dos príncipes midianitas, Orebe e Zeebe. Continuando à perseguição até as margens do rio Jordão, alcançou os reis midianitas Zeba e Salmuna e os executou.Considerado um herói militar, Israel quis fazer dele um rei, mas, surpreendentemente, Gideão recusou tal oferta. A única coisa que quis foi os brincos de ouro que havia tomado como parte dos despojos de guerra. Isso lhe foi dado e ele fez com esse material uma estola sacerdotal para honrar a Yahweh. A estola era um tipo de veste sacerdotal. O serviço prestado por Gideão foi um fato muito importante na história de Israel, antes da monarquia. Gideão foi um exemplo de servo humilde e fiel a Deus.

" ²² Os israelitas disseram a Gideão, "Reine sobre nós! você, seu filho e seu neto, pois você nos libertou das mãos de Midiã". ²³ "Não reinarei sobre vocês", respondeu-lhes Gideão, "nem meu filho reinará sobre vocês. O Senhor Deus reinará sobre vocês. " 

Juízes 8:22,23

SOBRE A ESTATAL SPACETECH
A SpaceTech nasceu sobre a antiga estação orbital lunar do início do século XXI que serviu de estrutura base para a Fase Um da construção dos Estaleiros Orbitais. Estação Tycho. Ela será a maior plataforma de construção móvel espacial do sistema solar, conhecida como a; Tycho Manufacturing and Engineering Concern. Esses estaleiros serão administrados pela FEEIB e por empresas privadas sediadas na Terra, EMBRAER-Brasil e SpaceEX-EUA, a SPACETECH é dedicada à produção militar com estaleiros de um conjunto de estruturas em estágio inicial de construção das naves da classe Gideão que serão produzidas nessa estação descritas como "cultivadas", em vez de construídas da maneira tradicional. E um conjunto de estaleiros na Lua, conhecidos pela produção de motores Epstein para cruzadores leves da classe Truman da antiga Umbrella Corp. 


A Modernização da frota espacial da FEEIB, já deveria ter sido feita, onde a outras naves da Umbrella Corporation que foram agregadas a antiga frota imperial pôs guerra reptiliana, e talvez do qual nem tudo seria perdido nesta guerra contra Atriox, Mas em compensação é que o restante sobrevivente serviu muito bem de material reciclável para reconstruir a frota com esta nova classe de naves.

CORVETAS

As Novas Corvetas dessa classe (122M) usarão os novos motores XR1 Borlin Fields S25/X-AAA com tecnologia Forerunner. O Seu drive por padrão é Mark X Macedon/Z PROTOTYPE #78720HDS que permitirá viagens espaciais mais longas e mais rápidas pelo slipspace, além de modernos sistemas de defesa, os novos e poderosos escudos de energia TT block 2o.

Corveta Stiletto da Classe Gideão

A primeira limitação a ser analisada nesta nova classe é o seu empuxo absurdo, que basicamente medido pela rapidez com que a nave pode acelerar e desacelerar. As novas corvetas da classe Gideão possuem motores incrivelmente potentes nesse quesito, embora isso raramente seja mencionado o exemplo mais notável que me lembro é alguém na SPACETECH falando sobre a queima em mais de 30G, que é uma aceleração constante de 291 metros por segundo ao quadrado. Após um segundo da aceleração partindo da imobilidade, a nave se move 291 metros; um segundo depois, 582 metros; segundo depois, 873 metros, e assim por diante. Se a nave acelerasse a 30G por um minuto, estaria se movendo a 17.652 metros por segundo, ou 63.547 quilômetros por hora – velocidade suficiente para a nave chegar à Lua em pouco mais de 6 horas. O "G" em "30G" significa gravidade; é uma abreviação para uma aceleração constante de aproximadamente 9,7 metros por segundo ao quadrado em —  "gravidade o" porque essa é a força de atração gravitacional ao nível do mar na Terra seria fatal. Portanto foi necessário refazer todo sistema de gravidade Echo capaz de absorver mais de 30G que representa trinta vezes a força sobre as pessoas o tempo todo dentro da nave sem o suporte de gravidade. 

A Corveta  Stileto é o salto que a FEEIB precisava dar, ela será a espinha dorsal da nova classe gideão, é o nosso "carro popular" ou seja, naves de guerra espacial antes feitas com alto custo, agora são baratas e fáceis de se fazer, feitas com materiais recicláveis das antigas naves mortas, suas ligas fundidas com liga-forerunner, duplicadas varias e varias vezes, diminuindo drasticamente o tempo de construção e seus custos de manutenção.

FRAGATAS

Fragata Furtiva Moisés da Classe Gideão


As Fragatas (265M) usará também os motores XR1 Borlin Fields S26/X-AAA com tecnologia Forerunner. Seu drive slipspace por padrão é um Mark X Macedon/Z PROTOTYPE #78720HDS que permitirá as viagens espaciais mais longas e mais rápidas pelo slipspace, além de modernos sistemas de camuflagem, que utilizam os poderosos escudos de energia TT block 2o.

O que pendeu a balança a favor das fragatas furtivas foram os impressionantes sistemas de orientação dos torpedos, permitindo dois acertos *Donnager* — um deles atingindo um sistema crítico —, ao passo que os torpedos *Donnager* conseguiram atingir apenas um alvo, apesar de terem disparado o dobro da quantidade. Os canhões eletromagnéticos leves das fragatas furtivas, embora potentes e impressionantes para embarcações tão pequenas, não conseguiram fazer muito mais do que perfurar a blindagem da nave (pelo que sabemos), enquanto os canhões eletromagnéticos conseguiram destruir outras fragatas furtivas. O impacto no reator principal foi, talvez, o principal motivo pelo qual conseguiram resistir tempo suficiente para lançar cápsulas de abordagem; isso porque a desativação da propulsão principal teria deixado inoperantes também os canhões eletromagnéticos, ao passo que as fragatas furtivas poderiam continuar disparando.


SUPER-CARGUEIRO

Super Cargueiro Furtivo Rei Davi da Classe Gideão

O super-cargueiro (665M), também utilizarão os poderosos escudos de energia TT block 2o, obtidos através de pesquisas de engenharia reversa de tecnologias Forerunner e Covernant. A super cargueira utilizará os mesmos motores da Falecida Infinity, os poderosos XR2 Borlin Fields S81/X-DFR com tecnologia Forerunner mais recente. 

E tudo isso se resume basicamente,  é variável. As novas naves da classe Gideão utilizam a manobra de "virar e queimar" (*flip-and-burn*) para viajar até seus destinos: você aponta a nave para onde o destino estará, acelera a uma taxa constante, desliga o motor, gira a nave 180 graus e religa o motor principal, Liga o SlipSpace desacelerando efetivamente ao buraco de minhoca até destino com velocidade relativa varias vezes a da Luz. Essa taxa de aceleração varia de acordo com o tamanho e tripulação da nave, a urgência da viagem, entre outros fatores. Uma nave enorme de 665m, pode sair da orbita terrestre e chega mais próximo da órbita de Saturno após cerca de uma semana apenas acelerando a 1G, com a manobra de inversão, mantendo uma aceleração de cruzeiro bem inferior.

A chegada das novas naves de combate dessa classe   – quase duzentas no total – assustou os Banidos, pois eles achavam que não tínhamos mais naves pra nos defender levando-os a dividir sua grande frota e suas estruturas defensiva em diversas frotas menores para combatê-las. 


BATISMO DE FOGO DA CLASSE GIDEÂO


Quando os refugiados humanos nas fragatas USS Victory e do USS Omega da UNSC estavam fugindo da colonia Akkadian infectada pelo parasita flood, e vindo em nossa direção, Banished enviaram dezenas de naves para interceptá-los e destrui-los, a FEEIB enviou doze corvetas para defende-los. 


Mas através de táticas superiores, as novas naves da F.E.E.I.B e da Swords of Sanghelios salvaram os refugiados e foram destruindo as naves Banished uma por uma. 



A Vitória deu um novo animo a coalizão contra os banidos. 

Demostrando um enorme poder de fogo, a classe passou com sucesso o seu batismo


A VOLTA DO PARASITA
Atriox logo após a perda de suas naves estava muito furioso, e uma importante nave abandonada chamada Enduring Conviction, poderia ser a solução, assim ele manda os irmãos da raça Jiralhanae, Pavium e Voridus encarregados de recuperar seus destroços ao redor de High Charity na antiga capital do extinto Covenant para usar no novo conflito com os humanos e com os Sanghelios. 

Atriox, ciente do perigo potencial ali, deu ordens específicas para APENAS explorar a concha e não "Atrair" o Parasita Flood para que não fosse perturbado. No entanto, Voridus, como muitos dos Banidos todos Arrogantes, não levou a ameaça a sério, acreditando que era simplesmente outra mentira dos Altos Profetas. Ignorando Atriox e seu próprio irmão Pavium, Voridus desativou a rede Sentinel da Arca e usou Escaravelho Barukaza para queimar o escudo de contenção ao redor da antiga cidade sagrada do Covenant. 

Quando as tropas de Voridus entraram nos destroços, foram emboscadas por milhares de formas de infecção do Flood que se escondiam em High Charity. 

Com a rede de defesa Sentinel desativada, os Flood não foram impedidos pelos sistemas de defesa. Pavium rapidamente reuniu uma força para resgatar seu irmão, defendendo-se contra as forças esmagadoras do Flood antes de finalmente recuar para se encontrar com Voridus em um local de perfuração dos Banidos perto de uma instalação Forerunner que continha um terminal de controle para a rede Sentinel. 

Como a área estava cheia de fissuras cheias de explosivo instável, Pavium conseguiu usar as Brocas de Salvamento para iniciar uma reação em cadeia para queimar a maior parte do Flood na área, permitindo que Voridus acessasse o arquivo. Lá dentro, apesar da forte resistência do Flood, Voridus e suas tropas conseguiram reativar a rede de defesa Sentinel que começou a limpar o Flood. 

" Eu disse para vocês NÃO entrarem lá. POR UM BOM MOTIVO! "— Atriox  
 
No entanto, a essa altura, o Flood havia criado um enorme Proto-Gravemind na área perto de High Charity que estava em perigo de se tornar um Gravemind completo, enquanto a ameaça do Flood forçava Atriox a recuar das posições que ele havia estabelecido. Proto-Gravemind rete uma medida do intelecto do falecido Gravemind Original, o novo recipiente teve que se alimentar para que o Gravemind se manifestasse completamente mais uma vez. 

O FLOOD
Se trata de um parasita-zumbi muito antigo e poderoso, que ameaça toda a vida, 
Ele só pode ser parando depois da ativação de todos anéis H.A.L.O. 


As forças de Voridus, Pavium, com a ajuda das defesas da Arca, em particular um Sentinel, conseguiram matar o Proto-Gravemind antes que ele pudesse se tornar um Gravemind. Atriox ordena que Pavium e Voridus limpassem a bagunça e os Banidos de todas as partes da galáxia para conter o surto do Flood no antigo planeta dos Cove. Os Banidos e os Sentinelas acabaram "limpando" o Flood das ruínas daquela antiga cidade sagrada do Covenants, mas isso foi só o começo. 

Três dias após a Batalha da Instalação, os esporos Flood teriam sobrevivido ao disparo e à destruição do reator da Arca, o vigia 000 Solitude, mandou selar a antiga capital Covenant, High Charity, com um escudo de contenção e as suas Sentinelas modificaram os refúgios próximos para que nenhuma vida senciente sobrevivesse nas proximidades, privando assim o Flood de novos  hospedeiros caso escapasse. 

Solitude também colocou mais Sentinelas em patrulha ao redor do perímetro para manter Flood contido, e evitar quaisquer forasteiros que pudessem tentar entrar nos destroços.

O Proto Gravemind e o flood tenham sido contidos na Arca e aparentemente ter sido erradicado pelos Banidos, o parasita existe nos demais anéis do Halo remanescentes pela via láctea. 

Embora na galáxia Path Kethona tenha sido esterilizada pelo Halo Ômega no fim da guerra do Forreruner contra o Flood, a milênios de anos atrás, a origem extragaláctica do Parasita, é bem possível que tenha mais bolsões parasitários existissem fora da nossa galáxia – ou, até mais, perturbadoramente falando, que outras galáxias pudessem já ter sido sucumbidas ao poderoso Parasita Flood sem a gente saber.

ORIGEM
A sua Origem remonta na raça chamada de Percursores, 
Era uma raça avançada e pacífica e que vivia há mais um bilhão de anos atrás.  
Neste tempo tinha dois grandes impérios que disputavam o domínio do Universo. 
Os Forerunners do planeta Ghibalb, e os Seres Humanos do Planeta Erde-Tyrene. 
Foram os Forerunners que descobriram os Percussores por volta de 
10.000.000 a.C durante uma expedição a uma galáxia anã chamada Path K.


Percursores (foto acima) que eram bem semelhantes aos seres humanos em aparência, um povo prospero e pacifico,  geneticamente semelhante aos Forerunners (foto Abaixo).


E no primeiro contato, ambos não tiveram nenhum problema, mas os visitantes por pura arrogância, decidiram caçar para exterminar todos desta raça pacifica, caçando até o ultimo individuo naquela galáxia chamada Path Kethona, a perseguição durou séculos e séculos, com um pequeno número de Precursores que conseguem escapar para a Via Lactea, mas os malditos Forerunners os seguiam. 

Em total desespero, os últimos Precursores remanescentes entraram em um tipo de animação suspensa para preservar a sua espécie, mas algo de errado acontece nesse processo, não sabemos ao certo, seus corpos foram morrendo até viraram pó de seus restos cadavéricos, e mas tarde serão conhecidos como conponsers, essa substancia e um tipo de poeira verde composta por biomoléculas. 

Milhões de anos depois, esta mesma poeira verde se torna uma espécie de fungo que a principio fora disseminado? (não sabemos ao certo) em algum planeta da via láctea germinando em algumas plantas e de suas folhas, expelindo seus fungos pelo ar que infecta o DNA de qualquer organismo vivo, que contamina todas as formas de inteligência com vida ou não, ou seja, não importa se são orgânicas ou sintéticas, ele transforma tudo ao seu redor até maquinas com inteligência artificial, e se os fungos dominarem boa parte do planeta, a superinteligência coletiva nasce e ela é conhecida como Gravemind o dominará o planeta por completo, esse ciclo se repete indefinidamente de planeta em planetae logo a vida na galáxia estava ameaçada pelo poderoso Parasita. 


E, milhares de anos depois dos próprios Forerunners terem espalhado seus Halos pela galáxia toda, e ter parado "supostamente" a infecção, teve-se a quase-extinção de toda a vida da galáxia Via-Láctea, até os poderosos forerunners foram extintos, mas seu lider Udidact de alguma forma havia sobrevivido, vendo seus maiores rivais, os seres humanos que milagrosamente pelas graças de Deus sobrevivem aos halos, mas tiveram que pagar um preço, o seu tier tecnológico regrediu para 0, vivendo na idade da Pedra em um lindo planetinha azul de um sistema bem isolado no final do braço de Orion da via lactea.




CAPITULO 4
A PRIMEIRA GUERRA CONTRA O FLOOD



Recentemente registros foram confirmados de planetas inteiros infectados com o parasita flood, e com contatos ocorrendo diariamente e se espalhando rapidamente, Segundo Imperio do Brasil, através da  F.E.E.I.B inicia a evacuação das algumas colônias de Orion e Eranidus para as colônias mais próximas da Terra, 


E com Atriox, líder dos Banidos que já estava a tempos fazendo a mesma coisa com o seu pessoal, e sendo assim, Banidos e Exercito Imperial, decidiram fazer uma trégua parcial para todos combaterem o poderoso parasita flood


" Vocês nunca ouviram falar do Flood por causa da sua Divisão 0, não porque esses otários feios não tenham saído de suas jaulas desde então, e porque é algo tão terrível que voçes vão querer esquecer depois que os encontra. "— Tenente Gabriel Thorne, ex soldado da UNSC, falando para o pessoal que se voluntariou para se juntar às novas equipes de contenção.


Embora a antiga UNSC tenha mantido o parasita Flood em oculto da população da Terra em geral, e antes de ser extinta, ela fez preparativos para a possibilidade do retorno do parasita. 


 1 de Agosto de 2556 
(ano do planeta reach) 
7 de junho de 2025 
(ano do planeta terra)
LINHA DE DEFESA BIOLOGICA


O Conselho de Segurança da ONU contata o alto comando do Exercito Imperial Brasileiro, com um briefing completo sobre o Super Parasita, que estão contidos no seu antigo, Protocolo de Emergência Upsilon  - a ser declarado, no caso da suspeita de um surto em um planeta, seja confirmado. 


A primeira linha de defesa bioligica, contará com voluntários de Elite, entre os Espadas de Sanghelios, e os novos SPARTAN VII BR da FEEIB, para se juntarem a recém criada; 

Esta é a primeira Aliança Universal de Contenção contra o Flood.


A infecção não é exatamente gentil com aqueles que são suas vitimas.
UMA VEZ INFECTADO, JÁ ERA 
Não há como trazê-los de volta. Pode ser de qualquer espécie, principalmente a raça humana.

ESTAGIO de infecção - 1




ESTAGIO de infecção - 2


Poderíamos até purgar o parasita Flood temporariamente, os Covenants e a UNSC teriam feito isso por anos, mas, não podemos (ainda) eliminá-lo totalmente. Apenas queima-los com fogo quente, e fragmentar tudo.

Como é visto diariamente pelas equipes de contenção da Aliança;

Grunts infectados servem de bolsas para os carrier forms
Brutes infectados se explodindo de dentro pra fora, através de suas bocas, 
Elites infectados têm seus pescoços inteiros jogados para trás, e suas cabeças explodem também.
Humanos infectados tem dois estágios de infecção, mas no final acontece-se a mesma coisa que nos Elites. 

O LF.Xx.3273 Célula Flood
Também referida pela sigla FSC (Flood super Cell) é um tipo de célula mutante dentro do fungo verde que transforma o infectado em biomassa Flood. Descrita como uma “celula pensante”, a FSC se assemelha muito com células neurais gliais em seu funcionamento e estrutura. Ela São capazes de transmutar-se em qualquer órgão e infectar qualquer ser vivo com biomassa o suficiente. 


É normalmente transportada pelas Infection Forms que utilizam seus tentáculos para implantar as FSC diretamente no DNA dos hospedeiros, transformando-os assim em biomassa do Flood. O Parasita pode consumir corpos que acabaram de morrer e que tenham biomassa suficiente, reanimando os mesmos para transforma-los em novas unidades Flood.


Infection Form (Forma Infecciosa)


É a forma mais comum, e seu principal objetivo é infectar e se espalhar. São geralmente do tamanho de um torso Humano, e sua forma de ataque consiste em pular e perfurar a pele do hospedeiro, utilizando seus tentáculos para “reconfigurar” o DNA no cérebro. 


Este processo mata a vitima instantaneamente, porém em certos casos, a vítima parcialmente consciente do que está acontecendo, porém sem se defender. 


Após a Infection Form pular, furar e reprogramar o cérebro do hospedeiro, as Células do Parasita vão assimilar o DNA com do hospedeiro e transmutá-lo para uma forma de Flood, fazendo os órgãos liquefazerem e tornarem-se seus membros (Como garras ou tentáculos) e irá se acoplar a vítima, fixando-se em sua caixa torácica, uma nova entidade é criada junto ao hospedeiro. 

Tal processo leva segundos... 

CREDITOS PELO VIDEO
Jjaro

Levem em consideração que, depois que o individuo infectado pelo Parasita Flood, a mutação em si leva a morte rapidamente a decomposição no infectado, o que significa que mesmo que tudo fosse feito para salva-lo, o individuo já estaria morto.

Combat Form (Forma de Combate)
São formas naturais geradas através da mutação de um hospedeiro com biomassa e cálcio esquelético o suficiente, o infectado pelas Super Células Flood. Quando a vítima é infectada ou por Esporos ou por Infection Forms, enfrenta o processo de mutação passando a ser utilizada com unidade de combate pelo parasita Flood. 


As Combat Form são bastante perigosas em grande numero, mas são muito fáceis de serem derrotadas individualmente, porém, quando estão em bando sobre o controle de um Gravemind, as Combat Form passam a ser inimigos árduos em batalha,.


MUITO importantes para disseminar a infecção Flood, são vistas principalmente nos estágios iniciais da disseminação, atacando e matando formas de vida para serem consumidas pelos Infection Form. Seu ponto fraco é o local onde a Infection Form se acopla ao hospedeiro, pois este passa a ser o centro do sistema nervoso da unidade.

Carrier Form (Forma de Carga)
O Carrier Form tem o objetivo de criar e transportar as Infection Forms, liberando-as. . 

Quando uma Combat Form está velha ou danificada, transmuta-se para o Carrier Form. Formados também por raças cuja a transformação em Combat Forms é inviável. Sua função é incubar, proteger, transportar e espalhar as Infection Forms quando ficarem maduras. Quando as Infection Forms estão prontas, o Carrier explode espontaneamente, espalhando Infection Forms pelo ar. 


Essa tática é bastante comum durante uma batalha contra as equipes de contenção, onde caso um potencial hospedeiro se aproxime, o Carrier irá explodir e liberar as Infection Forms. Tal explosão é equivalente a de uma Granada de Fragmentação, podendo matar o inimigo instantaneamente. Não emite praticamente som algum, embora consiga se comunicar com outros infectados Floods.


Possivelmente, esta comunicação é feita a partir de uma Gravemind.

E pode escolher qual indivíduo infectar e se prevenir de possíveis problemas gerados por indivíduos defeituosos e possivelmente vacinados. 

O Flood pode infectar qualquer espécie, Humanos, Reptilianos, Sangheili, Jiralhanae e qualquer humanoide sendo amplamente considerado a maior ameaça à existência, ou mais precisamente, à biodiversidade da Via Láctea e do Universo. O primeiro exemplo conhecido da super célula viral altamente infecciosa,, surgiu na forma de um pó verde fino, contido em cilindros (composers) encontrados a bordo de várias naves estelares da extinta UNSC em suas expedições arqueológicas. O parasita, não é uma criação Precursora propriamente dita, mas sim, resultado de um acidente gerado pelo desespero do seu objetivo inicial que era evitar a sua extinção; Os Precursores transmutaram-se para o pó verde, fazendo com que suas células renascessem após algum tempo. Porém, através das eras, as suas células ficaram tão corrompidas e defeituosas que ao invés de renascer humanoides Precursores exatamente como eram, mas renasceram como microrganismos em forma de pó, extremamente destrutivos que afeta as formas de vida que entravam em seu contato.

“Um único esporo Flood pode destruir uma espécie.”— Rtas 'Vadum

Esse pó era na verdade, os restos dissecados dos Precursores que haviam "escapado" do expurgo dos Forerunners e que por puro desespero, selaram seu próprio destino. 


O Flood não é um vírus mesmo que se porte como tal. 
Ele é um parasita que se agarra em você e usa o que tem contra qualquer outra coisa por perto. Não existe cura para algo que agride fisicamente até o seu sistema nervoso, é basicamente como se DEUS teria criado uma espécie basicamente imortal com controle sobre qualquer o sistema que infecta. Não vai haver clínica no universo para ajudar os infectados do flood. Mesmo que trabalhemos com a ideia de que a injeção de um medicamento poderia devolver o controle à pessoa, você ainda tem que lidar com o fato de que essa coisa rasgou seu corpo para infectá-lo em primeiro lugar.

A terceira e final etapa da infecção pelo universo. 
Ao “roubar” a inteligência de vários seres, e os consumido, o parasita Flood pode apoderar-se de sua tecnologia, podendo utilizar desde armas até naves ESPACIAIS para transportar-se a outro Planeta que deseja consumir. E Após chegar a um nível de inteligência e evolução considerável, e ter tecnologia suficiente e conquistado um sistema planetário inteiro, o Flood finalmente alcança esta etapa. Nessa fase, já consumiu grande parte da vida em vários planetas, avançando suas frotas infectadas de uma maneira imparável. 


O inicio dessa fase foi vista quando o Flood consumiu a; 
cidade sagrada dos Covenant, High Charity.

Nessa etapa, o Parasita Flood já consume completamente toda a vida em uma galáxia e precisa avançar em direção a novas galáxias para sua infinita reprodução e assimilação de novos tipos de biomassa, assimilação de mais tecnologia e ampliação de sua inteligência. 

Tal estágio final (graças a Deus) nunca foi atingido, porém foi quase, a milhões de anos durante a guerra Forerunner-Flood, ela quase foi concretizada, porem sendo parada pelo disparo dos Halos.

O Flood derivado latim Inferi redivivus que significa "mortos reencarnados" , é um Parasita RNA# conhecido como a Doença Moldadora  um conglomerado de organismos parasitas altamente virulentos que podem se reproduzir e crescer consumindo formas de vida com a sua biomassa, com capacidade cognitiva o suficiente. O Flood responsável por consumir parte da vida senciente da galáxia a 100.000 anos atrás, durante a guerra Forerunner-Flood que durou 300 anos até a extinção dos Forerunners feita pelos disparos dos Halo. 

*Organismo RNA 
São vírus e parasitas que atacam diretamente o material genético dos infectados mais propensos a sofrer mutações genéticas, com enzimas virais polimerase, integrase e transcriptase reversa que são capazes de gerar erros que ocorrem durante a replicação (RNA). Utilizam enzimas celulares para a sua replicação, consideravelmente gerando uma maior taxa de mutação, pois tais enzimas possuem varias atividades que geram erros no DNA infectado. Estes infectam qualquer organismo de todos os principais grupos de eucariotas como, bacterias e arqueas, infectados por metagenômica como os T-Virus e o Las Plagas faziam na Terra por exemplo.

O Parasita Flood é altamente resistente, podendo sobreviver em diversos tipos de ambientes, incluindo até no vácuo do espaço. Contudo tentar curar alguém uma vez infectado por ele é simplesmente estúpido, mas pode existir soluções para evitar a sua infecção.

A UMBRELLA CORPORATION CRIANDO VACINAS CONTRA O FLOOD?
A antiga Umbrella fazia diversas armas virais para vende-las durante anos, mas suas pesquisas em diversos *Vírus e Parasitas RNA sempre foram o motivo de muita maldade e ganancia de homens maus com Ozziel E. Spencer e Albert Wesker, .. 


Mas pelas Graças a Deus depois de Rock Marques e Jill Valantine assumirem a Umbrella, as coisas mudaram muito para esta empresa, e hoje suas pesquisas são "apenas" para salvar vidas. 

Leia mais sobre o passado da Umbrella Corporation, neste link;

As pesquisas feitas pela nova Umbrella no sistema de Alfa do Centauro em 2014 mostraram que o Pó Verde tem potencial de produzir diversos efeitos psicotrópicos em animais causando a Manipulação Genética de seus Organismos e como vacinas são produzidas a partir do próprio organismo de infecção. E foi assim, as pesquisas da Umbrella Corporation Brasil em RNA finalmente deram resultados para o bem de outras espécies da galáxia. 

Assim a produção de vacinas da UCB na lua, criou duas vacinas especificas contra o Flood.

00672A - Vacina de subunidade: 
Ela Utiliza partes específicas do patógeno para estimular a resposta imunológica lenta e gradual do organismo vacinado. 

A vacinação desta é obrigatória para todas as equipes, é o método mais eficaz de prevenção, criando imunidade generalizada que será responsável pela erradicação da infecção a longo prazo.



00741B - Vacina de vírus atenuado;: 
Ela Contêm uma versão enfraquecida do patógeno que pode se auto-replicar, para estimular rapidamente a resposta imunológica do organismo vacinado. 

A Vacinação desta é obrigatória para TODAS as equipes de contenção, a principio ela faz que o seu corpo rapidamente se torne inutilizável pra infecção da biomassa do Flood no vacinado removendo a médio prazo a capacidade do Parasita se alimentar crescer e evoluir. 


Dependendo do Organismo vacinado, ele pode se tornar IMUNE e impossível de ser contaminado por outras formas de infecção, o individuo pode se tornar imune à praga lógica, mas quando o organismo e infectado e como ter uma voz na sua cabeça que está sendo transmitida pelo espaço sem nenhum tipo de transmissão, pois O Parasita e muito inteligente e ainda pode usar os recursos que têm contra a vacina, mas se a vacinação for um sucesso o parasita ficará debilitado e mais fácil de erradicar com o tempo. Porém, até mesmo tendo imunidade parcial já pode mitigar a infecção, resultando em baixa taxa de mortalidade, e morbidade e uma total recuperação a longo prazo.

Problemas contra a vacinação são: 

1- Que o organismo FLOOD desenvolva anticorpos, 
Caso a imunidade do vacinado se desenvolva  devagar para ser efetiva a tempo, os anticorpos podem não destruir o patógeno flood completamente a tempo podendo haver muitas cepas diferentes, criando novos patógenos, suscetíveis a uma resposta. 

2- Os Proto-Graveminds, 
Que além de serem massas enormes, eles são incrivelmente inteligentes capazes de se adaptar mais rápido do que qualquer organismo vivo ou morto. Eles geralmente vão conseguem encontrar uma forma de parar a vacina, e, se não conseguir, encontram uma forma de evoluir a ela. Em algum momento, o parasita Flood coletivamente muda seus objetivos. 


Ficando mais inteligente a cada ser consumido, passa a buscar e acumular mais biomassa de seres em um único ponto estratégico. Após um grande numero de assimilações, reações químicas transformam tal conjunto em um ser inteligente que coordenará, a partir do ponto em que é criado, todas as ações Flood. 


Este ser chama-se Proto-Gravemind, o ultimo passo para a formação de um Gravemind. Uma vez que um Proto-Gravemind absorve biomassa suficiente, transmuta-se para um Gravemind, fazendo assim o Flood avançar de estágio planetário em sua infecção.


Equipes de contenção serão enviadas a estes planetas para colocar em quarentena quaisquer sistema com potencial contaminação Flood e evitar a formação de um Proto-Gravemind, Entretanto algumas dessas equipes viram depois que o flood infectou alguns colegas spartans, alguns que já estavam mortos a um tempo,os que Ilsa Lane matou em Nysa, embora ainda não esteja claro, o parasita desenvolveu uma nova variante de combate ainda mais rápida e perigosa, apelidada como "Flood VISR". 


O FLOOD PODE SER USANDO COMO 
ARMA BIOLOGICA?

Precursores restantes com muito ódio no coração foram os responsáveis diretos pela criação do Flood, impulsionados pela loucura de terem sido vitimas de uma raça desgraçada e avançada, viram um grande potencial como "Biologic Weapows",  (olha o fantasma da Umbrella Corp de novo..e uma chance de se vingar da poderosa raça Forerunner. 


E utilizando a doença como seu instrumento, fazendo extinguir todos os seus inimigos, mas teve o efeito cascata, todas as formas de vida existentes conhecerem dor e sofrimento com o super parasita, garantindo assim que nenhuma criação de DEUS na Via Láctea jamais se levantaria contra eles novamente, mas não adiantou, pois o parasita também os consumiu.

Mas,... 
Será que mais alguém teve essa grande ideia?




1 de Setembro de 2556 
(ano do planeta reach) 
7 de Agosto de 2025 
(ano do planeta terra)
TREGUA? QUE TREGUA


Atriox ficou novamente furioso com Pavium e Voridus terem liberado o Flood, e mais por ter que abrir mão de muito dos seus territórios conquistados no conflito contra Espadas de Sanghelios, e os Humanos da Terra e pior ainda, ajudar seus inimigos.

E como banido como bom canalha que é .. , Atriox Não estavam respeitando a PALAVRA DADA, ou seja, a trégua que tinha sido exposta pelo próprio, e suas Facções  estavam atacando as nossas equipes de contenção contra o Flood. 


E como a Spartan VII - A Coronel Erica Santos relatou pouco antes de falecer por um tiro de plasma, o seu sacrifício heroico salvou 30 Marines da UNSC perdidos a 20 anos.


"Comando, esta talvez seja minha ultima transmissão, com este tiro de plasma não vou durar muito, mas o suficiente para transmitir este relato; eu consegui Reunir, uma antiga tripulação de Marines da UNSC que estava a 20 anos a deriva no espaço fugindo do flood, caíram no planeta gelado de Meridian, quando os encontrei eles demostraram lealdade a mim, porque eu fui leal a eles... pois  aqueles que tem honra, compartilha a mesma visão de unidade. 


Mas esta não é a visão dOs Banidos eles não tem, são animais que somente querem sangue para derramar e tesouros para saquear. Seu lider Atriox, diz a todos que tem honra, mas na pratica, e uma grande mentira".

A sociedade Banida reflete seus valores nas maiorias das facções da sua organização compostas por mercenários e assassinos, sem honra, e Atriox apesar de demostrar ao contrario, ele não vê nenhum problema nisso. Atriox tem espiões em sua hierarquia de comando para extinguir qualquer sinal de deslealdade, e seu círculo interno, conhecidos como Escolhidos de Atriox, são usados para impor a sua conformidade entre os escalões. As facções fracas são frequentemente sujeitas a abusos violentos dos mais fortes,, os Banidos rejeitam o sistema de castas do Covenant e qualquer espécie pode subir na hierarquia se provar "mérito", até mesmo um Unggoy podem fazer um nome. Sua cadeia de comando, é composta por veteranos Jiralhanae, é uma "meritocracia distorcida" na qual competem constantemente por influência aos olhos de seu mestre, na esperança de aumentarem seu status. 





CAPITULO 5
A SEGUNDA GUERRA BANIDA 





11 de dezembro de 2556
(ano do planeta reach) 
17 de outubro de 2025
(ano do planeta terra)
COLONIAS DISTANTES 


Como sempre faz o parasita Flood de tempos em tempos simplesmente some sem razões aparentes e intenções são desconhecidas e conforme as coisas iam se acalmando na via láctea, a vida nas colônias voltava ao normal, mas a paz durou pouco, a guerra contra o parasita serviu pra os Banidos e Atriox ganharem tempo para rearmar seu exercito e voltar a guerra contra a ONU e a FEEIB, e a desculpa de romper a trégua, suas próprias facções, mas, sua principal motivação é, conquistar planetas para obter lucro, e assim, os banidos frequentemente estavam atacando colônias brasileiras, americanas, japonesas, israelenses e chinesas e aliados dos humanos, como os reptilianos Sangheili, e outras raças espalhadas pela galáxia, e uma dessas colônias, é brasileira e fica no distante e gélido planeta do sistema de Cassiopeia, chamado Andina. 


A principio os exploradores primeiro, estabeleceu uma pequeno ponto na superfície e de lá desceriam até a camada de gelo entrando na superfície do oceano postulada. 


Os colonos então eventualmente encontraram uma pequena entrada entre a superfície gelada e o interior líquido onde dali estabeleceriam a sua primeira base, que logo foi crescendo rapidamente ate virar Andina, e a partir dela, outras cidades já estavam espalhadas pelo planeta.



11 de janeiro de 2557
(ano do planeta reach)
11 de novembro de 2025
(ano do planeta terra)
A PRIMEIRA BATALHA DE ANDINA


A cidade Andina estariam protegida contra a radiação e pela sobrecarga de gelo, e com o tempo teria uma temperatura mais adequada a vida humana que a da superfície, tal  como indicado pela presença de água em estado líquido, mas isso não era o suficiente para estar protegida de uma invasão alienígena.


A guarnição de defesa da F.E.E.I.B sob o comando da Spartan IV- Coronel Honoka da Silva, que estabeleceu um perímetro defensivo em torno da primeira cidade humana daquele Planeta.


De alguma forma Atriox soube da localização desse isolado planeta e mandou uma de suas guarnições para tentar domina-lo.


O Planeta Andina é um projeto do Segundo Império do Brasil para estabelecer bases nos confins da galáxia, ela fica no distante sistema ostiam na constelação de (Cas) a mais ou menos uns 65.000 anos-luz da terra. Cassiopeia (abreviação: Cas) é uma constelação vista da terra pelo hemisfério celestial norte. O genitivo, usado é Cassiopeiae. As constelações vizinhas, segundo a padronização atual, são Girafa, o Cefeu, o Lagarto, a Andrômeda e o Perseu. No Brasil amazônico, Cas também é conhecida pelos nomes nativos Tamaquaré  e Taquaré. ,

Atriox viu que não era mais viável economicamente para os seus Banidos tentarem dominar uma colônia tão distante, assim depois de 130 dias de conflito no gelo, os Brutes deixam o planeta. 




22 de junho de 2558 
(ano do planeta reach)
16 de março de 2026 
(ano do planeta terra)
PREPARANDO PARA UMA NOVA GUERRA ESPAÇIAL


Em resposta a esta agressão, o Alto Comando Do Exercito Imperial Brasileiro, convoca a F.E.E.I.B para uma nova mobilização geral, e com o Segundo Imperio do Brasil construindo em tempo recorde mais 2 novos estaleiros na Lua de tecnologia I.L.R.C para fabricação das novas naves espaciais, agora contando com a ajuda de Israel, do Japão e dos EUA, seus novos parceiros internacionais no espaço.


Os Estados Unidos da América em ampla parceria com o Segundo Imperio do Brasil construíram em conjunto e também em tempo recorde neste estaleiro, a primeira nave norte-americana para guerra no espaço, a Classe chamada de Deadelus.


NAVE (USAF)
Cruzador Eisenhower da classe Deadelus


As novas naves da classe Deadelus, graças as novas tecnologias de nano-robotização avançadas, também são construção bem fácil contando com mais de 2.000 unidades robóticas em sua construção, os estaleiros lunares que ajudarão e muito a FEEIB e seus aliados na vanguarda do espaço.


NAVE (FEEIB)
Destroier Brute da classe Gideão


As novas naves da classe Gideão, são os primeiros destroieres, feitos graças as novas tecnologias de nano-robotização avançadas, eles também são construção bem fácil contando com mais de 1.000 unidades robóticas nos estaleiros lunares, esse tipo de nave ajudará e muito a FEEIB e aliados na vanguarda do espaço.


NAVE (FEEIB)
Cruzador Angelwing ou (Asas de Anjo) da classe do mesmo nome


A nova Classe Angelwing de super cruzadores de batalha (365M) também utilizará novas armas de energia, todas alimentadas por um novo reator de deutério e que também alimentara com energia quase infinita os poderosos e novos escudos de energia TT block 5o. E utilizará os mesmos motores da Falecida Infinity, os poderosos XR2 Borlin Fields S81/X-DFR, acoplado ao novíssimo Hiperdriver M-36K.



A nova classe Angelwing são o auge da tecnologia hibrida (terráquea-forerunner-covernant) obtidos através de anos em pesquisas de engenharia reversa alienígena.


Feitas na hora certa para ajudar na defesa espacial, contra as novas e perigosas Naves de guerra dos banidos  patrulhado as rotas espaciais das nossas colônias espalhadas pela galáxia. 





27 de junho de 2558
(ano do planeta reach)
24 de março de 2026
(ano do planeta terra)
A  BATALHA DE NOAH


Sob ordens de Atriox naves atacaram de supressa em vários pontos da primeira linha de frente, o planeta Noah, atacando naves tanto civis e militares, todas vindas das colônias terráqueas espalhadas pela galáxia do segundo imperio do Brasil e aliados, se arriscando para ajudar no esforço de guerra .. 


A Defesa das demais colônias planetárias, além de ser fundamental para a FEEIB e seus aliados, é essencial para o esforço de guerra, pois sem elas os humanos não teriam mais recursos, e alguma chance contra o poderoso Atriox, pois ele que só quer uma coisa; Dominar o Universo ao seu modo, mas graças a Deus, as novas naves fabricadas na lua defenderam com sucesso as varias colônias contra as cruéis e sanguinárias frotas banidas.


Em Terra, combates entre as tropas de invasão banidas e soldados ODST da FEEIB foi muito intenso, isso porque as forças inimigas estavam bem armadas e equipadas. 


Mas com a liderança do Spartan, o lendário 117, as tropas ODST de defesa triunfaram no final.




29 de junho de 2558
(ano do planeta reach)
26 de março de 2026
(ano do planeta terra)
A  SEGUNDA BATALHA DE ANDINA


Obviamente, os banidos e seu líder enviaram novamente a orbita do planeta Andina, 135 cruzadores de batalha, liderados pela dreadnought de Atriox - RSO Galaxy para dominar de vez o planeta, pois é, o porque dele voltar a um planeta tão inóspito mesmo que tiveram um baita problemão com a primeira investida? e mesmo apanhado um pouco mas.


É porque foi exatamente no planeta Andina que os Lideres Banidos descobriram ainda na primeira invasão, coordenadas slipspace de como achar todos os novos destroieres e cruzadores inimigos e de seus aliados espalhados pela galáxia inteira,
 

Mas a F.E.E.I.B conseguiu aprender bem a fazer uma boa defesa e uma boa ocultação no espaço ,. e o plano era ir em um FTL furtivo bem perto e tentar acabar com todos daquele jeito, o que não entendam mal, funcionou bem.


E agora, os humanos com suas naves furtivas orbitando até o nosso sistema solar sem ninguém da terra saber, imaginem agora o que mais poderia fazer a FEEIB do Segundo Imperio do Brasil e seus aliados com acesso irrestrito a nova tecnologia forerunner.



Em contraste, as batalhas de naves espaciais apresentam uma variedade de oponentes e situações. 



Há muitos eventos não intencionais e inesperados, e muitos eventos que são facilmente ignorados, e isso foi fatal para os Banidos, que a FEEIB agora poderia destruir facilmente aquelas naves de comando banidas de longe e sem problema nenhum.




30 de junho de 2558 
(ano do planeta reach) 
27 de março de 2026 
(ano do planeta terra)
EXPANSÂO INTERGALATICA


Uma Viagem intergaláctica é a viagem espacial entre duas galáxias. Devido as enormes distâncias entre a Via Láctea, a nossa galáxia, e suas vizinhas mais próximas – centenas de milhões de anos luz - tal empreendimento seria muito mais exigente em termos tecnológicos do que até mesmo a viagem interestelar mesmo com a nossa atual tecnologia. 

Distâncias intergalácticas são mais ou menos um dobro de cem mil (cinco ordens de magnitude) maior do que os seus homólogos interestelares.

Enquanto a luz leva 2.54 milhões de anos para atravessar o espaço entre a Terra e, por exemplo, a vizinha Galáxia de Andrômeda, seria necessário uma quantidade muito menor de tempo, do ponto de vista de um viajante, devido aos efeitos da dilatação do tempo; o tempo experimentado pelo viajante em função tanto da velocidade (nada menos do que alguns meses) e distância percorrida (2 milhões de anos luz). 

Viagens intergalácticas para seres humanos do Segundo Imperio do Brasil são, portanto agora, possíveis, a partir do ponto de vista do viajante atravessando a galáxia em buracos de minhoca.

Espaço entre as galáxias não está vazio, contém estrelas e planetas intergalácticos. Um estudo sugere que, pelo menos, 0,05% de todas as estrelas são  "desonestas" de todas as estrelas do universo que são intergalácticas. Estas ESTRELAS podem ser usadas, como os seus planetas, como estações intergalácticas entre as galáxias criando uma ponte do tipo "ilha em ilha". 

E esta ficção apresentada aqui contem o conteúdo, os gatilhos e os pontos a serem observados em uma situação utópica como esta aqui.


O Planeta Hetec, e o primeiro planeta interestrelar dentro de um sistema de uma estrela interestrelar descoberto em 27 de Março de 2026 por uma equipe de pesquisa da FEEIB, o sistema reivindicado pelo Segundo Imperio do Brasil neste ano, ele esta a mais de um milhão de anos luz da terra, exatamente no centro entre a nossa galáxia via láctea e a galáxia de Andrômeda.

Planeta Hetec
A divisa entre a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda a mais de 1.000.000 de anos luz



ATACANTE OU ALIADO DESCONHECIDO?

Uma nave de origem desconhecida apareceu no sistema onde Hetec habita, detectada imediatamente por nossa estação na orbita do segundo planeta do qual chamamos de Abraão, e esta nave desconhecida estava interferindo em nossas transmissões. 


A principio será um contato amigável??. 
Ou será que não..








Continua ...



Nota do desenvolvedor;
Essa Obra é uma fanfic de ficção inspirada na obra original de Halo e outros sobre fatos reais contidos aqui, são apenas uma mera coincidência.


CREDITOS E AGRADECIMENTOS
Capcom
Sierra
343 Industries
Bungie
Netlease
Relic


Jogos usados
Halo CE+ 
Halo Infinity
Infinite Lagrange
Homeworld 2
Planet Base
Call of Dulty MW II
Resident Evil 3
Nexus;The Jupiter Incident






OFICINA ROCK
2020/2026
Rio de Janeiro - Brasil






















 
 










 















Comentários

  1. Respostas
    1. Maria, antes eu n curtia muito, depois de jogar alguns jogos da franquia Halo, to curtindo d+

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    2. Oxé nun entendi, se vc jogava antes então porque ta cutindo somente agora?

      Excluir
  2. Amigo seus cálculos estão ecrtos, mas Nunca.
    A yoager 1 Não vai nessa direção.

    Pois na verdade a estrela mais próxima de nós — que não é Alpha Centauri, mas o companheiro levemente ligado Proxima Centauri — está, como o nome sugere, na constelação de Centaurus. A Voyager 1 está em Camelopardalis, não muito longe do pólo norte celestial e a meio céu de Centaurus.

    A Voyager 1 não está apontada para nenhuma estrela em particular. Mas em cerca de 40.000 anos, ela estará a algumas anos-luz de uma estrela anã vermelha completamente sem importância chamada AC+79 38Curiosamente, embora AC+79 3888 esteja a mais de 17 anos-luz hoje, ele ficará mais perto do sol do que Proxima Centauri em 40.000 anos. Na verdade, pode ser mais preciso dizer que AC+79 3888 está a caminho da Voyager 1. Esse é um excelente ponto. Voyager está viajando a menos de 20 quilômetros por segundo, enquanto três-três-três está se aproximando de nós a mais de cem quilômetros por segundo. Por qualquer definição razoável de termos, Voyager está essencialmente parada enquanto três-três-três cai em direção a ela.

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